Transcrição do episódio
Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.
Muito bom dia ouvinte. Estamos agora iniciando. Estamos de volta com mais uma edição de momento espírita. Estamos falando dos estúdios da web rádio MEI, na avenida doutor labeiro da Costa Machado, na cidade de Garça. Atenção, neste mesmo horário você pode acompanhar momento espírita pelo rádio sintonizando a Rádio Nova alternativa FM 98,7 quilohertz. Você também pode assistir aos programas momento espírita, perspetiva e saúde e espiritualidade de você com a imagem pelo Facebook, Instagram, YouTube e Smart TV. 15/03/2026. Estação verão, nossos cumprimentos a você e a todos que nos acompanham. Eis os temas que nós trataremos nesta edição.
Experiências mediúnicas no dia a dia das pessoas. Os animais têm alma, é uma pergunta de um ouvinte. O que diz o espiritismo sobre cremação de corpos? É correto tratar os animais como se fossem seres humanos? Até que ponto podemos nos justificar pelos instintos? Qual é o papel do espiritismo diante dos problemas humanos? A evangelização e emocidade aos domingos no lar meio e MEI. E você pode participar de um momento espírito, enviando as suas perguntas e comentários para o WhatsApp. Para 14981051535? O livro que vamos sortear na edição de hoje, entre os ouvintes que nos mandaram um WhatsApp dizendo que querem ganhar o livro na escola da vida, lições espirituais para o bem viver de José Carlos de Luca, editora interlitera, ligue, 14981051535.
E nesta equipe de momento espírita, hoje, na sonoplastia. E supervisão técnica, o Leandro Carvalho e Augusto Tavares, o Cláudio atende os ouvintes e a apresentação é de Luciano Assis e Cláudio Zacarias. Prezado ouvinte, prezado ouvinte, acreditamos que o doutor Robert castermau, pesquisador da universidade de Nova Iorque, está com a razão. Pelo menos a metade da população, como afirma o cientista, já teve alguma experiência mediúnica em suas vidas, ou seja, viu, sentiu, percebeu ou se comunicou com algum ente querido já falecido, embora a grande maioria dessas pessoas tenham os seus motivos para esconder esses fatos.
Muitas vezes, quando alguém não espírita nos pede informação a respeito de parentes mortos com quem se comunicam, várias outras pessoas ocorrem para ouvir o relato e a explicação, quando não para contarem experiências semelhantes que aconteceram com elas mesmas. A individualidade humana não termina com a morte, todos sabemos disso. Disso o mundo todo sabe e sempre soube, foi da consciência de que a vida continua que surgiu a necessidade de se homenagear os mortos desde as épocas mais remotas, pois nunca houve uma questão que mais intrigou e mais preocupou o ser o ser humano. Cargo Gustav Jung, o pai da psicologia profunda, chegou a dizer que é essa a questão fundamental, o ponto de partida e de chegada de toda a problemática humana.
Por que nascemos? Porque vivemos nesse mundo. Para onde vamos depois desta vida? Porque uns vivem tanto e outros morrem tão cedo? Não há. Quem vendo uma vida se exterminar a sua frente? Um ente querido que parte, que não sinta que algo transcende a vida do corpo, que há um significado maior para nossa existência e para nossas experiências. Se não, de que serviria a vida, caros amigos, para que tanto esforço, tanta luta, tanto sacrifício? Porque devemos fazer o bem e defender a verdade? Porque acreditar na justiça e cultivar o amor? Se a vida fosse simples obra do acaso, se para nada mais servisse, se não para viver o agora, não poderíamos conceber sequer a existência de Deus, pois tudo perderia o sentido e tudo nos seria permitido fazer, inclusive o mal.
