Transcrição do episódio
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Caros amigos, iniciamos o evangelho no lar, rogamos a Deus a vossa misericórdia, para com todos os vossos filhos, em desalinho com as vossas leis, que a paz do mestre Jesus adentre todos os lares. Levando o auxílio e o Amparo a cada irmão necessitado, que o manto de Maria de Nazaré aqueça os nossos corações do livro perante Jesus, renunciação abandonar pai e mãe. A fim de nos confiarmos, a perfeita integração com o Cristo não será, de modo algum, a negação de nossos deveres domésticos, o esquecimento do nosso débito para com os progenitores e nem o deliberado abandono das nossas obrigações em família.
Para nos entregarmos ao desvario da delinquência, a verdadeira Renúncia não é desistência da luta edificante, eSIM o trabalho silencioso no auxílio aqueles que nos propomos auxiliar ou salvar quem renuncia com Jesus. Não se ausenta da paisagem de serviço, onde a vida lhe impõem dificuldades amargas e problemas difíceis, mas permanece fiel ao mestre no quadro de provações em que lhe cabe exercitar a humildade e a paciência. Aprendendo a apagar se na esfera do próprio eu, para o justo soerguimento daqueles que o cercam, quem sinceramente abandona os pontos de vista inferiores, desvencilhando se das pesadas algemas do egoísmo inquietante sob a inspiração do evangelho?
Guarda os ensinamentos recebidos e auxilia aos parentes e amigos afeiçoados e conhecidos com o desvelo e segurança. O apóstolo, aliás, nos adverte, se não sabemos amar no irmão que se encontra mais próximo de nós? Como poderemos amar a Deus que se encontra distante se não amparamos ao companheiro que vemos? Como conseguiremos auxiliar aos Anjos que ainda não podemos ver em matéria de renunciação? Não nos esqueçamos do exemplo do senhor vilipendiado escarnecido. Dilacerado e crucificado, Jesus renuncia ao contentamento de permanecer em seu Divino apostolado na Galileia, aceitando o extremo sacrifício, mas ao terceiro dia depois do transe da morte, sob a eterna claridade da ressurreição, ei, Lu, que volta.
Aos beneficiários indiferentes e aos discípulos enfraquecidos, revelando a qualidade do seu amor excelso e sublime pela humanidade inteira. Abandonar os que convivem conosco, portanto, por amor ao evangelho, é calar os pruridos de nossa personalidade. Exclusivista e gritante, para ser dos mais úteis no anonimato da compreensão e da Caridade para seguirmos ao Cristo, não basta esquecer o mal eSIM plantar sobre a ignorância e sobre a penúria que o produzem, a lavoura divina do verdadeiro bem. Emanuel, finalizamos a mais um evangelho no lar, agradecidos a Deus, nosso pai, a Jesus médico de homens e de Almas, a Maria de Nazaré, nossa mãe, namorada e aos nossos amigos trabalhadores da Vitória do bem.
Fiquem todos com Jesus e até amanhã, se Deus assim o permitir.