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Meia noite. 12/05/2026.

00:07:01
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Transcrição do episódio

Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.

Queridos amigos, em sintonia com o plano maior, vamos realizar e vivenciar o nosso evangelho no lar, permitir que os nossos pensamentos se conectem a algo sublime para acolhermos. Os emissários de luz e amigos celestiais que vem em nosso auxílio trazendo a paz e o equilíbrio de que tanto necessitamos para o nosso crescimento espiritual do livro trilha de luz, meia-noite. Era perto da meia-noite. Paulo e Silas cantavam hinos a Deus e os outros presos os escutavam. Reveste se de profundo simbolismo aquela atitude de Paulo e Silas nas trevas da prisão. Quando numerosos encarcerado ali permaneciam sem Esperança, eis que os herdeiros de Jesus, embora dilacerados de açoites, começam a orar entoando hinos de confiança, o mundo atual, na esteira de transições angustiosas e amargas.

Não parece mergulhado nas sombras que precedem à meia-noite. Conhecimentos generosos permanecem eclipsados. Noções de justiça e direito, programas de paz e tratados de assistência mútua são relegados a plano de esquecimento. Animais furiosos aproveitam a treva para se evadirem dos recônditos escaninhos da alma humana, onde permaneciam guardados pela cobertura da civilização e tentam dominar as criaturas, empregando o terror, a perseguição e a violência. Quantos homens jazem no cárcere das desilusões, da amargura, do remorso e do crime através de caminhos desolados ao longo de Campos que as bombas devastaram dentro de sombras frias.

Há mães que choram, velhos desalentados, crianças perdidas. Quem poderá contar as angústias da noite dolorosa? Os aprendizes do evangelho igualmente sofrem perseguições e calúnias e em quase toda parte são conduzidos a testemunhos asperos. Muitos envolveram se nas nuvens pesadas. Outros esconderam se fugindo a hora de sofrimentos, mas os discípulos fiéis esses suportam ainda as sortes e pedradas e, não obstante as trevas insondáveis da meia-noite da civilização, oram nos santuários do espírito eterno. E cantam cânticos de Esperança, alentando os companheiros, enquanto raras Almas sabem perceber os primeiros rumores da Alvorada em virtude da sombra extensa, recordemos os devotados obreiros do mestre e busquemos na prece ativa.

O refúgio consolador se o mundo experimenta a tempestade, procuremos a oração e o trabalho, a fé e o otimismo, porque o outro dia abençoado está a nascer. E em Jesus Cristo repousa a nossa resistência espiritual. Emanuel, finalizamos a mais um evangelho no lar, agradecidos a Deus, o nosso criador, a Jesus, médico de homens e de Almas, e a Maria de Nazaré, nossa mãe namorada. Por todas as bênçãos recebidas. Que a paz e a fraternidade seja emanada por toda a atmosfera terrestre como raios de luz, através de nossas vibrações nesse momento tão sublime de mentes conectadas pela Vitória do bem. Fiquem todos com Jesus.

E até amanhã, se Deus assim o permitir.