Kardec lembra muito bem, no primeiro capítulo do livro o céu e o inferno, ou a justiça divina segundo o espiritismo, que. Se não fossemos imortais, a nossa sorte seria pior que a dos animais, porque eles, os animais, não questionam a vida e nem sofrem as angústias da morte. Portanto, o melhor seria que lembrássemos de nossos entes que já partiram, não como mortos, mas como vivos e atuantes, nossos sentimentos por eles e os sentimentos deles por nós. Não desapareceram. Continuam sempre vivos ou mais vivos do que nunca, porque eles nunca estiveram tão próximos de nós como agora. Pense nisso. Quando convivemos com as pessoas no dia a dia, frequentemente esquecemos do valor que elas têm e do que elas representam para nós, no entanto, quando a morte chega e as perdemos de nosso convívio?
Nossas atitudes diante delas mudam. Passamos a valorizá las e amá las mais do que já as amávamos. O mesmo acontece com elas do lado de lá em relação a nós que ainda estamos aqui na Terra, diz o medium Carlos bacelli. Desse modo, a maior homenagem que nós podemos prestar aos nossos entes queridos que partiram é a real expressão de sentimento que lhes devotamos. Que pode se manifestar de várias formas. No entanto, quanto mais espiritualizadas forem essas manifestações, melhor para elas. Que tal enfeitarmos a nossa casa de flores para homenageá las? Ou melhor ainda, começar a praticar o bem em seu nome?
Iniciamos este segmento respondendo a uma pergunta da ouvinte Isabela quine, que faz a seguinte indagação. Saiu uma discussão aqui no meu trabalho com as pessoas católicas, que falaram que os cachorros não tem alma. E por esse motivo não poderiam ser enterrados com os humanos, que já que saiu uma nova lei agora que possibilita isso e eu pergunto, os cachorros tem alma? De fato, o projeto de lei número 56 de 2025 sanciona, sancionado pelo governador do estado de São Paulo, autoriza o sepultamento de cães e gatos. Em campas e jazigos, cujas concessões pertençam às famílias dos tutores. Em seguida, a lei estabelece que as disposições e regras para o sepultamento deverão ser regulamentadas pelo serviço funerário de cada município.
Na exposição de motivos, os autores do projeto justificam a medida, considerando que atualmente, a forma como a população está vendo e tratando os animais. Principalmente os domésticos, cobrindo os com atenção e carinho. É como se fossem membros da família. Sobre esta questão, nós vamos encontrar uma resposta em o livro dos espíritos, de 1857, especialmente na questão número 597, quando Kardec pergunta. Visto que os animais têm uma inteligência que lhes dá uma certa Liberdade de ação. Há neles um espírito independente da matéria. Resposta, sim. E que sobrevive ao corpo. Mas Kardec quer mais explicação e, novamente questionou, esse princípio é uma alma semelhante à do homem?
Preste atenção nesta resposta. É também uma alma se quiserdes chamar assim. Isso depende do sentido que se dá essa palavra. Ela, porém, ou seja, a alma é inferior a do homem, e concluem, há entre a alma dos animais e a do homem tanta distância como entre a alma do homem e Deus. É desse modo, Isabela, que o espiritismo afirma que os animais são dotados de um princípio espiritual semelhante à alma humana, o que aumenta a nossa responsabilidade em relação a eles. Ademais, precisamos considerar que os animais vêm gozando de uma atenção e de uma consideração que nunca tiveram, logo, essa abertura que a nova lei trouxe favorece as famílias que melhor consideram seus animaizinhos domésticos.
É assim, Isabela. Se você quiser mais informações a respeito da espiritualidade dos animais, leia com atenção no capítulo os 3 reinos. De o livro dos espíritos da questão 592 a 609. Existem vários livros espíritas que tratam especificamente dos animais e da alma dos animais. Que você vai encontrar na biblioteca do caminho de Damasco, além do que você pode acompanhar todos os domingos pela web, rádio MEI MEI, o programa animais nossos irmãos, das 10 às 10:30 da manhã. Atenção, ouvintes, o livro que nós estaremos sorteando ao final desta edição na escola da vida são lições espirituais para o bem viver.
