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Obsessão e as doenças - Dr. Ricardo Souza Cavalcante

00:20:46
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Transcrição do episódio

Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.

De que forma a prática espírita favorece a sua saúde física e mental? A web rádio memei apresenta saúde, espiritualidade e você? Bom. Dia meus queridos amigos internautas, ouvintes da web rádio memei. É uma enorme insatisfação estar aqui com vocês no programa saúde. Espiritualidade você, meu. Nome é Ricardo Cavalcanti, eu sou um membro da associação médico. Espírita de Botucatu. E hoje nós estaríamos conversando aqui sobre um tema bastante interessante. Que surgiu? Em uma das nossas. Reuniões de estudo. Da associação médico. Espírita de Botucatu. Nas nossas reuniões em que nós estudamos. As obras.

De André Luiz, uma pessoa. Fez a seguinte pergunta, que faz a gente gerar toda a? Reflexão que nós estaremos fazendo neste e nos próximos programas, uma. Pessoa que sofre um processo obsessivo, ela pode. Desenvolver uma doença orgânica, uma doença no seu corpo. Físico. Decorrente desse seu processo obsessivo. Ela pode desenvolver uma doença de ordem? É. Emocional psiquiátrica decorrente. Daquele processo obsessivo, ou a. Obsessão ela acontece apenas de uma maneira pura. E a doença? Psiquiátrica por. Exemplo, a doença orgânica é algo completamente. Diferente do processo de obsessão. É uma pergunta muito importante.

Para que? A gente possa compreender. Este processo de saúde doença. Nós já tivemos a oportunidade aqui no nosso programa de. Refletir várias vezes. Sobre a questão do processo. Obsessivo. Mas hoje nós estaremos conversando. Especificamente sobre esta questão, o quanto? Um processo de obsessão. Ele pode? Levar a uma doença efetiva, uma doença seja. Psiquiátrica, ou seja, ela orgânica. A primeira questão? Para aqueles que ainda não. Estão habituados. A esta temática é entender o que que é um. Processo obsessivo, o processo de. Obsessão é um processo em que nós somos fortemente influenciados por uma entidade geralmente desencarnada.

Que está? Vinculada a nós, muitas vezes decorrentes de experiências. Passadas. De existências anteriores em que nós nos desentendemos. Com essa pessoa, geralmente nos desentendemos, embora nem sempre. O processo de obsessão. Há um desentendimento. Outras. Relações podem nos. Vincular as pessoas e elas exercerem processos de obsessão. Até muitas vezes até de maneira inconsciente não intencional, mas na maior parte. Das vezes, o processo obsessivo. Ele é intencional, ou seja, nós prejudicamos. Alguém no passado? Ou mais de uma? Pessoa no passado. E na presente? Existência esses espíritos se. Aproximam de nós exercendo um processo.

Obsessivo querendo. Reaver as contas querendo que nós, né? É. Passemos. Por dificuldades, justamente. Porque fizemos? Essas pessoas sofrerem? No passado, então, isso. É o que? Classicamente. Caracteriza o processo. Obsessivo, lembrando que Kardec já nos alerta, lá no. Livro dos espíritos. Que, de modo geral, né? Nós somos altamente influenciados pelos desencarnados sem. Passar por processo obsessivo. Nenhum, né? O nosso pensamento ele está. O tempo todo. Recebendo a influência dos desencarnados que estão a nossa volta, lembrando que há muito mais desencarnados no planeta do que encarnados, aproximadamente uma proporção de 3 para um, então.

É importante que a gente tenha o cuidado com o nosso pensamento também. Já conversamos bastante sobre essa temática aqui, então a gente recebe essa influência e quando essa influência se torna muito intensa, muito significativa. Se estabelece ali um processo obsessivo. Kardec nos ensina lá no livro dos médiuns que o. Processo obsessivo, ele pode se caracterizar em. 3. Modalidades, a primeira. Delas. É a? Obsessão simples. Que é aquela em. Que nós recebemos a influência. É a? Ação. Obsessiva desse espírito. Mas nós mantemos a nossa vontade, a nossa crítica, a nossa percepção, a gente. Percebe que aquilo ali é algo externo e conseguimos.

