Capa do podcast Momento Espírita - Rádio Meimei - Centro Espírita Caminho de Damasco - Garça, SP Momento Espírita - Rádio Meimei - Centro Espírita Caminho de Damasco - Garça, SP

Momento Espírita - Edição 05/07/2026

00:35:42
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Transcrição do episódio

Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.

Muito bom dia ouvinte, estamos de volta com mais uma edição de momento espírita. Falamos dos estúdios da web rádio memei, na avenida doutor labieno da Costa Machado, em Garça, São Paulo. Este mesmo horário você pode acompanhar momento espírita pelo seu rádio sintonizando AA Rádio Nova alternativa FM 98,7 quilohertz. Aos domingos você assiste os programas saúde e espiritualidade de você, momento espírita e perspetiva com imagem e áudio no site e aplicativo da rádio webmail MEI. No YouTube e no Facebook, mas há muitos outros programas em podcast e você pode acessar o site www.radiomeimei.com.br.

Ou pelo aplicativo ou através do Spotify. Estamos em 5/07/2026 estação e inverno. Nossos cumprimentos a você e a todos que nos acompanham. Temas desta edição. A vida vale pela sua profundidade, não pela sua duração. A luta interior de quem sabe conviver com pessoa difícil. Como explicar o sofrimento coletivo ante os desastres naturais? Porque os? Gritos superiores não revelam toda a vida de Jesus. A lição de Jesus ante as tempestades da vida. Por que existe destruição na natureza? Lar meia e meia aguarda você na festa das Cerejeiras. Participe de momento espírito enviando perguntas ou comentários por WhatsApp para o 14981051535?

E o livro que vamos sortear logo mais entre os ouvintes que nos mandarem um WhatsApp dizendo que querem ganhar o livro quando passado nos alerta de Antônio Carlos pela médium Vera Lúcia marinzek de Carvalho editora petite ligue 14981051535. Equipe de momento espírita na sonoplastia, supervisão técnica, Leandro Carvalho. O Cláudio atende aos ouvintes e a apresentação hoje é de Sônia marre e Marco Cavalcanti. Prezado ouvinte, prezada ouvinte. Prestem atenção e reflitam sobre esta mensagem do filósofo brasileiro Roberto roden, intitulada no cenário da vida. Não importa qual homem, qual o papel que te coube no drama da vida, rei ou vassalo?

Milionário, mendigo, filósofo ou analfabeto, não importa se o mendigo no palco desempenhar bem o seu papel de mendigo, receberá mais aplausos do que o rei que não souber fazer o papel de rei. Mas vale desempenhar com inteligência o papel de tolo do que tolamente fazer o papel de inteligente. Quando houveres desempenhado do melhor modo possível o teu papel? Brilhante ou humilde no cenário da vida, não esperes pelos pelos aplausos da plateia desaparecem em silêncio por trás dos bastidores, do esquecimento, da ingratidão ou da morte por todo o bem que tu fizeres. Espera todo o mal que não, Farias, se a plateia te aplaudir, agradece a boa intenção, mas não contes com isso, se a plateia te vaiar.

Tolera injúria, mas não te entristeças por isso. Não vale uma lágrima nenhum sorriso, todos os elogios ou maldições do mundo. Não é Santo porque os homens o dizem, nem és criminoso, porque os homens o afirmam. Seja de suficiente galardão a consciência do dever cumprido do melhor modo possível. Não necessita de apoteose verbal. Quem dentro de si traz apologia real da justiça e da verdade, pode sofrer sereno e calmo todas as vaias do mundo. Quem não buscou os aplausos dos homens? Mas feliz se sente na derrota do que na Vitória. Quem não é derrotado por Vitória alguma mais luminosa é para o herói a escuridão dos bastidores.

Do que para o covarde, o fulgor da ribalta, não vale a vida pela extensão que ocupa no tempo ou no espaço, vale pela intensidade com que é vivida. Questão que fomos buscar em nossos arquivos, enviada por uma ouvinte de momento espírita. Tem uma pessoa em minha família que eu não suporto. Eu sei que essa pessoa tem qualidades e que eu tenho muitos defeitos. Isso tudo eu sei. Mas assim mesmo, não consigo pensar nela nem sentir sem sentir raiva, principalmente quando ela faz alguma coisa que não me agrada. Aí eu fico mais nervosa ainda. Ela não fala nada, mas olha para mim como se fosse minha inimiga.