Que é do autor José Carlos de Luca, da editora interlitera. Faço contato pelo celular, 14 98105-1535. Vamos a mais uma pergunta da ouvinte Isabela kini. O corpo não poderia ser o corpo não poderia ser cremado, pois na bíblia fala que devemos ser enterrados e comidos pela Terra. Em todas as épocas da humanidade, mesmo entre os povos mais primitivos, vemos essa preocupação com quanto ao destino que se deve dar ao corpo humano, no entanto. A forma como essa prática é realizada depende de cada povo, de cada cultura, de cada conceção religiosa, as questões referentes à morte sempre foram tratadas com muito respeito.
As referências mais antigas remontam ao homem primitivo, bem antes da civilização, quando ele passou a crer na imortalidade da alma e associou a essa crença os cuidados que deveria dedicar ao cadáver. Sobre isso, existem registros de cemitérios muito antigos, conforme os estudos realizados por antropólogos em comunidades primitivas. Aqui no ocidente, os corpos eram sepultados, deixando para os vermes o trabalho de consumi lo, devolvendo o resto à natureza. O gemeli, inteligência artificial a serviço do Google, afirma que o costume de enterrar os mortos surgiu na pré história há mais de 60000 a 300000 anos.
Inicialmente como uma necessidade prática de higiene e segurança para evitar os odores e proteger os corpos de animais selvagens. Com o tempo, evoluiu de um ato de proteção para rituais religiosos e espirituais, indicando respeito, luto e crença no pós morte. O mesmo Gemini, em relação à cremação, diz que a cremação de corpos humanos também. É uma prática milenar, com origens na pré história há cerca de 25000 a 60000 anos e registros proeminentes por volta de 3000, antes de Cristo na Europa e Oriente próximo. Gregos e romanos adotaram o método que se difundiu como forma de higiene e respeito, evoluindo para fornos modernos a partir do final do século de 1800 AA partir do final de 1800.
Como você pode perceber, a questão sobre o destino que podemos dar aos corpos humanos sem vida varia de povo para povo. Nos primeiros tempos do cristianismo, conforme relatos dos atos dos apóstolos, o corpo era enterrado imediatamente após a constatação da morte. Com certeza, pessoas que sofriam de letargia, doença neurológica que apresenta características de morte, eram enterradas ainda vivas. Aqui no ocidente, que recebeu mais influência das igrejas cristãs. A preferência que sempre se deu foi ao do enterramento dos cadáveres, mas ultimamente o interesse pela cremação nos fornos vem crescendo cada vez mais.
O que diz o espiritismo sobre isso? É claro, a doutrina espírita ensina que o corpo é um instrumento de que o espírito se serve para atuar no mundo material. Mas isso não quer dizer que devemos ser indiferentes ao destino dos cadáveres humanos, pelo contrário, devemos a ele todo o respeito pelo excelente serviço que nos presta. É nesse particular que há várias implicações que podem ser encontradas nas obras de André Luiz, por exemplo. Uma coisa é a morte do corpo, a outra é o processo de desligamento do espírito. Que pode se dar antes, durante ou depois da morte. O espiritismo nada tem contra a cremação e até a considera positiva do ponto de vista da higiene e saúde pública, mas Emmanuel sugere que, por cautela, haja um espaço de 72 horas entre a morte e a cremação para evitar alguns embaraços que o espírito pode poderia.
Sofrer durante sua passagem. Para sua informação e dos ouvintes, convém lembrar aqui que hoje existe um terceiro processo para consumir o cadáver, além do enterramento, que deixa o cadáver ser consumido por vermes e pela própria Terra, e além da cremação, ainda existe a chamada aquamação. A aquamação ou hidrólise alcalina é um método mais econômico e mais ecológico, mas ainda não é regulamentado em nosso país. Além de economizar 90% a menos de energia, reduz a emissão de gases estufa, poluindo menos o meio ambiente. Trata se de uma decomposição natural do corpo, utilizando se a água. O calor e uma solução alcalina.
