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Momento Espírita - Edição 02/11/2025

00:36:39
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Transcrição do episódio

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Premos sorteando na edição de hoje, entre os ouvintes que nos mandarem um WhatsApp dizendo que querem ganhar o livro lembranças que o tempo não apaga, do espírito Antônio Carlos, pela médium Vera Lúcia marisek de Carvalho, editora pet, ligue, 1498 105. 1535. A equipe de momento espírita nesta edição, na sonoplastia e supervisão técnica, o Leandro Carvalho e o Augusto Tavares, nesta apresentação, a Luciana Assis e Cláudio Zacarias. A passagem do dia de Finados reacende as saudades dos entes queridos que já se foram. É tempo de recordar aqueles com quem estivemos convivendo mais de perto, na grande parte das vezes, por muitos anos, as imagens que deixaram em nossa vida.

Plenas de boas lembranças ainda pululam em nossa mente. Onde estarão eles agora? Evidentemente, não é a pergunta que todos fazem. Quem não crê na continuidade da vida, no máximo, só pode satisfazer se com uma intensa e amarga saudade, um sentimento de ausência, porque não mais existe. E com quem nunca mais poderá se encontrar? Os que acreditam na alma, mas concebem que esta é a única vida que temos na Terra, oram para que seus entes queridos se salvem da condenação eterna e ganhem as bem bem aventuranças dos céus. Vocês já imaginaram o drama de uma mãe que ganhasse o céu e lá permanecesse por toda a eternidade, sofrido pelo filho que foi condenado às dores cruéis do inferno?

De que céu poderia essa mãe desfrutar? Os espiritas têm a certeza da imortalidade, mas também têm a certeza da anterioridade e da continuidade da vida. A imortalidade não é apenas viver uma vida e através dela definir seu destino para sempre, sem nenhuma oportunidade de retomar suas experiências. Aliás, segundo o espiritismo, não teria cabimento, nos planos de um Deus perfeito e bom, que o espírito fosse criado para viver apenas alguns poucos anos na Terra. 5 ou 10, talvez 20 5080 anos de idade. Diante da eternidade. E assim mesmo, para cada um deles, uma experiência totalmente diferente e baseando se apenas nisso, ser julgado de forma definitiva para todo o sempre.

Por isso que para o espírita não há lógica na doutrina da vida única e da eternidade das penas. Onde estariam nossas crianças que não tiveram tempo de viver? Onde estariam os deficientes mentais que sequer compreenderam o sentido da vida? Onde estariam os que deixaram este mundo a 100, a 200 ou 300 anos atrás, cujo os nomes não são mais nem lembrados? Vivemos neste planeta uma ínfima parte de nossa longa existência, isto aqui é apenas a ponta do iceberg. Já vivemos antes e vamos continuar a viver depois. Nossos entes queridos que já nos deixaram, seja qual for a idade com que partiram, criança ou jovem, adulto ou idoso, continuam se aperfeiçoando em busca de Deus.

Somos seres que jornaldeiam através das reencarnações com vistas à própria perfeição. A vida aqui, embora importante, é uma dessas curtas passagens pela qual somamos experiências que nos estimulam ao pleno desenvolvimento. Quando nascemos, estamos procurando aperfeiçoamento de acordo com as leis da evolução. Quando deixamos a Terra, concluímos mais uma etapa e começamos outra, de preparação para novas experiências evolutivas. A vida é um ciclo de constante recomeçar. Nossos entes queridos que, na linguagem comum, morreram, na verdade continuam mais vivos do que nunca, já passaram por mais uma etapa.

Estão vivenciando novas situações ou na espiritualidade, numa fase de preparação ou em uma outra encarnação, quando já retornaram à Terra em algum lugar, talvez até mesmo bem perto de nós, sem que tomemos conta disso? Finados, portanto, é um dia de homenagem aos que se foram. Por mais difícil que tenham sido nossas relações com eles, certamente diante do fenômeno da morte, muita coisa já refizemos em Nosso Sentimento em relação a cada um deles, porque nada melhor que o tempo para sopesar o significado da convivência nesses neste dia 2 de novembro, estamos lembrando deles. E lhes oferecemos um pensamento de paz, um sentimento de saudade, dizendo lhes que, apesar de tudo, nós respeitamos e amamos e queremos para eles todo o bem deste mundo e de Deus, não importa onde se encontram neste momento, eles de fato recebem as nossas preces, porque a prece é uma força espiritual que se irradia do coração para levar a mensagem de paz.

