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Contradição. 10/08/2025.

00:06:44
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Transcrição do episódio

Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.

Caros amigos, iniciamos. O. Evangelho no lar. Rogamos. A Deus. A vossa. Misericórdia para com todos os vossos filhos em desalinho com as vossas leis, que a paz do mestre Jesus adentre todos os lares. Levando o auxílio e o Amparo a cada irmão necessitado, que o manto de Maria de Nazaré aqueça os nossos. Corações do livro, religião dos espíritos, contradição, muitos companheiros. A pretexto de se guardarem contra o mal, evitam contatos com esse ou aquele círculo de serviço, caindo frequentemente em males de maior monta, e para isso quase sempre recorrem a negativas de várias espécies. Dizem se pecadores.

Mas fogem deliberadamente ao ensejo que lhes propicia a aquisição de virtude, afirmam se devedores, quando nesse aspeto lhes cabe maior diligência na solução dos compromissos de que se oneram, declamam se inúteis. Ausentando se dos quadros de trabalho em que poderiam mostrar os préstimos de que são mensageiros asseveram, se imperfeitos desertando da luta capaz de conferir lhes mais amplo burilamento escrevem longas confissões de remorso. Sem ânimo de gastar ligeiros minutos na reparação dos erros em que se anunciam em cursos, proclamam se cansados, esquecendo se de que assim exigem mais dura cooperação dos semelhantes, em diversas ocasiões muito mais fatigados do que eles mesmos.

Intitulam se doentes, reclamando o sacrifício dos. Outros. Enculcam se, por vítimas do desencanto, veiculando o pessimismo com que esmagam as esperanças alheias, categorizam se por neurastênicos, angustiados, sem compaixão. Para com aqueles que lhe suportam a bile, acreditam, se perseguidos por espíritos inferiores, sem jamais ofertar lhes qualquer recurso de amor à renovação, lamentam, se colecionam, queixumes, exageram sintomas. Escusam se e choram ante a educação que ilumina e a Caridade que levanta. Imaginam se ignorantes e fracos malogrados e infelizes, muitas vezes mentalizando infortúnio e frustração, tédio e suicídio.

Transitam aqui e ali entre a desconfiança e o desânimo, sentindo se habitualmente desamparados e incompreendidos, destacando se onde surjam a maneira de sensitivas ambulantes, temendo ciladas e tentações. E encerram se, por fim, na reclusão de si mesmos, como que insulados e inertes estivessem conquistando a altura moral. Contudo, nada mais conseguem que a fuga do dever a cumprir, porque, se em verdade, procuram a apeticina libertação do mal. É imprescindível que entendam que a melhor maneira de extinguir se o mal será fazermos para com todos e em toda parte, a maior soma de bens. Emanuel, finalizamos a mais um evangelho no lar.

Agradecidos a Deus, nosso pai, a Jesus, médico de homens e de Almas, a Maria de Nazaré, nossa mãe namorada e aos nossos amigos trabalhadores da Vitória do bem, fiquem todos com Jesus e até amanhã, se Deus assim o permitir.