A Isabela ainda pergunta sobre a relação das pessoas com os seus animais domésticos, nevando os quase a conta de seres humanos se isso não contraria os princípios da religião? Na verdade, Isabela, nós não chegamos a esse ponto, até porque, como disseram os instrutores, a Kardec. A alma dos animais é inferior à alma dos humanos em termos evolutivos. São seres ainda longe de alcançar a condição que nós já alcançamos tanto assim que, embora possam possuir um tipo de inteligência, eles não têm vida moral. Os animais, como os cães que há milhares de anos vêm convivendo com o homem, tem aprendido alguma coisa nessa longa convivência?
Que às vezes dão a impressão de humanidade. Mas eles simplesmente não distinguem o bem do mal nesse sentido, eles podem ser adestrados, podem aprender a realizar tarefas com relativa perfeição, mas estão muito longe de fazer um julgamento sobre o que fazem. Em nossa atual condição, só o ser humano é capaz de emitir juízo de valor. E diferenciar o bem do mal, quer do ponto de vista da inteligência, quer do ponto de vista do sentimento. Assim, eles ainda não atingiram, como costumamos dizer, a idade da razão, mas nem por isso deixam de ser criaturas de Deus que, no momento, vivem num estágio evolutivo pelo qual nós já passamos há milhões de anos atrás.
Os animais, portanto, merecem o nosso respeito, nosso melhor acolhimento. Nossa proteção e o melhor tratamento que podemos lhes dar. Mas não são humanos. Novamente, convidamos você para ler com atenção o capítulo de o livro dos espíritos, que trata da relação entre os animais e o homem. E agora temos aqui mais uma questão, esta foi enviada pelo nosso ouvinte de Vera Cruz, que é a seguinte. Considerando que a questão 709 BO livro dos espíritos afirma que o instinto de conservação é um dom de Deus dado a todos os seres vivos para preservação da vida, como podemos diferenciar o uso correto desse instinto necessário para nossa manutenção?
Do seu uso desvirtuado que nos levaria a agir contra a lei moral em situações extremas, até que ponto os instintos devem guiar nossas ações sem que nos tornemos escravos de nossa própria sobrevivência física? Todos os seres vivos são adotados de instintos, que são nossas reações automatizadas para a preservação da própria vida e da espécie. Podemos tomar como exemplo a fome, a sede, a respiração, a libido e todas as formas de defesa de que o organismo dispõe. O instinto pertence ao mundo das emoções e ele só vai começar a ser direcionado a partir do surgimento da razão, quando o ser humano entra em ação sobre a Terra.
Por estarem no domínio das emoções. As forças instintivas são ainda muito Fortes em nós e enquanto estivermos neste planeta, dependeremos delas, mas é pela educação que nós vamos direcioná las para um objetivo maior. Logo, não devemos sufocar os distintos, mas dar lhes a melhor direção. Para isso, precisamos desenvolver em nós o discernimento, a capacidade de saber escolher e de estabelecer limites dentro do meio em que vivemos. Se uma pessoa que vivesse apenas para comer ou para fazer sexo em pouco tempo se destruiria porque estaria agindo contra as leis da natureza. É nisso que consiste o desregramento.
Mas, ao contrário, uma que soubesse utilizar suas forças extintivas de forma harmônica com suas necessidades físicas e mentais estaria garantindo uma qualidade de vida adequada aos objetivos de sua existência. A moral nada mais é do que o emprego correto, do bom senso nas relações com as pessoas e com o mundo. Quando utilizamos nossas forças instintivas dentro desses parâmetros, podemos dizer que estamos agindo conforme as leis de Deus. Por outro lado, não podemos esquecer que o primeiro compromisso do espírito que reencarna na Terra é consigo mesmo. Mas isso não lhe confere a Liberdade de ser egoísta, que ignora o outro, buscando apenas seu bem-estar.
