Capa do podcast Momento Espírita - Rádio Meimei - Centro Espírita Caminho de Damasco - Garça, SP Momento Espírita - Rádio Meimei - Centro Espírita Caminho de Damasco - Garça, SP

Momento Espírita - Edição 29/06/2025

00:31:15
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Transcrição do episódio

Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.

Muito bom dia ouvinte. Produzido nos estúdios da web rádio may may, este programa está sendo retransmitido pela web Rádio Nova alternativa e pela FM nova alternativa. São 11 horas e 30 minutos em Garça. Hoje é 29 de junho inverno de 2025. Agradecemos sua audiência. Nossos cumprimentos a você e a todos que nos assistem. E atenção ouvinte, você pode assistir o momento espírita e perspetiva com imagem e áudio no aplicativo da rádio meu e-mail, no YouTube, no Facebook, usando celular ou Smart TV. Temas desta edição. Porque Jesus recomendou o não julgar? Ouvinte pergunta como espiritismo vê os abusos sexuais?

Quando o casamento é programado na espiritualidade? Até que ponto podemos ser úteis num caso de expiação? Pessoas que podem usar o espiritismo como tábua de salvação. Nem tudo na vida está previsto ou programado para acontecer. Paulo Estevão, que vai a sorteio hoje, é uma das joias da literatura espírita. Você participa de momento espírita enviando perguntas ou comentários por WhatsApp. ODDD é 14 e o telefone é o 98105-1535. E atenção, livro muito especial que vamos sortear logo mais Paulo Estevão, romance de Emanuel recebido pelo Chico Xavier. É uma edição recente da federação espírita brasileira.

Se você quer ganhar esse livro, mande agora o seu recado para o número 14 98105-1535. Equipe desta edição, controle técnico e sonoplastia, Gustavo Souza. Assistência técnica, Augusto Tavares, Cláudio para atender os ouvintes e apresentação, Luiz Eduardo e Juliana. Prezada, ouvinte, prezada ouvinte, um homem com seus 4 filhos jovens morava no deserto querendo que os filhos aprendessem. Anão se precipitar em seus julgamentos. Enviou os a uma região onde havia muitas árvores para que pudessem observá las, mas ele os enviou em diferentes épocas do ano. O primeiro filho foi no inverno, o segundo na primavera, o terceiro no verão e o mais novo foi no outono.

Quando o último filho voltou, o pai os reuniu e pediu que relatassem o que tinham visto. O primeiro filho disse que as árvores eram feias, meio curvadas, sem nenhum atrativo. O segundo filho discordou e disse que, na verdade, as árvores eram muito verdes e cheias de brotinhos, parecendo ter um bom futuro. O terceiro filho disse que eles estavam errados porque as árvores estavam repleta de flores, com um aroma incrível e uma aparência maravilhosa. Já o mais novo discordou de todos e disse que as árvores estavam tão cheias de frutos que até se curvavam com o peso, passando a imagem de algo cheio de vida e substância.

Diante desses 4 diferentes relatos que pareciam contraditórios, o pai explicou aos filhos que todos eles estavam certos. Na verdade, eles viram as mesmas árvores. Em diferentes estações do mesmo ano. Concluindo, diz, disse que não se deve julgar uma árvore ou mesmo as pessoas por apenas uma estação ou uma fase de sua vida, que a essência do que elas são, ou seja, a Alegria, o prazer, o amor, mas também as fases aparentemente ruins que vem daquela vida só podem ser medidas no final da jornada. Quando todas as estações forem concluídas. Este ponto serve de base para avaliar nossos julgamentos. Muitas vezes, porque tivemos decepção com uma pessoa em determinada fase da vida.

Guardamos conosco aquele triste momento e passamos a cultivar uma ideia ruim daquela pessoa o resto da vida, como se ela continuasse a ser a mesma pessoa para sempre. Não avaliamos que os tempos passaram. Que tanto ela quanto nós nos modificamos que já não somos as mesmas pessoas que éramos antes. E o pior, se cultivamos mágoa, vamos continuar a sofrer das as decepções que nos marcaram momentos desagradáveis da vida. Bem por isso, Jesus, que divisava o mundo de um ângulo mais amplo, que eu compreendia a dinâmica que rege os fenômenos da vida. Sabendo que todo filho de Deus está submetido à lei do aperfeiçoamento, recomendava a reconciliação, na certeza de que as arestas que nos separaram um do outro, num determinado momento, podem perfeitamente ser aparadas e revelar nos como pessoas renovadas.