Eu sei que estou errada diante do evangelho de Jesus. Sei e preciso mudar, mas não sei. Como fazer? Talvez esse seu sentimento em relação ao familiar provenha de experiências passadas, mas isso não é o mais importante. Se você já tem conhecimento espírita e, portanto, já tem consciência de que deve mudar um passo importante foi dado, falta começar a dar o próximo passo. Com certeza não há uma forma, uma fórmula pronta ou uma receita perfeita para lhe passar. Anão ser aquelas diretrizes de vida ensinadas por Jesus, mas mesmo assim, vamos comentar o caso para ajudá la a encontrar uma saída. Quando acontece em situações como essa, de sentirmos uma versão natural por alguém, podemos tomar 2 cuidados.

Primeiro, não nos estranharmos. É possível que essa versão tenha algum motivo que desconhecemos. Não devemos nos culpar por isso. Não devemos nos punir, exigindo mais do que podemos dar. Em segundo lugar, precisamos aprender a lidar com esse sentimento. As emoções Fortes de aversão são como pedras brutas e feias que encontramos escondidas na natureza. Se quisermos transformar essas pedras em joias brilhantes e belas, precisamos lapidá las. É o que acontece com os sentimentos. E por que não lapidar o sentimento? Por que não transformá lo de uma Pedra bruta em uma Pedra brilhante? Eis o desafio da vida.

Quando o ourives toma nas mãos uma Pedra bruta e reconhece a sua qualidade, ele reúne a paciência e as ferramentas necessárias para obter. Para poder transformar. Além disso, mesmo antes de iniciar seu trabalho, precisa imaginar como essa Pedra vai ficar depois de trabalhada. Imagina a joia em que a Pedra vai se transformar. Daí para frente, sempre preservando na mente a imagem da joia que quer criar. Ele passa a agir com habilidade e paciência. Trata se de um trabalho delicado e demorado. Trabalhar um sentimento bruto para transformá lo num sentimento sublime é mais ou menos assim, se queremos amar uma pessoa, precisamos nos fixar nas suas qualidades, assim como ourives se fixa nas qualidades da Pedra.

É imaginando o que ela tem de bom, é antecipando esse momento mágico de transformação. Que ele cria disposição para continuar trabalhando na busca do seu objetivo. Todos temos virtudes e defeitos. Não é possível que essa pessoa por quem você tem tanta versão. Não faça coisas que você possa valorizar. Aliás, no seu caso especificamente, não será tão difícil porque você já reconhece qualidades nessa pessoa. Cultive essas qualidades, procure imaginá las sempre assim. As nossas reações emocionais sempre seguem o caminho que abrimos para que elas percorram se nos esforçarmos para semear bons sentimentos.

São esses bons sentimentos que vamos colher. Mas se ficarmos na defensiva, vendo só os defeitos, com certeza esses defeitos que estamos sempre vendo nos farão desistir de nosso intento. Fique se no lado bom dessa pessoa, naquilo que você respeita e admira, prepare se sempre para esse lado, não para o outro lado. Esforça se nesse sentido, a fim de que seu espírito não fique cultivando aversão a todo momento. A aversão como atração não nascem Do Nada. Elas se formam a partir de nossos hábitos mentais. É o que podemos lhe dizer. Você pode, inclusive, se quiser tocá la mais de perto, fazer alguma coisa Por Ela, dar lhe um presente ou coisa parecida.

Isso pode facilitar a criar um ELO de afeto entre as 2. Próxima questão? Um tema que que foi tratado, desculpem, um tema que foi tratada nesta semana, tendo em vista o terremoto que abateu a Venezuela. Foi o desencarne de centenas de pessoas, milhares de feridos e desaparecidos. Do ponto de vista espiritual, por que morrem tanta gente ao mesmo tempo? Porque sofrem os familiares das vítimas e precisam passar por uma situação tão constrangedora? Todo mundo sofre. Sofre para sobreviver, sofre para ter uma vida melhor. Sofre por causa da morte. As pessoas geralmente não estão seguras dessa questão e procuram fugir dela.