E Alegria ao coração de quem amamos. Estejam onde estiverem. E se algum deles já se encontra novamente perto de nós, reencarnado tanto melhor. A bondade de Deus é tão grande e sua sabedoria tão perfeita, que nunca nos falta ocasião de reatar nossos laços de afeto para começar tudo de novo. Deus é pai de bondade e misericórdia, como disse Jesus. Vamos iniciar este segmento com uma pergunta feita inúmeras vezes por ouvintes sobre a oração pelos mortos. Algumas religiões dizem que não adianta orar pelos mortos porque a sorte deles já está definida. Se se arrependeram e se voltaram para Jesus, já estão salvos.

Mas se não se arrependeram e continuaram distantes de Jesus, estão destinados ao inferno. Eu gostaria de saber como os espiritas pensam sobre isso. Para o espiritismo, uma posição tão radical como esta de não admitir oração pelos irmãos que já foram desta vida, principalmente se tratar de um ente querido nosso, contraria diferente a ideia de um Deus bom e misericordioso. Ou Deus é misericordioso ou não é. Não existe meio, meio misericordioso. Quero dizer, Deus não poderia ser misericordioso em relação aos vivos e não misericordioso em relação aos mortos. Deus é a Suprema bondade e a única perfeição.

Os ensinamentos de Jesus estão bem claros nos evangelhos. Com relação a isso, Allan Kardec aborda bem esta questão no evangelho segundo o espiritismo. Mesmo que se admita que só existe uma única vida e que após esta vida a alma poderia ser feliz ou infeliz conforme seu procedimento na Terra, mesmo assim, a ideia de que algum filho de Deus, depois da morte, vai se achar completamente desamparado da misericórdia divina é incoerente e inteiramente absurda. Kardec argumenta sobre a Terra quando um homem é condenado à prisão perpétua, mesmo no caso, se não ter qualquer Esperança de obter graça, é proibido a uma pessoa caridosa ir sustentar suas Correntes para aliviar seu peso.

Quando alguém é acometido de uma doença incurável, pelo fato de não existir nenhuma Esperança de cura, é certo abandoná lo de vez. Sem lhe dar nenhum Alívio. E continua Allan Kardec imaginar que entre os condenados pode se encontrar uma pessoa que foi cara, um amigo, talvez um pai, uma mãe ou um filho, porque lhe recusareis um copo de água para estancar lhe a sede 1 bálsamo e para secar lhe as feridas. Não lhes daria isso um testemunho de amor e de Consolação? Não, isso não seria cristão. Uma crença que resseca o coração não pode se aliar AAA crença em um Deus que coloca em primeiro lugar entre os deveres humanos o amor ao próximo.

Kardec explica que mesmo a pessoa considerando a eternidade das penas, este fato não implica em a negação de uma pena temporária, porque Deus, na sua justiça, não pode confundir o bem com o mal. Desse modo, negar a necessidade e o valor da prece seria negar a eficácia da Consolação do encorajamento e dos bons conselhos, seria negar a força que tira da assistência moral daqueles que nos querem bem e nos socorrem nas horas difíceis. No entanto. Como não existe sofrimento eterno para a doutrina espírita, a prece tem uma finalidade ainda mais elevada, porque ela ajuda também aqueles que caíram em erro, que saíram desta vida, muitas vezes esmagados por um sentimento de culpa, de que tenham que de que tentam se liberar.

Aliás, são os sofredores do mundo espiritual os que geralmente são chamados de mortos. Que mais precisam de nossas rogativas, quanto mais difícil a situação em que se encontram. Quanto mais mal eles fizeram, mais eles precisam de Deus. E, nesse caso, a oração em seu favor ser lhe iam de grande Alívio. Não foi Jesus quem disse que. Os que são os são, não precisam de médico ou, em outras palavras, os que mais precisam são os que mais estão mais distantes do bem. Bem ouvintes, vamos agora ver alguns itens importantes de como a doutrina espírita trata o tema Finados e funerais. Podemos localizar esse tema em um livro dos espíritos nas questões.