Ainda manter, vamos dizer assim, a nossa. Crítica para saber. Como que a gente deve agir ou não? Esse é o processo de obsessão. Simples, temos. Um outro processo bastante grave. Que é a chamada subjugação em. Que o espírito. Exerce uma ação de completo domínio sobre o encarnado, então Oo encarnado perde. A sua capacidade de. Decisão e de muitas vezes a sua. Capacidade de. Agir ele vai agir totalmente sob o comando daquele espírito, e temos a fascinação. Em que o espírito ele vai? É. Levando o indivíduo. A acreditar em tudo aquilo que ele. Coloca, mas que geralmente são. É. Posições são comportamentos muitas.

Vezes absurdos. Que levam a? Pessoa ao ridículo que levam a pessoa é a sua. Decadência mas ela não. Percebe muitas vezes? Que ela está na fascinação, geralmente ela não nota. Que ela está? Sendo envolvida por alguma entidade ou mais que uma desencarnada, então é isso que cai de aqui. É nos apresenta lá no livro. Dos médicos, então esse é o processo obsessivo, e aí? A questão é, né, o processo obsessivo também. Já tivemos a oportunidade de conversar aqui. Ele, muitas. Vezes, vai? Ter manifestações? Ele vai ter? Sintomas que se assemelham muito. Aqueles que ocorrem. Nas doenças psiquiátricas, então, é comum, por exemplo, a pessoa que tá passando por.

Um processo obsessivo. Ela referiu por. Exemplo que ela. Ouve vozes, vozes de. Comando. Que ela vê coisas, vê pessoas que só ela vê que podem ser. Sintomas que se atribuem a uma doença. De ordem psiquiátrica. Por exemplo, uma esquizofrenia, por exemplo, um transtorno afetivo. Bipolar a pessoa. Pode estar tendo? Delírios. Pode estar tendo alecinações, pode estar durante um surto. Psicótico. Os sintomas são muito. Parecidos, muitas. Vezes no processo. Obsessivo a gente vai ter situações. De embotamento, a pessoa fica fechada em si mesma, pouco comunicativa, não interage muito. Com as pessoas? Fica muito fechada em si mesma, sintoma comum, por exemplo, num.

Processo de é? Depressão e mesmo num num quadro de muitas vezes de. Esquizofrenia pessoas. Que ficam muito embotadas. Então a gente vai ver que. Os a. Sintomatologia. Ela se assemelha muito, é entre essas condições, muitas. Pessoas e até surgiu essa. Pergunta no. Nosso estudo. Porque é? Nós obviamente consideramos que com. Certeza há pessoas. Internadas em hospitais psiquiátricos. Que talvez o? Problema, vamos dizer assim, primordial dela. Não tenha sido um problema psiquiátrico, mas SIM 1 quadro. Obsessivo será que aquelas pessoas? Todas que estão ali, né? Tem doença psiquiátrica efetivamente ou sempre que a gente tem alguém, por exemplo, que.

Está ali e. Está passando por um? Processo obsessivo que se a gente fizesse. Um tratamento espiritual essa pessoa iria melhorar realmente isso pode acontecer, inclusive. Kardec. Nos. Alerta. Pra essa condição, lá no livro dos médios. Então, se a gente for procurar nos hospitais psiquiátricos? E na época? De Kardec, os hospitais psiquiátricos. Ainda eram muito comuns, né? Hoje em dia a gente tem. É, isso acontece. Vamos dizer assim, muito menos, porque as doenças de ordem mental não são mais tão abordadas com internação. Na época de Kardec, praticamente internava tudo. É e hoje? Né AA. Tendência da psiquiatria não é mais internar as pessoas.

