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Na terra do coração. 27/05/2025.

00:06:26
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Transcrição do episódio

Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.

Caros amigos, iniciamos. O. Evangelho. No lar? Rogamos. A Deus. A vossa. Misericórdia para com todos os vossos. Filhos. Em desalinho com as vossas leis que a paz do mestre Jesus adentre todos os lares. Levando o auxílio e o Amparo a cada irmão necessitado, que o manto de Maria de Nazaré aqueça. Os nossos. Corações. Do livro reconforto na Terra do coração. Cultivemos os frutos do evangelho em nós mesmos, para que não nos faltem garantias a sementeira de paz e renovação, lembremo nos de que o solo do coração, de algum modo é semelhante à Terra comum. Para que o lavrador possa controlar a própria tarefa, efetua primeiramente as contas imprescindíveis, marcando as leiras que lhe receberão os cuidados de cada dia.

Também nós não podemos viver sem o Balanço das possibilidades que nos são próprias. Logo após, o homem do campo defende o trato de chão em que se movimentará, preservando o próprio trabalho contra a incursão de agentes daninhos. Por nossa vez, precisamos guardar no campo íntimo, irradiando sentimentos enobrecidos. Entre nós e o mundo externo, para que o assalto de elementos inferiores não nos destrua a. Esperança. Em seguida, o cultivador deixa que a Terra suporte a pressão do arado para que a boa semente encontre berço amigo de igual modo. Não podemos furtar o próprio espírito ao contato com o sofrimento que opera em nós.

Condições adequadas a plantação de valores que nos redimam mais tarde, vindo a germinação, não dorme o agricultor. De vez que lhe cabe a defensiva constante contra as pragas a lhe ameaçarem a obra ainda frágil, também nós outros não podemos repousar sobre as primeiras conquistas espirituais que realizamos. Porque é indispensável vigiar ante os golpes sutis das forças deprimentes que nos rodeiam. O esforço do preparar da Terra a colheita farta combate o lavrador dia a dia, até que o fruto precioso lhe enriqueça as mãos. E nós também, das primeiras noções de espiritualidade a Seara da própria sublimação, não podemos descansar porque de instante a instante, é imperioso corrigir e aperfeiçoar pensamentos e ideais, sentimentos e aspirações.

No santuário de nossa fé, não nos esqueçamos de que prudência, cautela, trabalho e devotamento são recursos que não nos será lícito menosprezar na lavoura do aperfeiçoamento próprio, se quisermos converter a própria vida. Com o Cristo em abençoado celeiro de amor e luz, Emanuel. Finalizamos a mais um evangelho no lar, agradecidos a Deus, nosso pai, a Jesus, médico de homens e de Almas, a Maria de Nazaré, nossa mãe namorada. E aos nossos amigos trabalhadores da Vitória do bem, fiquem todos com. Jesus. E até amanhã, se Deus assim. O. Permitir.