320 a 329. Os espíritos ficam sensibilizados quando são lembrados pelos que amaram na Terra. Às vezes, mais do que poderes crer. Se eles estão felizes, essa lembrança lhes aumenta a Felicidade. Se eles estão infelizes, são para eles um Alívio. O dia de Finados tem alguma coisa de mais solene para os espíritos? Eles se preparam para vir visitar os que vão orar sobre seus túmulos. Os espíritos atendem aos apelos pelo pensamento nesse como em qualquer outro dia, esse dia, para eles, é um encontro junto às sepulturas. No dia de Finados, como um número de maior pessoas estão no cemitério, existem mais pessoas que os chamam.

Mas cada um vem por causa dos amigos e não pela multidão dos indiferentes. Pergunta 323, a visita ao túmulo dá mais satisfação ao espírito do que uma prece em bem feita em sua intenção? A visita ao túmulo é um modo de manifestar o que se pensa do espírito, ou seja, a sua imagem. Mas é a prece que santifica o ato de lembrar, pouco importa o lugar, se ela é ditada pela pelo coração. Na 325 pergunta de onde vem? De onde provém o desejo de certas pessoas de serem enterradas em determinado lugar? Elas reveem esse lugar com mais satisfação depois da morte. A afeição do espírito por certos lugares pode indicar seu grau de inferioridade moral, que vale um pedaço de Terra mais do que outro para um espírito elevado.

Ele não sabe que se reunirá aos que o amam, mesmo quando seus ossos estiverem separados. Outra pergunta, voltando à vida espiritual, a alma fica sensibilizada com as homenagens prestadas aos seus despojos mortais. Quando o espírito alcançou um certo grau de perfeição, não tem mais a vaidade terrena e compreende a futilidade de todas essas coisas. Há espíritos que nos nos primeiros momentos da vida espiritual, sentem um grande prazer com essas homenagens. Ou um desgosto com o abandono de seus despojos, porque ainda conservam alguns preconceitos do mundo. Bom atenção, ouvintes, livro que estaremos sorteando na edição de hoje, entre os ouvintes que mandarem um WhatsApp dizendo que querem ganhar o livro lembranças que o tempo não apaga, do espírito Antônio Carlos, pela médium Vera Lúcia marisek de Carvalho, editora petit.

Ligue 14 98105-1535. Próxima questão, vamos a mais uma questão levantada pelo nosso ouvinte de bera Cruz e que diz o seguinte. Na revista espírita, outubro de 1858, assassinato de 5 crianças por outra de 10 anos. Problema moral Lemos, em sua existência anterior, ele pertencia à Terra ou a um mundo mais atrasado? Resposta. Não o vejo bem, contudo, devia pertencer a um orbe bem mais inferior do que a Terra. Teve a ousadia de vir à Terra, por isso será duplamente punido. Pergunto, esse entendimento não está em contradição com a doutrina espírita, que afirma que a evolução dos espíritos começa na Terra por meio de muitas encarnações?

Pode ser, prezado ouvinte, a resposta do espírito parece um tanto despretensiosa. Ele não deu tanta importância à questão e apenas deu uma opinião pessoal, sem um exame mais apurado. Quando ao início do processo evolutivo do espírito, pode se dar tanto na Terra como ou em outro mundo. Não é isso que está anão é nisso que está a contradição. Kardec deixou claro que o processo evolutivo ocorre em diferentes ordens, a questão é saber como que um determinado espírito, partindo de um mundo primitivo, pôde, por vontade e a iniciativa própria, vir parar na Terra em pleno século 19. Ao que nos parece, essa migração de um mundo para outro se dá em momentos precisos.

Quando determinado mundo está sofrendo uma significativa mudança de ordem moral. A próxima questão vem do mesmo ouvinte da de Vera Cruz e diz o seguinte. Qual o critério, mecanismo exato dentro da estrutura da doutrina espírita, que define ao ponto de equilíbrio e o momento correto para que um princípio fundamental estabelecido seja modificado ou abandonado? Em outras palavras, como se distingue uma nova verdade universalmente aceitável que deve ser incorporada de uma ideia nova? Ou de uma teoria científica transitória que deve ser rejeitadas ou aguardada, mantendo se a coesão e a unidade doutrinária original.