Porque o segundo dever do espírito encarnado é para com o próximo e o terceiro é para com a sociedade. Para que ele possa desempenhar bem o seu papel no mundo, certamente se esforçará para cumprir com suas obrigações nesses 3 níveis de compromisso. O livro dos espíritos, na parte referente às leis Morais. Delineia bem essa intrincada questão, mostrando que devemos levar uma vida mais equilibrada possível. Bom, vamos sortear na edição de hoje entre os ouvintes que mandarem um WhatsApp dizendo que querem ganhar o livro na escola da vida, lições espirituais para o bem viver, de José Carlos de Luca.
Editora interlitera, ligue, 14981051535. Senhores pais, atenção AA evangelização infantojuvenil. E as reuniões de Mocidade no lar meia e meia acontecem todos os domingos no lar meia e meia, a partir das 9:45. Às 10:00, também contamos com um grupo de adultos lendo e discutindo o livro dos espíritos. A roda de estudo está aberta a quem se interessar. A entrada é livre. Há também o brechó do lar, meia e MEI, que está aberto ao público todas as sextas-feiras, a partir das 13:00. A entrada é pela rua 7 de Setembro, número 42. A livraria batuíra do caminho de Damasco, na rua Gabriela, 178, empresta livros DVDSE outras publicações.
A quem se interessar, permanece aberta durante as reuniões de passe. E atenção, as reuniões de estudos no centro espírita caminho de Damasco são de segunda a quinta e sexta. Retornaram as atividades já habituais para quem se interessar, na segunda-feira estudo do livro dos espíritos, nas quintas feiras estudo do evangelho e na sexta-feira é o estudo do livro libertação da série André Luiz da série nosso lar, de André Luiz. Existem muitas coisas aqui. Às vezes não damos o devido valor a vida, por exemplo, a vida é uma bênção divina. Através dela podemos ser felizes e proporcionar a Felicidade aos outros.
Por isso é preciso defender a vida, a nossa vida e a do próximo. Pena de morte, aborto, suicídio e eutanásia são formas de violência contra a vida com as quais não podemos concordar. Lutemos em defesa da vida, pena de morte, um crime não justifica outro crime. Diga não, suicídio. Um gesto infeliz. Dê uma chance a você mesmo. Existe sempre alguém para ajudá lo amor? Um ato de covardia. A vítima não pode defender se eutanásia uma ação criminosa. Com confiança em Deus e o firme desejo de obedecer suas leis, a vida terá outro sentido. Mensagem, defesa da vida. O clube do livro espírita de Garça obtém livros por preços abaixo da tabela, permitindo que seus associados os adquiram por apenas 27 BRL.
E neste mês de março, o clube do livro espírita de Garça está entregando aí seus associados, o? O livro lealdade? Autoria do espírito Maurício Henrique pelos médiuns Chico Xavier e ercio Arantes. Uma história verídica que desafiou os tribunais. A obra acaba de ser lançada pela editora IDE. E para você receber esse livro na sua casa, basta você se associar ao clube do livro. Ligando ou passando um WhatsApp para Sonia marra no celular 14 99669-5008 ou enviando um e-mail para o endereço clube do livro arroba caminho de damasco.org, dando seu nome e endereço de entrega. Entrando no site do centro espírita caminhos de Damasco, você vai obter uma série de informações sobre o centro e sobre o espiritismo.
Estudando a doutrina espírita, a finalidade do espiritismo. O papel da doutrina espírita não é somente o de esclarecer os homens sobre os temas, como comunicabilidade dos espíritos e reencarnação. É muito mais que isso. O papel do espiritismo é fazer com que, conhecendo melhor as leis da vida, eu, você, todos nós, nos transformemos em pessoas melhores. Diante de tudo e diante de todos, desenvolvendo as virtudes propostas por Jesus há 2000 anos, este é o prisma pelo qual o espiritismo compreende a missão de Jesus de Nazaré. Aliás, ao criticar a conduta dos mais religiosos de seu tempo, os fariseus, Jesus demonstrou que veio espiritualizar a religião para que ela não se restringisse, apenas a adoração e as penitências.