Não é raro em nossa história de vida reencontrarmos desafetos do passado que hoje. Se nos apresentam como se fossem outras pessoas, incapazes de fazer aquilo que outrora fizeram. O peso natural dos anos, as dificuldades do caminho percorrido, as amarguras e os sofrimentos que já experimentaram, acabam revelando que não são mais aquela pessoa. Que facetas mais polidas e agradáveis de sua personalidade agora se revelam. Numa demonstração de que na lei da vida tudo se engrandece e tudo se aperfeiçoa na busca incensante de Deus. Prezado ouvinte, pense nisso em relação àqueles com quem você teve problemas ao longo de sua jornada, considerando que o tempo passou e que muita coisa mudou para melhor neste longo caminhar.

o rádio é do ouvinte. E o ouvinte habitual de nosso programa pergunta, Lemos no livro quem tem medo dos espíritos, de Richard simonetti, que a inversão sexual resulta também de expiação? Envolvendo espíritos comprometidos em abusos sexuais. Pergunto, o que devemos entender por abusos sexuais? A palavra. Abuso, segundo os dicionários de língua portuguesa, quer dizer, mau uso, mau uso, seja do que for, só pode causar danos materiais e ou Morais aos autores e as vítimas. O dano, insistimos. Geralmente atinge o próprio autor ou autora do abuso, como pode atingir terceiros, de modo que a dimensão do estrago pode ser muito grande.

Geralmente por causa da visão arcaica e autoritária da religião, o sofrimento humano tem sido atribuído a castigos de Deus, como se Deus permanecesse o tempo todo nos vigiando para nos flagrar em cada erro que cometemos, e assim. Desferir sobre nós a sua ira em forma de castigo. Esta visão ou esta concepção de Deus é absurda diante do evangelho, pois segundo o preceito de Jesus, que diz a cada um, segundo as suas obras, todos nós respondemos pelos atos que praticamos, é o princípio da lei de causa e efeito que regula nosso comportamento e não Deus nos vigiando para nos castigar. Além disso, o abuso pode ocorrer em qualquer área da vida humana, e uma delas é a da sexualidade, muito presente hoje em dia nos noticiários da mídia.

É por isso que sempre existiram abusos, principalmente contra a mulher e os menores, quando passam a ser vítimas de atos abomináveis como o estupro e o comércio vergonhoso da pornografia infantil que hoje se vulgarizou pela internet. A legislação humana tem procurado coibir todo tipo de violência sexual, mas, apesar disso, muito desses abusos passam despercebidos ou ignorados e não são atingidos pela lei. Se isso acontece hoje, em pleno século 21, o que não teria acontecido no passado? A mulher, a criança e os transexuais, inclusive, sempre foram alvos de toda sorte de violência nesse sentido.

Mas, por outro lado, sabemos que a justiça humana ainda é muito imperfeita e que as verdadeiras consequências virão no futuro de cada um dos abusadores, na maioria das vezes, em futuras encarnações. Algumas vezes, experiências sofridas no campo da sexualidade. Seja para os transexuais ou para os heterossexuais, provêm de repercussões dos abusos de experiências passadas, que redundaram em muito sofrimento para outros. Indivíduos que abusaram sexualmente da mulher ou violentaram impiedosamente crianças indefesas, por exemplo, eles próprios, depois do arrependimento e do remorso na espiritualidade.

Podem pedir para enfrentarem na próxima encarnação problemas ligados ao sexo. E não temos dúvida que, por enquanto, a sociedade ainda é um campo propício ao sofrimento. Ela está muito distante de tratar a questão sexual de forma prudente e equilibrada, haja vista que até hoje os transexuais são rejeitados. E, por isso, sofrem incompreensão e intolerância que podem se converter em crimes de homofobia. Diante disso, acreditamos que a opinião de Richard simonetti, quando se refere a inversões sexuais, seja no sentido de mostrar que muitas situações em que o indivíduo sofre rejeição, perseguição e até violência física em razão da ignorância da sociedade.

Pode se constituir em provas ou expiações. Passar pelas mesmas situações que as vítimas de outrora passaram, sofrer as mesmas agruras a que foram submetidas no passado pode ser uma forma do culpado se sentir quites com a própria consciência. É claro que o nosso papel como espiritas não é o de apontar pretensos culpados ou dizer que a pessoa merece pelo erro que cometeu. Até porque não temos autoridade moral para isso, razão pela qual os abusos do passado reencarnatório sempre permanecem cobertos pela cortina do esquecimento. Próxima questão? Falam que o casamento é um compromisso muito Sério que foi firmado na espiritualidade antes dessa vida, diz uma ouvinte.