Princípio fundamental é um Pilar mestre da doutrina. É a partir dos princípios fundamentais que ela se ergue como se fosse OAO alicerce ou a fundamentação que vai manter a doutrina em pé, comparando a doutrina a um grande edifício. Os princípios fundamentais da doutrina estão na obra de Alan Kardec e devem ser observados com rigor, todos ao mesmo tempo, pois se faltar um dos fundamentais, não teremos mais a doutrina. Vamos tentar sintetizar tais princípios, existência de Deus, imortalidade da alma, comunicabilidade dos espíritos, reencarnação, pluralidade dos mundos. Lei de causa e efeito fé raciocinada moral ensinada por Jesus.

Lei de evolução. Logo, esses princípios não mudam. É a parte imutável da doutrina. O que pode vir após eles ou em decorrência deles, é o que se pode ser mudado e o que certamente está sujeito a atualizações. Há mais de 160 anos. Quando Kardec publicou o seu trabalho, esses princípios eram os mesmos. No entanto, existe a parte mutável da doutrina, que é aquela que vai se ajustando às novas revelações e as novas descobertas da ciência e ao desenvolvimento social. Como o espiritismo não é uma instituição religiosa e nem possui uma hierarquia de poder, ninguém pode decidir em nome do espiritismo. O que pode ser aceito ou não pela doutrina?

Kardec sugere que o critério a ser utilizado para adoção de novos princípios ou novas descobertas ou revelações é da universalidade, uma ideia nova que fosse adotada apenas por um número de reduzidos de pessoas, não se imporia. É desse modo que os espíritas devem se reunir em congressos. Levar os temas novos para serem discutidos à luz dos princípios fundamentais da doutrina e possíveis atualizações dentro dos conhecimentos filosóficos e científicos, segundo o critério da universalidade. Questões dessa natureza existem sempre devido ao longo período que nos afasta de Kardec um desses temas, por exemplo, sobre a questão da eutanásia.

Face aos novos recursos da medicina, tem sido trazido aos congressos médico espíritas. Como nós sabemos, desde o início o espiritismo se posicionou contra a eutanásia, que é a morte, impingida à pessoa que se encontra em sofrimento, mas não morre. Contudo, com os processos de prolongamento artificial da vida desses pacientes de forma indefinida, como o espiritismo poderia se posicionar? Os estudos e discussões envolvendo integrantes das associações médico espíritas nacional e Internacional chegaram à conclusão que medicina tem por obrigação dar condições para que o paciente tenha uma morte natural.

Isso quer dizer, em última análise, que tanto a eutanásia antecipar a morte. Quanto a utilização de instrumentos para prolongar indefinidamente a vida, a distanásia contrariam a postura do equilíbrio, do respeito humano e da caminhada natural do espírito, ferindo um princípio da doutrina. A distância faz sentido numa situação específica, em que ainda há chance de retorno à vida, logo os médicos espíritas. Optaram pelo pela ortotanásia ou morte natural. Desse modo, eles se exposicionaram sobre um tema novo tratado à luz dos princípios espiritas. Atenção, ouvintes, livro que estaremos sorteando na edição de hoje entre os ouvintes que mandarem um WhatsApp.

Dizendo que querem ganhar o livro lembranças que o tempo não apaga do espírito Antônio Carlos, pela médium Vera Lúcia marinzek de Carvalho, editora petit ligue, 14 98105-1535. Atenção, ouvintes. Neste mês de novembro, centro espírita caminho de Damasco completa 86 anos de atividade. Para lembrar a data, teremos uma palestra aberta ao público no dia 22 de novembro, é um sábado às 20:00, com um dos expositores mais consagrados da região. Estará entre nós Edgar Miguel, expositor da cidade de Bauru. Desde já todos estão convidados. As atividades espíritas que se encontram no lar, meio mail, senhores pais e responsáveis.

As atividades de evangelização infantojuvenil acontecem todos os domingos, a partir das 9:45, no lar meia e meia e às 10:00, a reunião da Mocidade. A livraria batuíra do caminho de Damasco, que empresta livro de DVDSE outras publicações a quem se interessar, permanece aberta durante as reuniões de passe. Os passes são aplicados diariamente no centro menos quintas feiras, sempre às 18:00. As crianças, acompanhadas dos pais, recebem passes a partir das 17:30. Reuniões de estudo do centro, segunda-feira estudo do livro dos espíritos, terça-feira grupo de leitura da obra Paulo Estevão Germano, psicografada por Chico Xavier, quinta-feira estudo do evangelho e sexta-feira leitura em grupo de uma obra de André Luiz.

