Transcrição do episódio
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Caros amigos, iniciamos. O. Evangelho. No lar rogamos. A Deus. A vossa. Misericórdia para com todos os. Vossos filhos? Em desalinho. Com as? Vossas. Leis. Que a paz do mestre Jesus adentre. Todos. Os lares. Levando o auxílio e o Amparo a cada irmão necessitado, que o manto de Maria de Nazaré aqueça. Os nossos. Corações. Do livro refúgio, problema do perdão, a divina tolerância. Não constitui subversão da ordem no campo da justiça? O perdão do senhor é sempre transformação do mal no bem, com a renovação de nossas oportunidades de luta e resgate no grande caminho da vida. Vejamos a Terra. Em sua função de escola de nossos espíritos endividados e reconheceremos, a bondade celeste, atuando de 1000 modos diversos, cada dia no serviço de reajuste.
Aqui, as feridas do corpo apagam o incêndio que ateávamos no passado. Buscando a destruição do próximo ali, enfermidades de diagnose obscura regeneram nossos velhos desequilíbrios do estômago ou do sexo, além padecimentos Morais, inomináveis, solucionam, compromissos pesados, assumidos. Por nós mesmos, à frente dos nossos semelhantes, acolá, na guerra fria da trincheira doméstica, antigos adversários permanecem jungidos uns aos outros, nas férreas teias das circunstâncias que lhes constrangem as Almas, a experiência comum. Enquanto houver dívida em nossa marcha, haverá reajustamento pela dor. É que, sendo Deus, amor e sabedoria, nossas ofensas não lhe atingem a magnificência e o Esplendor, nossas faltas atiradas a face do todo compassivo.
São como borrifos de lama, arrojados ao sol. Somos, porém, descendentes de sua luz e por isso mesmo a justiça nos rege. A bondade infinita do criador ou daqueles que o representam, nos afaga e desculpa sempre. Entretanto, nossa consciência jamais nos perdoa. A lei do eterno equilíbrio brilha em nós, indicando nos o caminho da ascensão, quando nos achamos quites com os seus decretos de bênçãos ou da reabilitação, se nos constituirmos seus devedores. Tenhamos desta forma, cuidado em não tisnar a alvura de nossa vestimenta interior, ou então empenhemos nossas melhores energias por refazer lhe a brancura, porquanto amanhã a vida nos pedirá contas do tempo e dos recursos.
Que nos foram emprestados e não nos ausentaremos do círculo escuro de nossas defecções Morais, enquanto não formos perdoados por nosso tribunal íntimo, de vez que, como criaturas de Deus, desejamos senhoriar a sublime herança que nos é reservada. Não há conta de mendigos ou mercenários da graça divina, mas, na posição de filhos redimidos de nosso pai celestial, Emanuel, finalizamos a mais um evangelho no lar, agradecidos a Deus nosso pai. A Jesus, médico de homens e de Almas, a Maria de Nazaré, nossa mãe, namorada e aos nossos amigos trabalhadores da Vitória do bem, fiquem todos com Jesus e até amanhã, se Deus assim o permitir.