Transcrição do episódio
Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.
Queridos amigos, em sintonia com o plano maior, vamos realizar e vivenciar o nosso evangelho no lar, permitir que os nossos pensamentos se conectem a algo sublime para acolhermos. Os emissários de luz e amigos celestiais que vem em nosso auxílio trazendo a paz e o equilíbrio de que tanto necessitamos para o nosso crescimento espiritual do livro vida e caminho infeliz. De todos os infelizes por abraçar voluntariamente a condição de usurpador dos bens que pertencem à vida, ele surge talvez como sendo o mais desventurado, ilhado na sombra em que se lhe circunscreve o entendimento. Cristaliza se na solidão aprisionado no cárcere, que talhou para si próprio, enquanto os ricos de renovação e a atividade movimentam o ouro, imprimindo lhe a feição de pedestal da Beneficência ou de sangue do trabalho erige se em carrasco do dinheiro.
Segregando o em áreas empoeiradas, junto das quais se transforma mentalmente em víbora humana, pronta a aferir quem se lhe beire da moeda que o Descanso enferruja enquanto os ricos de simplicidade, de amor. Se entregam a refeição feliz que o suor do dever retamente cumprido converte em saboroso repasto. Senta se quase sempre sozinho, a mesa da penúria que arrasta roendo o pão endurecido que reservou a própria fome a fim de não desfalcar. Os vintens envenenados que a junta para ele reduz se à existência ao culto do azinhavre e do mofo, acreditando se indene da passagem do tempo, que lhe senhoreia os dias e lhe consome os tesouros.
Espiam no malfeitores impiedosos que lhe namoram a bolsa oculta, tentando furtar lhe a vida, e seguem no os milhafres do fisco, nele antevendo a presa fácil, enquanto a inveja e o despeito lhe contemplam, embevecidos. A lamentável loucura, de modo a lhe pilharem utilidades e a Veres tão logo caia desamparado ao golpe rijo da morte, semelhante mendigo a esconder se na furna da aflição e do desencanto carregando nos ombros. O esquif Dourado da miséria a que se acorrenta é o usuário comum que, em retendo o dinheiro, distante do progresso, flagela a própria alma, a gemer sob a treva que alimenta em si mesmo dementado e infeliz Emanuel.
Finalizamos a mais um evangelho no lar, agradecidos a Deus, o nosso criador, a Jesus, médico de homens e de Almas, e a Maria de Nazaré, nossa mãe, namorada, por todas as bênçãos recebidas. Que a paz. E a fraternidade seja emanada por toda a atmosfera terrestre como raios de luz, através de nossas vibrações, nesse momento tão sublime de mentes conectadas pela Vitória do bem. Fiquem todos com Jesus e até amanhã, se Deus assim o permitir.