Atualmente estamos iniciando a obra libertação. Existem muitas coisas aqui, às vezes não damos o devido valor a vida, por exemplo, a vida é uma bênção divina. Através dela podemos ser felizes e proporcionar a Felicidade aos outros. Por isso é preciso defender a vida, a nossa vida e a do próximo. Pena de morte, aborto, suicídio e eutanásia são formas de violência contra a vida com as quais não podemos concordar. Lutemos em defesa da vida, pena de morte, um crime não justifica outro crime. Diga não, suicídio, um gesto infeliz, dê uma chance a você mesma. Existe sempre alguém para ajudá lo aborto, um ato de covardia.

A vítima não pode defender se eutanásia uma ação criminosa. Com confiança em Deus e o firme desejo de obedecer suas leis, a vida terá outro sentido. Mensagem, defesa da vida. Apoio federação espírita brasileira. Dias atrás, alguém pediu uma explicação para a seguinte situação. Uma mulher praticou o aborto e depois se arrependeu. Se ela ficou grávida de novo, ela pode receber esse mesmo espírito como filho. E se esse espírito não quiser viver, não quiser vir. Possibilidade sempre existe, mas ninguém pode garantir isso naturalmente. Anão ser por uma necessidade imperiosa, o espírito que teve sua encarnação impedida de forma tão violenta e impiedosa, sofre um choque emocional muito grande e, talvez por instinto de conservação, queira se afastar imediatamente das mãos que o agrediram.

Podemos considerar, no entanto, 2 outras possibilidades. Ao falarmos da necessidade imperiosa, estamos nos referindo aqui a algum plano da espiritualidade com relação a esse espírito. É possível que os encarregados de providenciar essa encarnação achem por bem insistir, até porque acreditam no arrependimento da mulher que causou o aborto, acreditam que ela queira, de fato se redimir. É possível, ainda que esse espírito esteja insistindo na sua reencarnação, que não desista? Que não desiste em prosseguir tentando, até porque essas tentativas possam fazer parte de suas necessidades evolutivas. Explicamos melhor, embora o aborto provocado seja uma violência contra a vida e deva ser evitado a situações em que essa frustração que impede o espírito de Renascer.

Faça parte de suas experiências, sobretudo da necessidade de recuperar as condições do perespírito. Não podemos esquecer que essa mulher deve ter seus méritos, tanto assim que ela se arrependeu. Se ela acreditar nesse retorno, deve trabalhar para isso. E isso tudo que falamos, porém, são hipóteses, porque cada caso é um caso e cada espírito na tentativa de reencarnar. Tem suas próprias necessidades e possibilidades. O livro que vamos sortear logo mais entre os ouvintes que mandarem um WhatsApp dizendo que querem ganhar o livro lembranças que o tempo não apaga, é do espírito. Antônio Carlos, pela médium Vera Lúcia marezeca de Carvalho, da editora petit contacte, 98105-1535.

Estudando a doutrina espírita, o fim do mundo. Conta escritor e cientista Isaac asmov que em 1831, um religioso com grande poder de persuasão, William Miller, da nova Inglaterra, passou a profetizar para seus fiéis que o mundo acabaria em 3/04/1843, dizendo se basear inteiramente na bíblia. Quando esse dia chegou, seus seguidores se reuniram no topo das Colinas e nos cemitérios para esperar o fim. Muitos deles queimaram seus bens, deram bens aos outros e à igreja. Como o fim não chegou em 3 de abril, Miller determinou outra data. Muitos crentes se reuniram novamente naquela data. Desde então, porém, o movimento de minion começou a se esvaziar e conta se que nesses supostos últimos dias do mundo, o celeiro e a dispensa de miner estavam abarrotados.

