Capa do podcast Evangelho no Lar Evangelho no Lar

Carrasco. 22/07/2025.

00:07:26
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Transcrição do episódio

Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.

Caros amigos, iniciamos o evangelho no lar, rogamos a Deus a vossa misericórdia, para com todos os vossos filhos, em desalinho com as vossas leis, que a paz do mestre Jesus adentre todos os lares. Levando o auxílio e o Amparo a cada irmão necessitado, que o manto de Maria de Nazaré aqueça os nossos corações, do livro religião dos espíritos, carrasco Verdugo invisível. Onde se lhe evidencia a influência, aparecem a rebeldia e o azedume preparando a perturbação e a discórdia mostra se na alma que lhe ouve as traiçoeiras sugestões, a maneira de fera oculta a tirar se sobre a presa. Assimilando lhe a faixa de treva, caiamente em aflitiva cegueira, dentro da qual não mais enxerga senão a si mesmo, e assim dominada a criatura ao pé dos outros, é a personificação da exigência desmandando se.

A cada instante, em reclamações descabidas, incapaz de anotar os sofrimentos alheios, pisa nas dores do próximo com a dureza do bronze e recebe lhe as petições com a agressividade do espinheiro, expelindo, pragas e maldições. Onde surge, pede os primeiros lugares e se lhes negam a face das tarefas que a previdência organiza, não se embaraça de evocar direitos imaginários, condenando, sem análise, tudo quanto se lhe expõe ao discernimento. Desatendida nos caprichos particulares com que se aproxima dos setores de luta que desconhece, mastiga a maledicência ou gargalha o sarcasmo, lançando lodo e veneno sobre nomes e circunstâncias que demandam respeito.

Se alguém formula ponderações, buscando lhe o ânimo a sensatez, grita desesperada contra tudo o que não seja adoração a si mesma, na falsa estimativa dos minguados valores que carrega no fardo de ignorância. E ostentação. E então a pessoa invigilante e infeliz, assim transformada em temível fantasma de incompreensão e de intransigência, enrodilha se na própria sombra, como a tartaruga na carapaça. E em lastimável isolamento de espírito, não sabe entender ou perdoar, para ser também perdoada e entendida, enquistando se na inconformação que se lhe amplia o no pensamento e na atitude, na palavra e nos atos tiranizando lhe a vida.

Como a enfermidade letal que se agiganta no corpo pela multiplicação indiscriminada de perigosos bacilos atingido, esse estado da alma não adota outro rumo que não seja o da crueldade com que muitas vezes se arroja ao despenhadeiro da delinquência. Associando se a todos aqueles que se lhe afinam com as vibrações, deprimentes em largas simbioses de desumanidade, loucura, formando o pavoroso inferno do crime, irmãos precataivos contra semelhante perseguidor. Vestindo no coração a túnica da humildade que tudo compreende e a todos serve, sem cogitar de si mesmo, porque esse estranho carrasco que nos alenta o egoísmo em toda parte, chama se orgulho, Emanuel.

Finalizamos a mais um evangelho no lar, agradecidos a Deus, nosso pai, a Jesus médico de homens e de Almas, a Maria de Nazaré, nossa mãe, namorada e aos nossos amigos trabalhadores da Vitória do bem. Fiquem todos com Jesus e até amanhã, se Deus assim o permitir.