Transcrição do episódio
Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.
De que forma a prática espírita favorece a sua saúde física e mental? A web rádio meio apresenta saúde, espiritualidade e você? Bom dia meus queridos amigos, ouvintes da web rádio BT, uma enorme insatisfação estar aqui com vocês no programa saúde e espiritualidade, você. Meu nome é Ricardo Cavalcante, eu sou membro da associação médico espírita de Botucatu e nós estamos realizando atualmente uma série de programas para analisar um pouco algumas das informações que André Luiz nos traz, especialmente na obra no mundo maior, para que nós possamos entender o funcionamento da nossa mente relacionado ao nosso processo de adoecimento.
No programa de hoje nós iremos conversar com mais detalhes a respeito de um caso que André Luiz narra nessa obra no mundo maior no capítulo sétimo. Nesse capítulo, André Luiz conta pra nós a história de um menino, um menino, que ele foi visitar em sua casa, juntamente com o calderário, o menino encarnado que. Apresentava algum quadro de uma deficiência muito grande. Então o André Luiz encontra este garoto, que naquele momento contava com 8 anos de idade, num estado de deficiência muito grande. Então ele era acamado, ele não andava, ele não conseguia se sentar, ele não falava, ele emitia. Gritos, né?
É sons culturais como André Luiz coloca, né? É, era essa forma de manifestação daquele garoto, é, ele ouvia muito mal, ele enxergava muito mal, então era 11, menino que vivia um quadro de uma deficiência já desde o seu nascimento, muito intensa, uma deficiência muito grande e muito marcante. E chama, obviamente, a atenção. E André Luiz estava ali para entender o que estava acontecendo e, obviamente para oferecer assistência. Aquele garoto e aquela família que vivia esse contexto, eles foram levados ali. O primeiro ponto que a gente precisa considerar é calderário e André Luiz pela prece da mãe.
A mãe desse menino era uma pessoa, um parque, que tinha uma fé muito grande. É, tinha o hábito? É todos os dias de 11, horário fixo, semelhante. Aquilo que a gente sempre orienta, sempre conversa a respeito do evangelho no lar da gente ter o dia, a hora fixa para sentar, para fazer a aquela leitura, aquela reflexão, aprece dentro do ambiente doméstico. Ela tinha esse hábito e isso permitia com que a espiritualidade é. Percebesse essa solicitação, esse pedido desta mãe que é sempre é estava em prece por esse seu filho pedindo Socorro. Esse seu filho, eu era um espírito destacado a mãe deste menino e é mediante esta prece intercessória dela é que calderaram e André Luiz vão então ao Socorro deste menino.
Calderaram conta nessa nesse capítulo. Para André Luiz, de que o problema desse menino começou aproximadamente 200 anos atrás, então não era um problema de agora, era um problema que se iniciou 200 anos atrás, numa encarnação que foi a última deste garoto, em que ele tinha uma posição política de muito destaque, uma posição administrativa de muito destaque e durante uma. Situação de uma guerra civil. Esse é esse indivíduo, este espírito encarnado. Naquela época, ele condenou muitas pessoas à morte, incluindo os seus desafetos, aquelas pessoas que eram contrárias a ele ou que poderiam oferecer algum tipo de obstáculo aos seus interesses materiais daquele momento.
Então ele condenou muitas pessoas à morte. Quando ele desencarna esses espíritos, todos condenados por ele estavam em sua perseguição, trazendo consigo ódio, vingança mediante aquilo que eles sofreram mediante a retirado da sua vida na última existência, esse espírito ele diante. Daquelas atitudes que ele cometeu. Ele, como é esperado de todos nós, a partir do momento que nós percebemos o erro que nós cometemos, a culpa é um sentimento que vai habitar os nossos corações. Allan Kardec como já tivemos oportunidade de comentar aqui no livro o céu e o inferno, capítulo sétimo. Quando ele fala sobre o código penal da vida Futura, ele diz para nós que diante das nossas faltas, o existe uma sequência de acontecimentos.
Existe o arrependimento, que é o momento em que a gente identifica a falta que nós cometemos. Existe, depois do arrependimento, a expiação que decorre. De nós, vamos dizer assim, limparmos o sentimento de culpa que a gente carrega e depois vem a reparação, a oportunidade que a gente vai ter de reparar o erro de fazer o bem. Aqueles aqui fizemos o mal. Então esse espírito ele passa pelo arrependimento, onde ele detecta o erro, mas aí vem a culpa, a culpa fim, porque nós somos muito orgulhosos ainda. E. Admitirmos os nossos erros é algo muito difícil ainda para nós. Por isso que a gente se sente culpado.
