Transcrição do episódio
Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.
De que forma a prática espírita favorece a sua saúde física e mental? A web rádio, meio MEI, apresenta saúde, espiritualidade e você? Bom dia meus queridos amigos, internautas ouvintes que nos acompanham aqui na web. Rádio meio MEI, é uma enorme insatisfação estar com vocês no programa. Saúde espiritualidade você meu nome é Ricardo Cavalcante. Sou membro da associação médico espírita de Botucatu e nós nos reunimos todos os domingos aqui às 11:00 da manhã para podermos conversar sobre assuntos relacionados a nossa saúde diante de uma ótica espírita. Recentemente nós abrimos um canal. Que permite com que os nossos ouvintes, os internautas que nos acompanham, possam fazer perguntas para nós.
Para isso, basta encaminhar suas dúvidas, seus questionamentos, suas sugestões para o seguinte número no WhatsApp, 14998344781. Vou repetir. 14 ODDD 998344781. Para quem tiver então sugestões, dúvidas, questionamentos, assuntos que gostariam que nós tratássemos aqui no programa, sugiro que encaminhe então esses questionamentos para este número de WhatsApp e que a partir de então, nós. Traremos aqui para vocês ideias e discussões que possam ser do interesse de todos. No programa de hoje nós estaremos discutindo novamente sobre a mediunidade, porque 2 programas passados nós trouxemos aqui para vocês 2 estudos.
Que foram feitos recentemente, publicados este ano em revistas científicas estudando a mediunidade. Foram grupos de pesquisadores brasileiros que trouxeram esses essa pesquisa. Foram 2 pesquisas diferentes, mas que tiveram um propósito maior de estudar a mediunidade no sentido de mostrar para a comunidade científica. Utilizando métodos científicos que a mediunidade ela é um fenômeno real, verdadeiro e que ela não é uma produção anímica daquela pessoa que está atuando como médico. Que que é a produção anímica, que que é o animismo, é o indivíduo, ele mesmo produzir aquele conteúdo na mediunidade nós assumimos.
Que todo aquele conteúdo que está sendo expresso, ele está vindo de uma outra pessoa, uma pessoa que está desencarnada e que está através daquele indivíduo que tem essa capacidade transmitindo aquelas informações. Então essa informação ela é externa ao indivíduo no animismo é o é a própria pessoa que produz aquilo, mesmo que de forma inconsciente, né? Isso é. Faz parte do desse fenômeno que nós chamamos de animismo. Mas a ideia é mostrar que os médiuns não são anímicos, embora a gente saiba como a doutrina espírita nos ensina, que todo médium sempre tem uma parcela de animismo dentro das suas comunicações.
O próprio Chico Xavier, que temos conosco como o grande exemplo da mediunidade, né? Uma pessoa que tinha uma capacidade mediúnica. Muito avançada. Uma pessoa que tinha um regramento é moral em relação às suas condutas, aos seus pensamentos, muito grande, algo que oferecia a ele uma potencialidade mediúnica muito grande. Mesmo assim, Chico tinha uma parcela de animismo. Ele mesmo dizia isso, sempre tinha alguma coisinha dele ali, né? Não é aquela a mensagem, ela não vem 100% pura, como o espírito transmite. E isso é natural. Isso faz parte do processo. Quanto mais se desenvolve mediunidade, quanto mais a retidão do pensamento das condutas do médium, menos anímicos são as suas comunicações.
Acontece que a partir do momento em que nós discutimos esses 2 estudos, né? E que trouxemos esses dados que a ciência hoje. Tem buscado mostrar que a mediunidade ele é um fenômeno real e que existe uma comunicação de uma inteligência externa falando através daquele indivíduo. Algumas pessoas questionaram, puxa vida, mas como se dá o processo da mediunidade? Como que isso acontece no nosso corpo? Como que essa reação se dá no nosso corpo? Se a gente pensar, por exemplo, na psicofonia, que é aquele médium que fala, né? Como se fosse o espírito, né? Falando o espírito se comunica através da fala, através, por exemplo, da psicografia daquele médium que escreve uma mensagem que o espírito está é transmitindo.