Não sabemos desde quando o ser humano tomando consciência do poder, da natureza e da existência dos deuses. Passou a alimentar a ideia do fim do mundo, evidentemente devido às limitações de cada época, os as grandes calamidades naturais, como as tempestades, os os vulcões, as cheias, os terremotos e os meterioritos, que vezes ou outra impactam o solo, o medo e o desespero tomavam conta das populações que no passado remoto eram pequenas e estavam circunscritas a região. Limitados. Todavia, a profecia do fim do mundo, ou a ideia de que um dia o mundo se acabaria fisicamente nasceu da crença no castigo de Deus a bíblia e outros livros sagrados também, por exemplo, se referem ao dilúvio e a destruição de Sodoma e gomorra como manifestação da ira ira divina.

O fato é que em todas as épocas, antes e depois de Cristo, essa ideia estapafúrdia sempre existiu e continua existindo até hoje, alimentando as imaginações, semeando o medo e a submissão aos que se aproveitam da ignorância do povo. Do nosso ponto de vista, somente o homem, na sua ignorância e estupidez, pode destruir a vida sobre a Terra. O que seria para nós o fim do mundo? Mas não queremos acreditar que vamos chegar a esse ponto. Porque então tudo o que fizemos pela própria humanidade teria sido em vão. Mas se um dia, segundo o Chico Xavier, não tivemos mais condições de habitar este planeta, Deus nos concederá outro mundo para darmos continuidade à nossa evolução.

Afinal, somos espíritos imortais. Talvez tenhamos chegado a um momento decisivo que precisa ser encarado com seriedade e sem alarde para que possamos conhecer o novo céu e a nova Terra a que Jesus se referiu. Hoje vamos ao sorteio, vamos para o sorteio do livro entre os ouvintes que entraram em contato conosco. O livro lembranças que o tempo não apaga do espírito Antônio Carlos, pela médium Vera Lúcia marinzek de Carvalho, da editora petit. O livro saiu para o ouvinte marinalda Gomes da Silva Melo, da cidade de Três Marias, em Minas Gerais. Marinalva aguarde que lhe estaremos enviando pelos Correios, o livro.

Prezados ouvintes, a nós agradecemos aqui a sua Marvel audiência e a sua atenção. E se vocês permanecerem na web rádio meio e meio, vão assistir. Em seguida, perspetiva com Mário de Carvalho e Victor berno. Obrigado ouvintes pela audiência, fiquem com Deus e até a nossa próxima apresentação. E para encerrarmos, agora vamos ouvir uma mensagem espiritual na voz de Chico Xavier. Você. Guarda a impressão de haver esgotado o estoque de todos os seus recursos em determinada tarefa de amor. Mas se você perseverar um tanto mais no devotamento, ninguém pode prever os louros de luz que brilharão em seu passo.

Você está doente e pretende obter? Licenças de longo prazo. Mas se você continuar um tanto mais em serviço, ninguém pode prever o Tesouro de forças novas que lhe aparecerá no caminho. Você encontrou imensas dificuldades no exercício das boas obras e anseia fugir delas. Mas se você persistir um tanto mais. Na construção da Beneficência, ninguém pode prever o triunfo que as suas horas recolherão nas Fontes vivas da Caridade. Você acredita que não pode tolerar o amigo importuno, o filho teimoso, o irmão inconsciente, a esposa inconstante ou marido insensato? Mas se você suportar um tanto mais a luta em família, ninguém pode prever a extensão do júbilo por vindouro em seu ninho doméstico, você supõe que o azar é seu clima e chora a porta do desespero.

Mas se você cultivar um tanto mais. De fidelidade às próprias obrigações, ninguém pode prever a amplitude do seu êxito no amanhã que vem perto. Você experimenta enorme cansaço e não quer dar ouvidos ao companheiro de longa conversa. Mas se você esticar um tanto mais o seu sacrifício, ninguém pode prever os prodígios. Da colheita de bençãos que surgirão dos seus Breves minutos de gentileza. Observe que você mesmo, para realizar isso ou aquilo, exige incessantemente dos semelhantes um tanto mais de bondade, um tanto mais de cooperação, um tanto mais de tempo, um tanto mais de carinho. O gênio. É a paciência que não se acaba.

É justo que você deseje um tanto mais de Felicidade, mas para isso é necessário que você ajude um tanto mais a Felicidade dos outros. Repare você as lições da vida e compreenderá que a Vitória no bem é sempre trabalhar. Conforme o dever e servir um tanto mais.