E o sentimento de culpa, ele é um sentimento que gera em nós 111 adoecimento, um processo de adoecimento também. Já tivermos a chance de conversar bastante sobre esse tema. Acontece que esse espírito então passa por esse processo de culpa e isso faz. André Luiz conta para nós com que ele comece a ter dificuldade de acessar. Aquela área mais nobre do nosso cérebro, aonde a mente expressa ali os valores superiores da vida, os ideais da vida superior, que são os lobos frontais. A minha gente começa a ter dificuldade de acessar ali e ela se concentra onde? No cérebro intermediário, aquele que é responsável pelo esforço, pela ação.
Isso no peito, espírito. Nós estamos falando desse indivíduo. Lá no mundo espiritual, não ele encarnado, ele tinha desencarnado cometido todos esses esses crimes contra a lei divina, contra o seu próximo. Então ele começa a concentrar na no seu cérebro é intermediário, porém, além do processo de culpa, ele também vai começar a sofrer um processo obsessivo porque esses espíritos que ele prejudicou. Estavam ali querendo reaver as contas com ele envolvidos, de ódio, de sentimentos, de vingança diante daquele indivíduo. E ele passou por praticamente 200 anos sofrendo a influência extremamente pesada desses espíritos que pouco a pouco foram se libertando.
Então era uma quantidade grande de espíritos, mas que pouco a pouco foram se libertando daqui. Mas restaram apenas 2. E quando André Luiz chega naquela casa para ver o menino que estava ali no leito, naquela condição, estes 2 espíritos estavam ao lado dele, estavam próximos, aquele garoto exercendo o sobre ele, aquele mesmo efeito negativo, esse feito pelo processo obsessivo, ele fazia com que este garoto. Saísse do seu cérebro intermediário aonde ele tentava se fixar e fazer com que ele descesse para o seu cérebro inicial, aquele onde estão os automatismos? Aonde estão as memórias? Isso fazia com que ele sofresse mais ainda, porque ele ficava preso aquelas memórias do passado, e isso fez com que ele também fosse deformando o seu corpo espiritual, isso antes de reencarnar.
Antes de estar aqui presente como este garoto cheio de deficiências, ele foi deformando o seu perespírito mediante aquela pressão da sua culpa com o processo obsessivo, pressionando ele a viver com a sua mente toda fixada naquele cérebro inicial, cérebro dos automatismos. Isso fez com que o seu perespírito retomasse formas. De todo o nosso processo evolutivo que está lá atrás, passamos por inúmeras existências através de diversos seres na natureza até atingirmos a forma nominal, mas estas formas passadas ainda estão presentes na memória do perespírito. E este espírito acabou retomando tanto que André Luiz quando?
Conhece o menino? Ele narra para nós que ele tinha uma forma animalesca, não parecia quase uma forma humana, ele fala, parecia uma forma sub humana. Não, não parecia quase um ser humano, parecia um animal. E essa caracterização se decorre desta deformação perespiritual o perespírito pela mente fixada naquele cérebro inicial. Vejam. O efeito vejam é o impacto que isso tem sobre o nosso, a nossa vida. E vejam, né? Para este garoto, esta era a causa, ou seja, aquela aquela comprometimento do passado, aquela falta que ele cometeu, grave no passado, levando a culpa, levando ao processo obsessivo. A deformação do seu perispírito, mediante a fixação da mente no cérebro inicial e fazendo com que ele reencarne nesta condição de tanto sofrimento, de tanta dificuldade.
André Luiz ainda presencia que uma destas entidades que estava ali exercendo aquele processo obsessivo nesse garoto, toca com a mão na cabeça do menino e nesse momento o menino. Tem um quadro convulsivo? Ele tem. Ele entra no estado de completa desorganização orgânica, então ele começa a ter abalos, contrações. O seu cérebro trabalha de uma maneira totalmente desorganizada, suas glândulas trabalham de uma maneira completamente desorganizada, então isso faz com que é. Agrave ainda mais a situação do mundo, a ação daqueles espíritos fixam cada vez mais a mente dele no seu cérebro inicial. Então, qualquer tentativa de desenvolver a fala e desenvolver a audição, a visão que esse garoto poderia ter ao longo da vida, ficam bloqueadas por esse processo obsessivo tão intenso que está acontecendo ali.