Como que isso acontece, como que o nosso corpo funciona em relação a isso? Existe uma ideia bastante antiga, mas que é uma ideia, vamos dizer assim, errônea, de que AA chamada incorporação. O que que é a incorporação? Ou seja, o espírito comunicante? Ele tomaria o corpo do médium, né? Ocuparia esse corpo do médium e faria. Essa é conexão, essa transmissão da mensagem, seja pela psicofonia, pela psicografia. Mas nós sabemos que, na verdade, não existe uma incorporação porque o corpo do médium já é ocupado. Pela alma do médio, pelo espírito que o anima e a vinculação do corpo com o com o perispírito, com o espírito, ela é uma vinculação única.
Não tem como 2 espíritos ocuparem o mesmo corpo de uma pessoa. AA somente um espírito ocupa e é aquele que está ligado aquele corpo desde o seu desenvolvimento, desde a sua formação, ainda lá como um zigoto, como um embrião. E é este espírito que vai até o momento do desencarne. Não tem como outro espírito ocupar aquele corpo. Por isso que não existe, né? É propriamente dito que se chama de incorporação. O que há, na verdade, é que o espírito do desencarnado assume um determinado comando. Ele gera um estímulo para aquele corpo do médium e permite com que essa transmissão aconteça. Para a gente entender como que acontece a transmissão mente única, primeiro a gente precisa entender como um pouco como funciona o nosso cérebro.
Porque essa transmissão ela se dá através do nosso cérebro e como que funciona no nosso cérebro para o nosso cérebro identificar que algo está acontecendo. Nós, encarnados, temos os nossos sentidos, os 5 sentidos. Então a gente tem a visão. A gente tem Oo paladar, a gente tem o tato, a gente tem a audição, são os nossos. É sentidos, né? Que é nos guiam, ou seja, essa é a forma como nosso corpo tem para captar as informações. Então é o olfato, é o paladar, é a visão, é a audição e é o tato. Então é assim com que o nosso cérebro capta todas as informações. Que estão chegando para nós. Essas informações são captadas por receptores que estão nos mais diversos locais.
Então, por exemplo, os receptores do tato a gente tem, o corpo todo a gente tem nas nossas mucosas inclusive, né? A gente é a nossa visão, são nos olhos, a audição, nos ouvidos, o paladar, né? A Na Na nossa cavidade oral, especialmente na nossa língua, né? E o olfato está na nossa mucosa nasal. Então a gente tem receptores distribuídos por todos esses lados. Os estímulos chegam até ali. Aquilo ali gera uma informação que através dos nossos neurônios vai chegar até o nosso cérebro. E ele chega numa reunião numa região do nosso cérebro chamada Alan, que fica bem no meio do nosso cérebro, no chamado Jean século.
Ali no talam, ele vai fazer a distribuição. Então se aquele estímulo, por exemplo. Ele é um estímulo sonoro. Ele vai encaminhar para a parte do nosso cérebro que cuida do som, que interpreta o som. Se for visual, ele vai pra área da visão, se for No No, no tato, ele vai pra área do tato. Se for o sabor, vai pra área do sabor. Então o nosso cérebro, ele já tem áreas pré determinadas. Aonde essas esses estímulos são encaminhados? Onde eles já são levados pra lá? Então isso é é o nosso cérebro já funciona desse jeito. E essa estrutura chamada taluno é quem faz essa distribuição. Chegou lá no nosso córtex cerebral.
A gente toma consciência porque o córtex é o que nos permite ter a consciência, a gente toma a consciência daquele estímulo. E aí a partir dali é que a gente. É pode reagir diante daquele estímulo. Se a gente só vai se manter como está, se a gente vai precisar fazer alguma coisa, se aquilo vai gerar alguma emoção na gente, se aquilo pode promover uma lembrança, então tudo que vai acontecer depois vai ser a partir do momento que essa informação chega ao córtex cerebral. E na mediunidade. Como que acontece isso? Porque assim, por exemplo, se eu tenho vontade de escrever, né? Eu vou ativar essa área do meu córtex cerebral que trabalha com a escrita, e eu vou escrever, né?