A doutrina espírita oferece respostas sobre a vida e a morte, que não poderia deixar de esclarecer essa questão do sofrimento e das mortes coletivas. Se é Deus quem decide sobre a nossa vida e o nosso destino, por que ele nos daria o sofrimento e a morte? Por que essas mortes que acontecem as centenas, aos milhares em grandes calamidades que assolam o planeta? Ora, a doutrina espírita, revivendo Jesus, afirma que Deus é bom e misericordioso e que, portanto, atribuir a Deus o sofrimento que nos viria até mesmo como castigo. É um absurdo. Quando não nos encontramos, quando não encontramos explicação nesta vida sobre o mal que nos acontece, devemos considerar que as causas desse mal estão em outras vidas.

Isso pode acontecer para cada indivíduo que retorna para sofrer os frutos de seus erros ou para um grupo de pessoas ou coletividade que igualmente sofre as consequências dos erros passados. É Allan Kardec, o codificador. Da doutrina espírita sugere que, diante do sofrimento humano, procuremos suas causas, primeiramente na vida atual e depois em vidas passadas. Nesse sentido, podemos afirmar que tragédias como essas, e outras ainda maiores, sempre aconteceram na história da humanidade e ainda vão acontecer, porque se trata de um fenômeno geológico produzido pela acomodação das Placas tectônicas.

De que se constitui as camadas mais profundas do solo. Hoje temos uma população bem maior do que em qualquer época da história, logo, as tragédias atingem mais pessoas e mais comunidades, porque existe mais gente. No mundo, ademais, o progresso material gerou muitas realizações que não era possíveis no passado, como barragens, estradas, aeroportos, edificações e muitas cidades com inúmeras benfeitorias. Milhões de pessoas circulando pelo mundo durante todo o tempo, implementação de tecnologias modernas. Se por um lado as edificações humanas facilitam a vida, por outro lado dão margem aos mais diversos tipos de erro e acidentes fatais, até porque a ciência, por mais que progrida, ela é limitada.

No entanto, sabemos que nada acontece por acaso. E que os sofrimentos decorrentes das centenas de acidentes e dos inumeráveis erros humanos, ainda que muitos deles ocorram por negligência ou descaso do próprio homem, continuam na pauta dos acontecimentos de todos os dias. Por outro lado, as vítimas de hoje muitas vezes foram causadores dos males de vidas passadas. Às vezes, de mais de uma encarnação, e não é por acaso que elas se reuniram para resgatar a paz de consciência em razão do sentimento de culpa que permanecem por séculos, fustigando seus corações. Temos notícias do mundo espiritual de que muitos dos dos resgates coletivos que estamos vivendo hoje derivam dessas situações, espíritos marcados profundamente pelo sentimento de culpa.

Na ânsia contida de se libertarem de uma vez por todas dessa dor, pelo fato de não terem encontrado outro tipo de saída para o refrigério da alma, eles acabam se entregando a situações como essas. Além disso, não podemos deixar de considerar o que essas tragédias representam para o mundo e que tipo de chamamento elas estão nos enviando neste momento para a humanidade. Que possa por um momento que passa por um momento politicamente tumultuado. E atenção, passamos agora para mais uma questão enviada por nosso habitual ouvinte do programa, que é a seguinte. O espiritismo ensina que espíritos elevados possuem grande conhecimento espiritual.

Seria possível, então, que espíritos superiores pudessem esclarecer aspectos ainda desconhecidos da vida de Jesus entre 12 e 30 anos? Como podemos compreender e avaliar essas comunicações à luz da doutrina? Cremos que a missão de Jesus foi meticulosamente preparada para sua jornada de 3 anos, aproximadamente. Devido a sua grande importância e o fato de não ter havido nenhum historiador que se preocupasse em relatar a sua vida dos 12 aos 30 anos, deve fazer parte desse plano. O mundo espiritual foi muito cauteloso nesse sentido, preferindo manter Jesus no anonimato até o início de sua missão. Por outro lado, as circunstâncias daquele momento histórico e o fato de ter nascido no seio do povo hebreu eram situações que não permitiam.

Iam que outras informações a seu respeito fossem expostas. Desse modo, acreditamos que aquele lapso de tempo tenha sido um período silencioso de preparo, aguardando a idade adulta para que ele se expusesse publicamente e revelasse seu pensamento. Por isso mesmo, não existe no espiritismo uma preocupação referente à sua vida antes de se entregar à missão, mesmo porque. Tal período, tal período não acrescentaria nada a doutrina moral que ele veio proclamar. É verdade que surgiram algumas obras a respeito, inclusive uma atribuída a ele mesmo, mas o meia espírita não as levou em consideração, procurando se ater unicamente ao período relatado nos evangelhos.

