Transcrição do episódio
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Caros amigos, iniciamos o evangelho no lar, rogamos a Deus a vossa misericórdia, para com todos os vossos filhos, em desalinho com as vossas leis, que a paz do mestre Jesus adentre todos os lares. Levando o auxílio e o Amparo a cada irmão necessitado, que o manto de Maria de Nazaré aqueça os nossos corações do livro sentinelas da alma agradeçamos, sabemos que a nossa mente para evoluir. Sofre processos de transformação, por vezes violentos e rudes. Qual acontece a Terra necessitada de amanho para produzir nos círculos da natureza? Observamos o arado ver gastando o solo e ferindo OE se a grande massa rochosa aparece de improviso.
Impedindo o esforço do lavrador, notamos que a Dinamite comparece, estilhaçando os obstáculos. Assim, também nossa inteligência não se modifica sem a visitação da dificuldade. A lâmina dos problemas inquietantes como que nos tortura dia a dia, constrangendo nos. A compreensão mais justa da vida e se o endurecimento espiritual é a nota de nossas ações, ante a passagem da máquina renovadora do sofrimento, surgem os impactos diretos da aprovação sobre a nossa experiência pessoal, desintegrando nos antigas cristalizações no egoísmo. E no orgulho ofereçamos o coração ao Divino cultivador que é Jesus Digne, se O Mestre Divino fazer de nossa existência o que lhe aprouver os golpes sublimes da vontade superior sobre os nossos desejos, serão recursos do máximo proveito.
Para o nosso próprio futuro, se a dor nos procura em forma de incompreensão do meio ou da máscara de tristes desilusões terrestres, abençoemo las acentuando a nossa fé viva em nosso senhor e continuemos servindo ao próximo na medida de nossas possibilidades. Porque a dor é realmente a sábia instrutura capaz de elevar nos da Terra para os céus MEI e MEI. Senhor, fazer me um instrumento de vossa paz, onde houver ódio, que eu leve o amor, onde houver ofensa, que eu leve o perdão, onde houver discórdia, que eu leve a união. Onde houver dúvida, que eu leve a fé, onde houver erro, que eu leve a verdade, onde houver desespero, que eu leve a Esperança, onde houver tristeza, que eu leve a Alegria, onde houver trevas, que eu leve a luz ou mestre fazer.
E que eu procure mais consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar que ser amado. Pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado e é morrendo que se vive para a vida eterna. Finalizamos a mais um evangelho no lar, agradecidos a Deus, nosso pai, a Jesus, médico de homens e de Almas. A Maria de Nazaré, nossa mãe, namorada e aos nossos amigos trabalhadores da Vitória do bem, fiquem todos com Jesus e até amanhã, se Deus assim o permitir.