Se eu estou vindo alguma coisa é o meu córtex da visão que está sendo ativado, né? Se é, é. Eu estou falando aqui para vocês, estou me comunicando aqui. É o córtex que cuida da área, da fala que está tendo que trabalhar para que essas palavras, ou seja, para que o meu pensamento ele possa através, né, da. Da da produção da palavra, né? Transmitir essa informação pra vocês. Então é assim que o nosso cérebro trabalha. E na mediunidade, como que isso funciona? As informações que nós temos a respeito da mediunidade é nesse nesse aspecto, né, nesse aspecto de conhecer um mecanismo fisiológico, ou seja, do funcionamento.
Do nosso sistema nervoso central, do nosso cérebro, pra que ocorra a expressão mediúnica. A gente tem informações que são trazidas especialmente por André Luiz nas suas obras, né? Na sua coleção a vida no mundo espiritual, né? Nos nas 16 obras em que André Luiz trata desse assunto, é claro que o conteúdo que André Luiz nos traz, ele não é um conteúdo completo. Então, assim, nós temos algumas noções. Como isso acontece? Não é 11 noção, vamos dizer assim, completa. Por isso que há uma hipótese em cima disso. Quem trabalha muito bem essa informação e eu até recomendo que vocês possam, né? Para quem está, quem tem interesse nesse assunto é ler uma obra.
Do nosso querido amigo Décio e andole Júnior, que se chama da alma ao corpo físico em que ele trata desse assunto de uma maneira bastante clara, bastante objetiva e muito didática para que as pessoas possam compreender esse assunto. Existe, portanto, uma hipótese baseado naquilo que André Luiz nos fala. O que que nós imaginamos? André Luiz, ele parte de um ponto essencial, dizendo para nós. Que esta comunicação entre o mundo espiritual e o mundo físico no nosso corpo, ela se dá especialmente através de uma pequena glândula que existe no nosso cérebro, chamada glândula pineal. Vejam, nós, espíritos encarnados, estamos em conexão com o corpo físico em todo nosso corpo.
Kardec já nos diz lá no livro agênese que nós nos comunicamos entre perespírito e corpo físico, molécula, a molécula, ou seja, o corpo todo está vinculado espírito com perespírito. Mas lá no nosso cérebro existe esta glândula chamada pineal, que André Luiz coloca para nós que ela é a sede da nossa mente, ou seja, ela é a. O grande fecho de comunicação entre a mente, que não é uma estrutura do nosso corpo. A mente é uma estrutura do espírito, que através dessa glândula é que essa carga, essa grande, vamos dizer assim, essa grande avalanche de informações da nossa mente, ela se deposita sobre o nosso corpo.
Então, a pineal, ela funciona como se ela fosse uma grande antena. Que faz esta comunicação? Durante muito tempo, a própria medicina não conhecia o funcionamento da pineal. Tudo que nós conhecemos da pineal praticamente foi Descoberto nos últimos 5060 anos. Muito pouco se sabia. Se acreditava que ela inclusive era um órgão vestigial, ou seja, que nem tinha função. Hoje se sabe. Que a pineal é uma glândula extremamente importante para o nosso capital. A medicina já identificou isso? O interessante é que muitas das informações que André Luiz nos traz nas suas obras lá da década de 40, década de 50, quando se nada conhecia da pineal, foram sendo confirmadas com o avanço da ciência nas últimas décadas.
Com muita coisa, André Luiz já dizia lá como por exemplo, a pineal. É a glândula que comanda todas as glândulas endócrinas do nosso corpo, ou seja, as glândulas que produzem hormônios. Então, André Luiz já dizia isso lá e a ciência foi descobrir isso muito tempo depois, né? Porque hoje se sabe que a pineal, ela produz um hormônio chamado melatonina, um hormônio que ele é muito importante para o funcionamento do nosso corpo e que praticamente agem em todas as glândulas endócrinas, age. Por exemplo, sobre o nosso sistema nervoso central em muitas das nossas células e a pineal, ela tem uma capacidade de comandar, de controlar o nosso corpo, principalmente os chamados ciclos biológicos.