Como era o costume entre os judeus, esclarecendo que a única forma de fazer a vontade do pai é praticar A Lei do Amor. Nesse sentido, o espiritismo expõe seus princípios para ratificar o que ele disse e demonstrou a respeito da tão reiterada recomendação, amai vos uns aos outros. Eis o maior mandamento na questão 648 de o livro dos espíritos. Os instrutores espirituais concordam com a classificação que Allan Kardec fez das leis Morais para fins de maior compreensão por parte de quem estuda o espiritismo para. Fazer essa classificação Kardec se inspirou nos 10 mandamentos de Moisés, tomando os como ponto de partida ao classificar as leis Morais assim constituídas primeira.
Lei de adoração, segunda lei do trabalho, terceira lei de reprodução, quarta lei de conservação, quinta lei de destruição, sexta lei de sociedade, sétima lei de progresso, oitava lei de igualdade, nona lei de Liberdade e décima lei de justiça, amor e Caridade. O último capítulo dessa parte é a síntese de tudo, a perfeição moral a que Jesus se referiu ao dizer sede perfeitos como vosso pai celestial é perfeito. Como dissemos, Kardec fez essa classificação apenas para facilitar o estudo e o conhecimento das leis Morais. A partir das instruções dos espíritos, ele conseguiu sintetizar. As leis Morais nesses capítulos, abordando cada uma num capítulo específico da parte 3 do livro dos espíritos, leio o livro dos espíritos, terceira parte sobre as leis Morais.
Bem ouvintes chegamos ao momento do sorteio do livro entre aqueles ouvintes que entraram em contato conosco durante esse programa. Na escola da vida, lições espirituais para o bem viver de José Carlos de Luca, editora PT. Atenção, ouvintes do sorteio. O livro vai saindo para a nossa ouvinte da cidade de Garça, Maria Helena Alves. Parabéns Maria Helena Alves, você é a ganhadora do livro. Parabéns. Maria Helena vá buscar seu livro na loja leves de Garça, no horário comercial, na Rua Minas Gerais, 148. Prezados ouvintes, nós agradecemos aqui a sua amável audiência e atenção. E se vocês permanecerem agora na web, rádio, meio e-mail já vão assistir em seguida ao programa perspetiva, que são comentários de notícias atuais à luz do conhecimento espírita.
Obrigado ouvintes pela audiência, fiquem com Deus e até a nossa próxima apresentação. E para encerrarmos esse programa, nós vamos ouvir aqui agora uma mensagem espiritual na voz de Chico Xavier. Reflete nas provações alheias e auxilia incessantemente. Louvado para sempre o trabalho honesto com que te dispõem a melhorar as dificuldades dos semelhantes, ensinando lhes a encontrar a Felicidade através do esforço digno. Bendita a moeda que deixa as escorregar nas mãos, fatigadas que se constrangem a implorar o Socorro público. Inesquecível. A operação da Beneficência com a qual te desfases de recursos diversos para que não haja penúria na vizinhança.
Abençoado o dia de serviço gratuito que prestas no Amparo aos companheiros menos felizes. Enaltecido o devotamento que empregas na instrução aos viajores do mundo que ainda se debatem nos labirintos da ignorância. Glorificado o conselho fraterno com que te decides a mostrar o melhor caminho, tanto o remédio com que alivias a dor e novidáveis todos os investimentos que realizes no instituto universal da providência divina, quando entregas a benefício dos outros, o concurso financeiro, a página educativa. A peça de roupa, o litro de leite, o cobertor agasalhante, o momento de consolo, o gesto de solidariedade, o prato de pão não se pode esquecer e Jesus consignou por crédito sublime da alma no Reino de Deus, o simples copo de água que se dê no mundo em seu nome, entre tanto 1000 vezes bem aventurada seja.
A cada hora de tua paciência, diante daqueles que não te compreendam ou te esqueçam, te firam ou te achincalhem. Porque a paciência invariavelmente feita de bondade e silêncio, abnegação e esquecimento do mal, é donativo essencialmente da alma. Benção da fonte divina, do amor que é jorra das nascentes, do sacrifício seja formada. No suor da humildade ou no pranto oculto do coração?