Se isso é verdade? As separações não fazem sentido porque, mais cedo ou mais tarde, mulher e marido voltarão a se encontrar depois dessa vida. Então, pergunto, não vale mais aquele Juramento que diz até que a morte nos separe? O casamento ou a união realizada aqui na Terra pode ser um compromisso do passado. Mas esse compromisso nem sempre significa que marido e mulher tiveram boa convivência em existência anterior. Às vezes, a união do casal em forma de casamento é para resolver problemas que ainda não foram resolvidos. Nesse caso, sempre um dos parceiros está mais preparado para buscar entendimento.

Mas essa experiência pode ser apenas uma tentativa que nem sempre dá certo. Já viveram juntos e não se entenderam, voltam para uma nova experiência juntos e não consegue se conciliar separando de novo. Um caso de tentativa frustrada, por exemplo, encontramos no livro ação e reação, de André Luiz, que conta o caso de Marcela e ilteo, apesar do sacrifício de Marcela, retornando à vida terrena para ajudar o marido, todos os esforços foram em vão. Por outro lado, existem aqueles casos em que o casal vem para realizar uma tarefa importante, uma verdadeira missão, seja junto aos filhos, ao restante da família e até mesmo no seio da comunidade onde vão viver.

Não é difícil perceber quando isso acontece, até porque as relações entre eles são boas e geralmente eles estão dispostos a renunciar pela causa que abraçam. Porém, a reaproximação daqueles que não se entenderam como marido e mulher não precisa vir necessariamente por meio do casamento. Muitos espíritos retornam para se reconciliar em outras circunstâncias, como Pais e filhos ou mesmo como irmãos. Desse modo, não é sempre verdade aquela afirmação de que separando nesta encarnação, deverão voltar na outra, como marido e mulher, para completar a jornada? Os casamentos hoje tende a adorar pouco em face do reconhecimento dos direitos da mulher.

No passado, a mulher suportava o marido porque tinha medo de se separar por causa da pressão das famílias e da própria sociedade. Hoje mais dona de seus direitos, ela reage às imposições descabidas do marido. Essas mudanças fazem parte do processo de evolução que não vai se resolver de forma definitiva em uma ou 2 gerações. Por conta da evolução, a condição atual da sociedade é outra e isto só foi Descoberto há pouco tempo, gerando essa crise de separações que envolve os casamentos. Vamos precisar de várias gerações para reestabilizar o casamento. Tornando uma instituição mais confiável e mais segura.

E atenção, Paulo Estevão, romance de Emanuel recebido por Chico Xavier. Edição recente da federação espírita brasileira é o livro que vai ser sorteado daqui a pouco. Se você quer ganhar esse livro, mande agora o seu recado para o 14 98105-1535. Existem muitas coisas aqui, às vezes não damos o devido. A vida, por exemplo, a vida é uma bênção divina. Através dela podemos ser felizes e proporcionar a Felicidade aos outros. Por isso é preciso defender a vida, a nossa vida e a do próximo. Pena de morte, aborto, suicídio e eutanásia são formas de violência contra a vida com as quais não podemos concordar.

Lutemos em defesa da vida, pena de morte, um crime não justifica outro crime. Diga não, suicídio, um gesto infeliz, dê uma chance a você mesma. Existe sempre alguém para ajudá lo? Amor, um ato de covardia. A vítima não pode defender se eutanásia uma ação criminosa. Com confiança em Deus e o firme desejo de obedecer suas leis, a vida terá outro sentido. Mensagem, defesa da vida. Apoio federação. Ex pinta brasileira. Neste mês de junho, o clube do livro espírita Ed Garça está entregando aos seus associados o livro dias de luta, dias de Glória, romance mediúnico de Alexandre, recebido pelo médium Celso Santos, lançamento da editora m associa se ao clube e receba mensalmente um livro espírito em sua casa.

Por apenas 27 BRL. Para receber o livro, basta você se associar ao clube, ligando ou passando um WhatsApp para a Sonia maha no 14 99669-5008, repetindo 14 99669-5008 ou enviando OE mail para o endereço clube do livro@caminhoddamasco.org, dando nome e endereço de entrega. As atividades de evangelização infantojuvenil acontecem domingo, a partir das 9 e 45, no larmeime. Às 10:00 temos a reunião dos jovens para discussão de temas atuais à luz da doutrina e uma roda de conversa de adultos sobre doutrina espírita. O brechó do larmeime abre toda sexta-feira, a partir das 13:00. Entrada pela rua 7 de Setembro.

