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Ausência e fé. 10/04/2026.

00:07:51
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Transcrição do episódio

Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.

Queridos amigos, em sintonia com o plano maior, vamos realizar e vivenciar o nosso evangelho no lar, permitir que os nossos pensamentos se conectem a algo sublime para acolhermos. Os emissários de luz e amigos celestiais que vem em nosso auxílio trazendo a paz e o equilíbrio de que tanto necessitamos para o nosso crescimento espiritual do livro Tesouro de Alegria ausência. E fé, alma fraterna, um dia meditando na imensidão do amor. Assim, qual é interroguei no mundo as vidas simples. De que modo aliar distância e fé? Por que meios guardar a confiança? Quando o amargo da ausência nos invade. Quando a falta dos entes mais queridos é suplício.

Com o nome de saudade, ouvi uma Andorinha que se encontrava anônima e sozinha sobre o antigo telhado. Veja a irmã, o meu ninho desprezado. Disse me sem revolta e sem tristeza. Tive filhos que amei com desvelo e ternura. Entretanto, segundo a natureza, quando se viram em plumados, procuraram a altura, desenvoltos felizes, fascinados, ante o infinito que os atraía. A princípio, sofri terrível agonia. Depois vinha saber que Deus, de quem vieram para mim, o pai de imenso amor e compaixão sem fim, que pôde avaliar a minha longa espera, é quem me fará vê Los para cercá Los com os meus zelos. No brilho de Futura primavera, entrevistei robusta Laranjeira.

Ela clamou Serena e conformada, irmã, tenho lutado a vida inteira e estou sempre ferida ou despojada. Sabe o céu com que amor gera os meus frutos? No entanto, a todos vejo arrebatados sob torções cruéis e a gestos brutos para serem vendidos nos mercados. Mas sei que Deus, nosso pai que nos ama e nos fez quem conserva o pomar por troféu da lavoura devolverá meus frutos outra vez. Na colheita vindoura, busquei ouvir Formoso, jas mineiro. Ele falou me apenas, minhas flores são taladas sem meu consentimento, por criaturas de instintos inferiores que nada sabem de meu sofrimento. Uma certeza única, no entanto.

Resguarda as forças de que me levanto, Deus o criador das matas e jardins, dar me á novamente outros jasmim. Fui ver um manancial a fim de ouvi lo ele aclarou tranquilo as Fontes que me trocam pelo chão. São filhas de meu próprio coração. Dói me notar que correm sobre a lama, auxiliando ao solo que as reclama. A fé, porém, me anima e me acalenta em abordando o mar. O Belo, imenso mar que Deus sustenta, tornarão a voltar. Primeiramente, em forma de vapor, subindo ao firmamento, no alto, serão nuvens, contemplando as minhas grandes mágoas e voltarão a mim, entre chuvas, em bando de novo, enriquecendo as minhas próprias águas, reconhecia, então, alma querida.

Que a saudade, a Esperança em nova vida para o encontro daqueles que nos são tesouros de Alegria e de afeição a esperarem por nós. No mais além, porque Deus, que de amor nos fez o coração, nunca nos deixa em solidão nem separa de ninguém. Maria do Luis. Finalizamos a mais um evangelho no lar, agradecidos a Deus, o nosso criador, a Jesus, médico de homens e de Almas, e a Maria de Nazaré, nossa mãe, namorada por todas as bênçãos recebidas. Que a paz e a fraternidade seja emanada por toda a atmosfera terrestre como raios de luz, através de nossas vibrações nesse momento tão sublime de mentes conectadas pela Vitória do bem.

Fiquem todos com Jesus e até amanhã se Deus assim. O permitir.