Transcrição do episódio
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Caros amigos, iniciamos o evangelho no lar, rogamos a Deus a vossa misericórdia, para com todos os vossos filhos, em desalinho com as vossas leis, que a paz do mestre Jesus adentre todos os lares. Levando o auxílio e o Amparo a cada irmão necessitado, que o manto de Maria de Nazaré aqueça os nossos corações do livro, seguindo juntos civilização e solidariedade. Numerosos os companheiros que se crêem modelos acabados de humanismo, são repositórios vivos da cultura de todos os tempos, descerram ilimitados, horizontes à inteligência e debruçados sobre publicações, falam de ciência e filosofia. Dominando os mais altos conhecimentos, entretanto, não toleram o mínimo contato com os sofrimentos do próximo, nada sabem acerca das criaturas que se arrastam em torno das peças primorosas que pronunciam, supõe se líderes de educação e progresso.
Mas admitem como sendo em dignidade para eles o trato pessoal com o homem calejado no trabalho que o alfabeto ainda não alcançou. Julgam impropriedade na altura em que se encontram qualquer atenção caridosa para com as mães abandonadas. Em telheiros de angústia, acreditam que lhes é inconveniente assumir responsabilidade na proteção à criança, que chegou ao plano físico pelo renascimento, considerado ilegal e categorizam por marginais pobres, irmãos que tombam na estrada. Enfermos e subnutridos emitem conceitos profundos em matéria de espiritualidade e religião, mas desconhecem totalmente os desesperados, os ignorantes, os obsessos, os que fazem uso de tóxicos, as vítimas do aborto.
Os desempregados, os descrentes, os velhos banidos do lar, os recalcados, quase sempre no rumo de penitenciárias ou manicômios, os excluídos sociais de todas as procedências exaltemos. A técnica e desenvolvamos o saber, sem os quais a vida terrena já seria indefinidamente na selva, mas inclinemo nos na direção dos que carregam fardos mais pesados que os nossos, honorificando a solidariedade. Penetremos os recessos da psicologia da nossa época aos cultemos os problemas, as aflições, as provas e as necessidades que nos rodeiam, oferecendo o concurso de que sejamos capazes a solução e ao Amparo. De que careçam nossos irmãos ainda infelizes?
Não somos chamados tão somente a viver e aprender, mas também a conviver e a auxiliar. Civilização sem amor é subida espetacular para Salto nas trevas. Cultura. Que não guia a retaguarda por intermédio de compaixão e serviço. É comparável à indiferença do pastor que entrega o rebanho aos lobos da violência. Emanuel, finalizamos a mais um evangelho no lar, agradecidos a Deus nosso pai. A Jesus, médico de homens e de Almas, a Maria de Nazaré, nossa mãe, namorada e aos nossos amigos trabalhadores da Vitória do bem, fiquem todos com Jesus e até amanhã, se Deus assim o permitir.