No caminho de Damasco temos grupos de estudos. As segundas, quintas e sextas-feiras, sempre às 20:00, abertos ao público. Você pode participar. Na segunda, sobre o livro dos espíritos, na quinta, sobre o evangelho segundo espiritismo, na sexta leitura e comentários de obras de André Luiz. Atualmente estamos lendo no mundo maior. Sempre às 20:00, para quem quiser participar. E atenção, a partir da próxima semana teremos um grupo de leitura e comentário do romance Paulo Estevão, de Emanuel psicografia, de Chico Xavier. Esse grupo acontece às terças feiras, com início às 19 e 30. Aberto aos interessados.

No site do centro espírita caminho de Damasco, você vai obter uma série de informações sobre o centro e sobre o espiritismo. Acessando o link www.caminhoddamasco.org você vai encontrar todo um material informativo sobre o centro e suas atividades. No menu, você encontrará, entre outras matérias, as gravações das edições anteriores de momento espírito. Encontrará também informações sobre o clube do livro, vídeo, palestras de temas variados, bem como mensagens espíritas em Cardi e em áudio. E atenção para esta questão, um espírito que cometeu desatinos no passado e reencarna com uma grave deficiência nesta vida, por exemplo, sem uma perna, mas devido ao progresso da ciência, ele obtém uma perna mecânica.

Produto hoje muito avançado. Então ele vai poder ter uma vida quase perfeita. Pergunto, o que foi feito de sua expiação? Ele não teria que sofrer essa deficiência a vida toda? Não, de modo nenhum. É onde entra a misericórdia de Deus. Tudo que podemos fazer pelos que sofrem faz parte da lei divina, que permite ao sofredor ser socorrido. Diminuindo o peso de suas dívidas Morais. Na lei de Deus, a intervenção humana é necessária e muito importante porque podemos nos ajudar na caminhada evolutiva. No caso que você cita, trata se de um recurso que a tecnologia nos propiciou, a perna mecânica e através da qual podemos servir, auxiliando o beneficiado a entender que a Caridade é lei da vida.

Quem hoje recebe está mais preparado para entender que ele também pode auxiliar quem necessita e que a nossa carga de sofrimento moral neste mundo será mais leve e suportável se soubermos nos ajudar uns aos outros. Não é difícil compreender esse processo, todos temos visto casos de pessoas que enfrentando limitações físicas ou enfermidades após serem atendidas. Despertam para a necessidade e importância da solidariedade. E atenção, ainda dá tempo de você participar. Vamos sortear logo mais o livro Paulo Estevão, romance de Emanuel, recebido por Chico Xavier, edição recente da federação espírita brasileira.

Se você quer ganhar esse livro, mande agora mesmo seu recado para ODDD. 14 o telefone 98105-1535. Porque, em matéria de fé, as pessoas titubeiam pergunta ao malvinte. Elas têm sua religião, aliás, nasceram e viveram sempre com ela. Mas quando são adultas e se veem diante de problemas, buscam o espiritismo. Depois voltam para sua religião, mas nunca se definem. E acabam usando o espiritismo apenas como tábua de salvação para resolver seus problemas. É muito interessante essa questão e ela define uma realidade muito presente em nosso país. Muitos que chegam ao espiritismo vem para resolver algum problema imediato e não por outro motivo.

Desse modo, se a pessoa é católica, por exemplo, a maioria é católica. Com muito custo, depois de todas as tentativas, ela acaba concordando em ir ao centro espírita pedir Socorro. Muitos chegam muito cautelosos. Mas eles não vem ao centro com a intenção de conhecer o espiritismo e muito menos de ser espírita, ela vem ao espiritismo como último recurso, como tábua de salvação. Conhecemos vários casos que se enquadram nessa situação. E até de pessoas que não vieram apenas uma vez, mas muitas vezes de espiritismo, elas nada sabem e nem lhes interessa saber. Por que o espiritismo? Elas acreditam que o espiritismo trata de questões espirituais mais profundas e que tem condições de ver o problema de outra forma e encontrar uma fórmula capaz de resolvê lo.

Acontece que o espiritismo é mal conhecido. Quer dizer, muita gente acredita que, tendo contato com os mortos, ele é uma prática religiosa cheia de mistérios e que, por isso mesmo, pode oferecer fórmulas mágicas. Mas, ao mesmo tempo, há quem os acreditam que o espiritismo não é uma religião e, por isso, é um campo aberto para pessoas de outras religiões nele buscarem solução imediata. Para seus problemas. Por outro lado, o espiritismo não se empenha em fazer adeptos a qualquer custo. Os que chegam têm a oportunidade de começar a conhecê lo e, se quiserem, de conhecê lo de verdade. Algumas poucas, ao iniciar ao conhecimento espírita, se encantam com a doutrina e resolvem ficar, muitas vezes desagradando a própria família, que se empenha em convencê lo do contrário.