É claro que se não fosse tão importante o conhecimento da vida de Jesus dos 12 aos 30 anos. A espiritualidade superior teria trazido alguma informação segura a respeito, pelo menos até o momento presente? Veja bem, Allan Kardec chegou a receber mensagens mediúnicas atribuídas ao próprio Jesus, como podemos ver no último capítulo de um livro dos médiuns, mas não acreditou nelas e nem se preocupou com isso. Livro que vamos sortear logo mais entre os ouvintes que nos telefonarem quando o passado nos alerta de Antônio Carlos pela médium Vera Luke Lúcia marinzek de Carvalho, da editora petit ligue para o 14981051535.

E atenção. A 39ª festa das Cerejeiras de Garça, edição de 2026, será realizada nessa semana junto ao Lago JK Williams, de 8 a 12 de julho. E mais uma vez, o lar meimê estará participando com sua barraca. Como sempre, oferecendo ao público peças de artesanato para a casa e de uso pessoal, brinquedos, doces Caseiros em compota, temperos, além de livros espíritas, pratos de doces e salgados. E atenção, pais, a evangelização infantojuvenil e as reuniões da Mocidade acontecem no lar meimê e todo domingo, a partir das 9 e 45. Às 10:00 temos um grupo para adultos. Lerem e discutirem o livro dos espíritos.

A roda de estudo está aberta a quem se interessar, geralmente são os pais das crianças que participam desse grupo. O brechó do lar nenê está aberto ao público toda sexta-feira, das 13 às às 16:00 e a entrada é pela rua 7 de Setembro, 42. A biblioteca batuíra do centro espírita caminho de Damasco fica na rua Gabriela, 178 e. E empresta livros e outras publicações a quem se interessar. Ela permanece aberta durante as reuniões de paz. E atenção, o caminho de Damasco mantém reuniões de leituras e estudo de obras espíritas à noite, durante a semana, para quem se interessar, as segundas, terças, quintas e sextas-feiras, a.

Às 20:00. Pessoas que queiram aprender algo sobre o espiritismo ou mesmo iniciar se nos estudos podem comparecer. A entrada é livre. Existem muitas coisas aqui, às vezes não damos o devido valor a vida, por exemplo, a vida é uma bênção divina. Através dela podemos ser felizes e proporcionar a Felicidade aos outros. Por isso, é preciso defender a vida, a nossa vida e a do próximo. Pena de morte, aborto, suicídio e eutanásia são formas de violência contra a vida com as quais não podemos concordar. Lutemos em defesa da vida. Pena de morte, um crime não justifica o do crime. Diga não, suicídio. Um gesto infeliz.

Dê uma chance a você mesmo. Existe sempre alguém para ajudá lo amor? Um ato de covardia. A vítima não pode defender se eutanásia uma ação criminosa. Com confiança em Deus e o firme desejo de obedecer suas leis, a vida terá outro sentido. Mensagem, defesa da vida, apoio federação da espinta brasileira. Passamos a abordar o tema as tempestades da vida. Contam os evangelhos que certo dia, Jesus saiu em um barco com alguns discípulos. Quando estava em alto em alto mar da Galileia, uma violenta tempestade desabou. E ameaçou afundar a embarcação. Naqueles momentos, conta os evangelhos, Jesus dormia e os discípulos, gritando de medo pelo que lhes podia acontecer, acordaram Jesus para salvá Los.

O Mestre os empreende pela falta de fé e lançando o olhar sobre o mar, as águas se acalmaram. Esta passagem é vista como um milagre, mas a interpretação espírita mostra a simbologia que envolve esta importante narrativa para dizer que a vida em si é como uma tempestade, que os ensinos de Jesus estão dormindo em nós. Mas se soubermos acordá Los e utilizá Los em nosso dia a dia, seremos capazes de serenar as tempestades da vida. Todos os dias navegamos sobre um mar de emoções. Quando estamos bem conosco, conosco mesmos, esse mar é tranquilo e podemos navegar com mais segurança. Imaginem um barco deslizando sobre águas serenas numa linda manhã.