Nosso corpo, ele é um corpo que ele funciona ao modo de ciclos. Então ela tem esse comando muito grande. Então, ela é uma glândula fundamental a nossa vida e ela é uma glândula fundamental dentro desse processo da mediunidade. O que que André Luiz mostra para nós? Que que ele ensina para nós? Que o espírito comunicante, ele vai se comunicar através da pineal, ou seja, é atuando nessa glândula. Inclusive, ele descreve para nós, lá no livro missionários da luz, que quando o médium está atuando, quando o médium está trabalhando, a pineal dele fica extremamente luminosa. Ela ganha 11 radiação, completamente diferente.
Do do do restante do cérebro, porque essa é a antena. É por essa via que a informação vai chegar. O que que nós imaginamos? A pineal. E essa é a nossa hipótese, né? A hipótese que inclusive o Décio traz pra nós lá na sua obra, né? Da alma ao corpo físico, é que a pineal é uma glândula, que ela se comunica com todo nosso sistema nervoso central, ela se comunica com todo o nosso cérebro. Então existem feixes, né? De fibras de neurônios que se comunicam com as outras partes cerebrais. Da mesma forma que o estímulo que vem de fora, né? Passa lá pelo nosso tálamo e vai pro córtex, para as áreas correspondentes.
Nós imaginamos que a comunicação mediúnica ou espírito comunicante vai agir sobre a pineal do médium e a partir daí é essas informações que chegam pela pineal serão transmitidas a utálamo. E o talamo vai distribuir para a área correspondente. Então, se aquele estímulo é um estímulo visual, ou seja, ele vai estimular a parte do cérebro que cuida da visão, então permite com que o médium enxergue o espírito. Eles têm uma clara evidência. Ah, se é na área auditiva, ele vai ter uma clara audiência, vai para o corte, o talamo manda para aquele corte. Então, não há uma área específica da mediunidade no cérebro.
E em termos de córtex, né não, não existe um local próprio. Fala assim, olha, essa é a área que é sempre ativa quando tem a mediunidade. O que sempre ativa quando tem a mediunidade, é a pineal. Essa é a glândula que permite essa comunicação, que inclusive André Luiz nos coloca, que ela é a sede de um dos nossos centros de força, também chamado de chacras, que é o coronário, né? Que é o chacra mais superior que a gente tem, que comanda todos os outros. Chacras todos os outros centros de força do nosso corpo. Então essas informações, elas nos ajudam a tentar compreender como que se dá o fenômeno mediúnico.
Então o espírito desencarnante é desencarnado, desculpa, ele vai atuar sobre a pineal do do médium e através dali é que ele vai, né? Vai dar o estímulo para que o médium possa escrever. Ou vai dar o estímulo para que ele possa enxergar, ou vai dar o estímulo para que ele possa fazer uma psicofonia e agindo atuando em diversas áreas do cérebro. O que os nossos estudos, que nós discutimos nas semanas anteriores, mostraram é que estas áreas do cérebro que cuida da visão, que cuida da da escrita, que né? Da da fala, a depender do tipo do médium que a gente tem, se ele é psicofônico, se ele é psicográfico, se é claro, evidente, claro, adiente.
Essas áreas, elas ficam extremamente ativadas, ou seja, há muito estímulo ali há uma carga enorme de atividade, é cerebral no momento, durante o trânsito médio, único, e que nós imaginamos, baseado naquilo que André Luiz nos ensina, que esse estímulo todo então está chegando pela pineal, passa pelo talam e ele distribui para estas outras áreas. Então é esse de modo geral, é o modo como funciona. O nosso cérebro. E como funciona o processo de transmissão? Mediúnica? Fica aqui então para nossa reflexão desta semana. Que tenhamos todos uma semana de muita luz e de muita paz.