Como a maioria das pessoas não se sentem convocadas para a doutrina, elas ficam à vontade para permanecer ou não, ou se quiserem voltar, em voltar em outras ocasiões. A doutrina espírita preocupa se primordialmente com o bem-estar das pessoas e procura servi las sempre que pode, sem perguntar a religião e sem exigir nada de ninguém quando essas pessoas tiverem suficientemente amadurecidas. Perceberão que se trata de um caminho seguro para seguir. A grande diferença do espiritismo com as religiões em geral é que no espiritismo, as pessoas são convidadas a compreender as leis da vida, lendo, ouvindo palestras e participando de estudo, sem qualquer compromisso com a doutrina.

Assim, elas vão aprender a usar o conhecimento como instrumento de vida, exercitando o seu raciocínio. Pois um dos pilares fundamentais da doutrina é a fé raciocinada. Conhecendo a doutrina espírita, fatalidade. A quem acredita na fatalidade, ou seja, acredita se que se um fato deve acontecer num certo momento e num certo lugar, nada o impedirá, porque tudo está determinado por Deus, ou seja, acredita que todas as pessoas já nascem com o destino rigorosamente traçado. Essa crença é geralmente reforçada por acontecimentos inesperados e aparentemente inexplicáveis. Os materialistas, ao contrário, acreditam que os fatos se dão ao acaso, mas que o homem pode planejar sua vida.

Para o espiritismo, porém, não existe destino fatal e irrevogável, porque tudo acontece segundo as leis naturais, que são as leis de Deus. Mesmo os fatos inesperados da vida não são fatais no sentido absoluto da palavra. Pois o que nos pega de surpresa hoje é resultado da escolha que fizemos antes de reencarnar ou então consequência de nossos atos presentes que estão número 851 de o livro dos espíritos. Mas, no sentido amplo, no que se refere à vida humana, mesmo dependendo de planejamento passado, tudo acontece segundo as leis das probabilidades. É assim que uma morte acidental, por exemplo, tem mais probabilidade de acontecer com uma pessoa imprevidente do que com uma pessoa prudente e cuidadosa.

Na lei de Deus não existe destino irrevogável, porque, se tudo estivesse previsto, de nada valeria nosso esforço em evitar o mal, de modo que, nesse caso, não havendo escolha, não gozaríamos de livre arbítrio. Não teríamos culpa e nem méritos pelos nossos atos ou pelo sentido que damos a vida. E atenção, ouvintes, chegou o momento do sorteio do livro que anunciamos, Paulo Estevão, romance de Emmanuel recebido por Chico Xavier, edição recente da federação espírita brasileira. O livro sai para a ouvinte Maria das dores Silva, parabéns, Maria das dores Silva, residente em Garça. Pegue o seu livro durante a semana e no horário comercial na loja leves, na Rua Minas Gerais, número 148.

Agradecemos a sua amável audiência. E atenção, se você permanecer na rádio, meio e-mail, vai assistir na sequência o programa perspetiva. Comentários de Sônia mares e paulínio sobre temas atuais sobre a ótica espírita. Ao final desta edição, momento espírita, desejo a você e a todos saúde e paz. Para encerrar, vamos ouvir uma mensagem espiritual na voz de Chico Xavier. Eu fosse alguém, se eu tivesse influência, se eu pudesse realizar alguma coisa. Em benefício da comunidade. E se eu tivesse a menor autoridade para fazer isto, eu apenas repetiria para mim mesmo e para todos os nossos irmãos em humanidade, de todas as terras e de todos os idiomas, aquela palavra, aquelas palavras de nosso senhor Jesus Cristo, amai vos uns aos outros.

Como eu vos amei porque amor com esquecimento de si mesmo. Porque amor nada pedindo para si. O amai vos uns aos outros foi superado pelo amai vos uns aos outros. Como eu vos amei amar alguém ou alguma causa sem pedir nada, sem esperada o pagamento nem mesmo da compreensão. Da inteligência do próximo, então é trabalhar por uma humanidade mais feliz, por um mundo melhor, pela extinção das guerras e pela e pelo incentivo do progresso em bases Morais convenientes para que nós todos estejamos no melhor lugar possível que possamos ocupar no campo da vida humana servindo. Ao pai, ao criador, a nosso senhor Jesus Cristo e a todos os princípios cristãos.

O mesmo aos princípios mais Nobres de outras religiões, para que com o respeito mútuo possamos vencer todas as Barreiras e amar como o amor deve ser consagrado entre nós. Isto é amor? Sem recompensa. Porque todo amor que é posticível é, infelizmente ainda é um amor muito parente de um grande parentesco, é o amor dos animais.