O dia se apresenta mais bonito, o Sol mais radiante. As cores da natureza mais vivas e alegres, as pessoas mais simpáticas e acolhedoras. Mas quando não estamos bem, esse mar pode ser tempestuoso e ameaçador. Imagine um Marco à deriva em alto mar, sobre o castigo de uma violenta borrasca, sacudido por ondas gigantescas impetuosas nesse momento, tudo em nós e agitação, insegurança e medo. Armamo nos contra tudo e contra todos. Precisamos nos salvar. É quando lembramos de Jesus, que, na verdade, está dormindo dentro de nós. As emoções comandam nossa vida, mas nós é que precisamos saber comandá las do contrário, a vida se nos mostrará como um mar perigoso, coberto por um céu ameaçador e agitado por Fortes rajadas de vento.

Quando, André Luiz recome. Emenda. Cautela ao nos levantar na primeira lição de seu livro sinal verde, ele está pensando no tipo de mar em que vamos navegar nesse dia. Para que definamos, desde o momento que levantamos, como será o novo dia para nós. Se procuramos, desde o início da do dia, viver num clima de paz, alimentando pensamentos elevados, sem ficar lamentando os reveres da vida do dia anterior, estaremos definindo por onde vamos navegar. Se sobre um Lago tranquilo ou sobre um oceano tempestuas. Quem define isso? Nosso comando mental, a decisão de que esse dia será o nosso melhor dia, que estamos vivendo sob a proteção de Deus.

Que as pessoas em torno são justamente aquelas com quem temos de conviver, seja para aprender com elas, seja. Para ensiná las. Por isso, é preciso alinhar o pensamento no bem para estabelecer a nossa rota como navegador. Quando assume o Leme da embarcação, agradecemos por mais 1 dia e projetamos sobre ele toda a nossa vontade de viver. É preciso também começar bem com aqueles que convivem conosco. Seja para compreender os que ainda não nos compreendem, seja para tê, Los ao nosso lado como amigos e colaboradores. A vida em si é um convite à Felicidade, e a Felicidade não pode ser descartada apenas em razão dos problemas que nos visitam.

Ao invés de maldizê Los e atirá Los para longe, precisamos aprender a encará Los com serenidade. Aproveitando as lições que nos trazem e os convites que nos fazem para aprender a viver. A pior derrota é a da descrença e do desânimo. E a maior Vitória, a que nos dará mais satisfação na vida, é o domínio que conseguimos ter sobre nós mesmos, confiando em Deus. O clube do livro espírita de Garça obtém livros por preços abaixo da tabela, permitindo que seus associados adquiram por apenas 27 BRL. E atenção, neste mês de junho, o clube do livro espírita de Garça está levando aos seus associados o livro nas trilhas da imortalidade, a verdade Dione a Pereira, da editora m, por meio da mediunidade de Elis Amarante reis, Ivone Pereira retorna.

Em um romance emocionante. Para receber o livro basta você se associar ao clube, ligando ou passando um WhatsApp para a Sônia marra para mim no 14 99 99669-5008 ou enviando um e-mail para o clube do livro arroba caminho de damasco.org. Dando nome e endereço de entrega. Entrar no site do centro espírita caminho de Damasco você vai obter uma série de informações sobre o centro e sobre o espiritismo. Estudando a doutrina espírita destruição e renovação no livro dos espíritos, entre as 10 leis Morais que estão na terceira parte dessa obra, a lan Kardec aponta 2 leis que parecem contraditórias, que são a lei da conservação e a lei da destruição.

Como é possível isso? É que a palavra destruição, a princípio. Do nosso acanhado ponto de vista, nos dá apenas a ideia de aniquilação total de anulação, quando na verdade ela deveria ser entendida, segundo as leis naturais, apenas como transformação. A rigor, não existe destruição na natureza, apesar dos furacões, dos terremotos e das mortes que advém desses cataclismas. O que existe de fato é transformação. Isso quer dizer que nada do que Deus criou, absolutamente nada, se perde. Tudo é integralmente reaproveitado no contexto amplo da criação. Ou se quiserem usar um termo em voga, tudo é reciclado.