Então este caso ele mostra pra nós. É de uma maneira bastante clara que estas ações cometidas no passado levam a repercussões graves sobre a nossa mente, sobre a forma como nós nos expressamos, sobre o modo como nós iremos interagir com o mundo, e isso decorrente do que dos sentimentos que nós iremos alimentar. E nós então aqui no caso. O sentimento de culpa, como ele está agindo? Então vamos supor que este espírito não tivesse culpa, ele não se sentisse culpado, ele poderia se sentir responsável, mas ele não carregasse uma culpa tão pesada. Ele talvez não estivesse tão à mercê desse processo obsessivo, porque é uma questão de sintonia.
Aquela culpa faz com que ele se sintonize com. Estes espíritos infelizes que estão ao lado dele e isso vai tornando aquela situação. É um ciclo vicioso que ele fica preso, aquela condição. Por isso que é preciso pra isso se libertar. Muitos dos espíritos que perseguiam esse jovem foram sendo libertados porque foram percebendo o caminho diferente, foram identificando que o caminho do ódio, da vingança, não é o caminho. Que nos leva a Felicidade, que é uma libertação para nós. Saber amar, perdoar, ser tolerante, que esse é a maneira como nós é. Devemos viver verdadeiramente, conforme Jesus ensinou para nós, porque é isso que nos conduz a Felicidade.
Mas esses espíritos ainda tem dificuldade de se libertar dessa situação e por isso ainda estão ali. Exercendo esse papel tão pelletério sobre o mundo. Mas a oração da mãe é algo muito importante. Por quê? Porque ela permite a ação dos espíritos benfeitores que estão ali presentes pra auxiliar aquele momento, pra dar todo suporte, para que aquela situação, para que aquele processo possa ser resolvido, pra que ele possa ser amenizado. Ao mais, mas o mais. É marcante dessa história. Pensando em como ela pode ser resolvida, como que alderar o André Luiz, que estão ali, poderiam agir dessa no sentido de é melhorar as condições daquele.
Eles podem ali aplicar passes. Eles podem, né, tentar envolver aquele ambiente, né? Na Na condição melhor possível, mas aquele. Espírito está mergulhado numa sintonia com esses 2 indivíduos muito grande, que dificulta você conseguir tirar, evitaria. E aí André Luiz vem nos mostrar que o poder do amor, ele é a maior ferramenta que nós temos para resolver essas situações. Qual era a maneira de resolver aquilo? Esses 2 espíritos iriam reencarnar? E a mãe daquele garoto, que era já um espírito notável, de uma condição moral melhor, ela aceitou receber em seu lar, como seus filhos, esses 2 espíritos que seriam irmãos daquele garoto todo deficiente.
Mas por que reencarnar como irmãos, reencarnando como irmãos como uma mãe? Que era consciente e que entendia a necessidade daquele menino de ter que enfrentar aquela situação. Ela iria promover este reencontro no mundo físico, este espírito devedor com aqueles espíritos que eram suas vítimas e que estavam ali precisando. Aprender a amá lo como irmãos, eles iriam se envolver com aquele garoto, eles iriam se compadecer encarnados da situação do irmão mais velho que estava doente, eles iriam cuidar desse irmão e com isso eles iriam desenvolvendo ao longo do tempo o amor, de maneira que quando findasse esta vida física.
E eles estariam completamente envolvidos com uma história totalmente reeditada diante daquele espírito, aprendendo a amá lo, aprendendo a respeitá lo a desejar o bem Pra Ele, tentando reescrever a história que no passado tinha sido bastante deletério. Vejam que bonito que é a misericórdia divina. Que bonito que é a providência divina. Que vem nos oferecer estas oportunidades e aqui mostrando a reencarnação como a grande ferramenta para que a gente possa solucionar definitivamente aquele problema. Ao reencarnar, esses espíritos teriam essa grande oportunidade e grandes chances de alcançarem este objetivo, considerando o ambiente que aquela mãe que aquela família promovia.
Para esta finalidade e mostrando para nós que é através do amor que nós conseguimos vencer estes grandes obstáculos que é ainda nos trazem muito sofrimento e assim, dessa forma, aquele menino conseguiria então se libertar daquela culpa e. Uma próxima existência, se reorganizar espiritualmente para poder ter a oportunidade de resgatar. É assim que funciona para todos nós. Que nós possamos refletir sobre essa história, que é uma história muito bonita, que envolve muito sofrimento, mas que traz uma grande lição para nossa reflexão, para que a gente possa compreender. Que tudo que acontece conosco nessa vida não vem por um acaso.
Que todos nós aqui estamos conectados uns aos outros e que há uma grande importância destas nossas relações para que a gente possa aproveitar estas oportunidades que Deus está nos oferecendo para o nosso aprendizado e para o nosso crescimento. Que tenhamos todos uma semana de muita luz e de muita paz.