Transcrição do episódio
Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.
Queridos amigos, em sintonia com o plano maior, vamos realizar e vivenciar o nosso evangelho no lar, permitir que os nossos pensamentos se conectem a algo sublime para acolhermos. Os emissários de luz e amigos celestiais que vem em nosso auxílio trazendo a paz e o equilíbrio de que tanto necessitamos para o nosso crescimento espiritual do livro somente e amor, sonho e trabalho. Ao sei ao alto olhar um dia como quem desejasse adivinhar que prodígio de sóis encontraria no celeste Esplendor do eterno lar, vendo constelações e nebulosas lançando irradiações maravilhosas. Indaguei do mentor que seguia a meu lado na faixa de trabalho a que me abrigo, queria saber, prezado amigo, se todo este universo que entrevemos astros e luzes pelo céus supremo vem a ser limitado ou ilimitado?
Onde se ocultaria a Rute, lá nascente, a luz primeira da primeira fonte do universo, esplendente a vibrar e a fugir acima do Horizonte, na bondade que marca os instrutores. Ele apenas me disse, irmã do Loures, conhecimento. Exige gradação, não faças do porvir, um ponto de aflição. Sigamos passo a passo, sem antecipações do tempo ante as forças do espaço. Aprimora, te estuda em forma e ensina, mas fitando as alturas. Não tentes alcançar em visões prematuras todo o excelso fulgor da grandeza divina. Interrompeu, se um tanto, ao pisarmos na Terra, e prosseguiu depois, em tom profundo, nota, irmã, este nosso antigo mundo, quantas lições encerra?
Quem nos explicará conscientemente o segredo interior de uma simples semente? Que força existirá na flor que desabrocha? Como entender a formação do mar e a gênese da rocha? É preciso, porém, caminhar, caminhar e servir por dever. Outros pesquisarão, na luz da inteligência, os princípios celestes da existência. Quanto a nós, entretanto, vendo tantos irmãos em dura prova, sem mágoa e sem espanto, cabe nos acender a luz da vida nova. E construir o bem ao suprimir a dor. Busquemos o trabalho que nos chama. Não há tempo a perder. Vemos por toda parte o mundo que reclama. Quanta coisa a fazer por agora.
É impossível definirmos por nós os mundos de alto nível. Mas podemos ouvir do Palácio, achou pana toda tribulação que atinge a vida humana. Quantas mães temos hoje a confortar, marcadas pela dor que lhes aflige o lar? Quantos homens leais aguardam Fortaleza a fim de prosseguir na luta que os retém? Sustentando no mundo a Batalha do bem. Quantos irmãos doentes sem defesa, quantos pedintes amargando crises, quantas crianças tristes e infelizes, quantos amigos já asem, mutilados, quantos deles se arrastam, desprezados? Quantos barracos tombam sob o vento, quantas mansões guardando o sofrimento? Quantos homens tentando a deserção da vida?
Como paralisar tanto o impulso suicida na pausa do instrutor que, silenciará atento, fitei de novo a luz do firmamento? E de olhar retomando a vastidão do mundo, eis que meditação impresse, me aprofundo e concluir, de mim para comigo, Deus de infinito amor por tudo, te agradeço. Não me deixes, porém, pensar em céus que eu ainda não mereço dá me forças. Na estrada em que prossigo a Terra que nos deste é o nosso imensular, faz me trabalhar, ajuda, me senhor, a espalhar a Esperança, a cultivar o amor e deixa me aceitar e compreender tanta gente a lutar, tanta coisa a fazer Maria do Loures. Finalizamos a mais um evangelho no lar, agradecidos a Deus, o nosso criador, a Jesus, médico de homens e de Almas, e a Maria de Nazaré, nossa mãe, namorada por todas as bênçãos recebidas.
Que a paz e a fraternidade seja emanada por toda a atmosfera terrestre como raios de luz, através de nossas vibrações nesse momento tão sublime de mentes conectadas pela Vitória do bem. Fiquem todos com Jesus e até amanhã se Deus assim. O permitir.