Nosso corpo que um dia é devolvido à Terra. Transformar se á em múltiplos elementos que vão compor outros corpos da natureza. Aquilo que pensamos que foi destruído e que não vale mais nada, na verdade foi formar outros corpos assumindo outra forma. Mas, na essência, nada mudou, porque tudo na natureza é indestrutível. Neste sentido, não só o corpo que se transforma, o espírito também está em constante, ininterrupta transformação Em Busca da Perfeição. Jesus entendia bem desse assunto, pois diante dos fanáticos defensores da lei antiga, ele disse, não veio destruir a lei e os profetas. Referindo se ao que Moisés e seus sucessores ensinaram ao povo.

Mas dar lhe continuidade? Ora, dar continuidade é aproveitar o que já existia e continuar acionando o seu processo de evolução, como tudo na natureza, fazendo com que uma coisa que por muito tempo foi de um jeito, agora passe a ser de outro. Logo, Jesus não veio para contestar, desautorizar ou combater Moisés, mas para dar prosseguimento ao que ele havia iniciado vários séculos atrás. Por outro lado, temos a lei de conservação. E elas servem para quê? Para preservar. O que existe, é claro, é o que acontece na natureza, que lança mão de mecanismos próprios para que a vida tenha prosseguimento e exerça seu papel na Terra.

E até quando? Não sabemos, pois a vida também se renova. Espécies vegetais e animais que existiram num passado distante já não existem mais. As células que compõem o nosso corpo quando éramos crianças também não mais existem. O que é velho dá lugar ao que é novo. Nesse fenômeno de transformação, tudo é substituído. Tudo é renovado pelo processo da destruição, de onde se conclui que para que exista vida é necessária a morte. Assim também deve acontecer com as ideias, com os sentimentos, com as crenças que fazem parte de nosso mundo mental. Este mundo está se renovando ou, por outra, deve se renovar?

Renovar como? Combatendo ideias e sentimentos antigos que não mais atendem as nossas necessidades e anseios. Por sentimentos e ideias novas que nos impulsionarão para uma melhor compreensão do próximo, de Deus e de nós mesmos. Nesse sentido, lembremos, Jesus não ficará Pedra sob Pedra que não seja derrubada. E vamos agora ao sorteio do livro entre os ouvintes que entraram em contato conosco durante o programa. Quando só um minutinho, gente. Quando o passado nos alerta, de Antônio Carlos, pela médium Vera Vera Lúcia marinzec de Carvalho, da editora petit. E o livro sai para nosso ouvinte Fátima Araújo, residente aqui em Garça.

Nossos parabéns a Fátima. Uma ótima leitura. E você pode retirar Oo seu livro durante a semana, no horário comercial, ali na loja leves Rua Minas Gerais, 148, centro da cidade. Prezados ouvintes, agradecemos sua amável atenção. Se permanecerem na web, rádio, meu e-mail vão assistir na em seguida perspetiva. Comentários de notícias atuais à luz espiritista. Obrigado ouvintes pela audiência, fiquem todos com Deus e até a nossa próxima apresentação. E para encerrar esta edição, vamos ouvir uma mensagem espiritual na voz de Chico Xavier. Quanta aflição. Desaparecerá no nascedouro, se souberes sorrir em silêncio.

Quanta amargura esquecida. Se desculpares o fel, rogas a paz do senhor. Mas o senhor igualmente espera por teu concurso. Na paz dos outros. Reflete nas necessidades de teu irmão. Antes de lhe apreciares o gesto impensado, em muitas ocasiões a agressividade com que te fere é apenas a angústia, e a palavra ríspida com que te retribui o carinho é tão somente a chaga do coração envenenando lhe a boca auxilia 1000 vezes antes de reprovar uma só. O charco emite Correntes enfermiças por não haver encontrado mãos que o secassem e o deserto provoca sede e sofrimento por não ter recebido o orvalho da fonte.

Deixa que a Piedade se transforme no teu coração em Socorro mudo para que a dores moreça. Não estendas a fogueira do mal com o lenho seco da irritação e do ódio. Espera e ama sempre em silêncio. A árvore podada multiplica os próprios frutos e o céu assaltado pela sombra noturna de Serra, Glória dos astros lembra te do Cristo, o amigo silencioso, sem reivindicações. Sem ruído, escreveu os poemas imortais do perdão e do amor, da Esperança e da Alegria no coração da Terra. Busquemos nele o nosso exemplo na luta diária e tolerando e ajudando hoje na estreita existência humana, recolheremos amanhã as bênçãos da luz silenciosa.

Que nos descerrará os caminhos da vida eterna.