Transcrição do episódio
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Caros amigos, iniciamos o evangelho no lar, rogamos a Deus a vossa misericórdia, para com todos os vossos filhos, em desalinhos com as vossas leis, que a paz do mestre Jesus adentre todos os lares. Levando o auxílio e o Amparo a cada irmão necessitado, que o manto de Maria de Nazaré aqueça os nossos corações do livro religião dos espíritos, amanhã, muitas vezes por semana. Repetimos a palavra amanhã. Costumamos dizer amanhã para o vizinho que nos pede cooperação e consumo. Habitualmente, relegamos para amanhã toda tarefa espinhosa, sempre que surge a dificuldade, pedindo mais esforço. Apelamos para amanhã sem dúvida, o amanhã constitui luminosa Esperança, com a renovação do Sol no caminho, mas também representa o serviço que deixamos de realizar.
É da lei que a conta durma com o devedor, acordando com ele no dia seguinte. No instituto da reencarnação. Desse modo, transportamos conosco, seja onde for, as oportunidades do presente e os débitos do passado. É assim que os ricos de hoje, em que estados, na avareza e no egoísmo, voltarão amanhã? No martírio obscuro dos pobres? Para conhecerem de perto as garras do infortúnio e as duras lições da necessidade, e os pobres, envenenados de inveja e ódio, retornarão no conforto dos ricos, a fim de saberem quanto custam a tentação e a responsabilidade de possuir. Titulados distintos do mundo, quais sejam, os magistrados e os médicos, quando menosprezam as concessões com que o senhor lhes galardoa o campo da inteligência delas, fazendo o instrumento de escárnio as lutas do próximo ressurgirão no banco dos réus e no leito dos hospitais.
De modo a experimentarem os problemas e as angústias do povo, filhos indiferentes e ingratos tornarão como servos apagados e humildes no lar que enlameiam e pais insensatos e desumanos, regressarão no tronco doméstico. Recolhendo nos descendentes os frutos amargos da criminalidade e do vício que cultivaram com as próprias mãos mulheres enobrecidas que fogem ao Ministério familiar, provocando o aborto delituoso pela fome de prazer reaparecerão. Enfermas e estéreis tanto quanto homens válidos e robustos que envelhecem a vida no abuso das forças respeitáveis da natureza, ressurgirão na ribalta do mundo, carregando no próprio corpo o desequilíbrio e a moléstia que adquiriram em vigilantes.
Não te esqueças, portanto, de que o bem é o crédito infalível no livro da eternidade. E recorda que o depois será sempre o resultante do agora. Todo dia é tempo de renovar o destino. Todo instante é recurso de começar o melhor. Não deixes assim para amanhã o bem que possas fazer. Faça o hoje. Emanuel, finalizamos a mais um evangelho no lar, agradecidos a Deus, nosso pai, a Jesus, médico de homens e de Almas. A Maria de Nazaré, nossa mãe, namorada e aos nossos amigos trabalhadores da Vitória do bem, fiquem todos com Jesus e até amanhã, se Deus assim o permitir.