A gente interna realmente a gente está num surto. Psicótico aqueles. Quadros mais graves aí vocês demandam uma internação, né? Tem ideação suicida importante, então são pessoas que precisam realmente estar sobre um cuidado diferenciado dentro de um serviço. De saúde? Mas a maior parte das pessoas vão tratar em regime ambulatorial. E essas? Pessoas podem estar com. Um quadro? Obsessivo e não. Psiquiátrico, sim, isso pode acontecer, mas o próprio Kardec alerta. Lá no livro dos médiuns. Que é, é? Muito difícil diferenciar um quadro. Obsessivo de um quadro psiquiátrico. Do que ele chama lá de loucura?

Na época já tivemos. Também é comentado isso aqui AAA classificação das doenças psiquiátricas. Na época de Kardec, era bem diferente do que é hoje. Então isso o. Kardec coloca. As doenças psiquiátricas dentro de um pacote que ele chama de loucura? Então ele coloca lá, olha, é muito difícil diferenciar, né? E por. Isso mesmo, né? A gente pode ter uma. Pessoa que sofre. Puramente de obsessão, a gente pode ter uma. Pessoa que sofre. Puramente de. Um quadro de. Loucura, ou seja, de uma doença psiquiátrica. E a gente pode ter o que? Provavelmente representa a maioria. Das pessoas que sofrem das 2 coisas, elas têm um processo obsessivo.

Tem uma doença psiquiátrica junto concomitante. E aí a gente precisa saber abordar. Essa situação. Mas isso pode acontecer nos hospitais, na. No atendimentos psiquiátricos? Sim. A gente pode ter as 2 coisas acontecendo. Então a gente tem que tomar muito cuidado. Por quê? Porque. A abordagem dupla, né? Agindo nos 2 pontos, geralmente vai ser necessário. Mas Kardec também traz para nós isso está lá no último capítulo do evangelho segundo o espiritismo, bem no final do último capítulo, no último parágrafo. Ele encerra o. Evangelho com essa questão, dizendo para nós. Que. Manifestações, né, que um.

Processo obsessivo que. Se manifesta durante um longo. Prazo, ou seja. Durante um período muito longo. Que não é tratado? Aquele processo obsessivo ele pode levar. A um dano. Cerebral Kardec coloca isso lá. Então, os. Espíritos da codificação já trouxeram essa, esse. Dado essa informação a Kardec, se nós não tratarmos um. Processo obsessivo, ele pode. Sim, provocar uma doença orgânica, uma doença. No cérebro dessa pessoa? Que pode manifestar se como uma doença de ordem psiquiátrica, mas também pode manifestar se como uma doença. Presente no corpo físico. Uma doença que nós é, classificamos como de origem orgânica, então isso é um ponto bastante importante.

Porque, porque isso? Mostra para nós que a gente não pode, né? Aceitar uma pessoa sofrendo? Um quadro psiquiátrico. 11. Quadro. Obsessivo e achar que. Ela não vai precisar de um. Cuidado especial, sim, elas. Precisam de um cuidado muito. Especial, e esse? Tratamento é fundamental. Para que ela possa se. Recuperar e não desenvolver certas enfermidades, sejam de ordem. Psiquiátrica sejam. De ordem orgânica a gente tem hoje. Né? Na Na ciência, uma. Série de pesquisadores que já. Estudaram ou que abordam que? Refletem sobre essa? Questão. Que é a? Ação do pensamento sobre o nosso corpo, sobre as ações do nosso corpo.

Então a gente teve, por exemplo, lá na década de 80, um grande físico quântico que é o David bom. Que. Traz todo uma reflexão. Filosófica. Obviamente, isso não, não foi. Possível até os dias de. Hoje é uma demonstração experimental. Sobre isso, mas ele traz. Essa reflexão de que o nosso pensamento diferente daquilo que a neurociência é. Clássica acredita que? O nosso pensamento é um epifenômeno do cérebro. Ou seja, AA gente só. Pensa. Porque o cérebro? Né, os nossos neurônios estão. Trabalhando o David. Bom, pensava o contrário. Mediante os conceitos. Da física quântica que ele. Desenvolveu era.

Importante físico quântico. Ele acreditava? Que era o contrário, que na verdade, o pensamento. Que era algo extracorpóreo, é? Quem definia as ações dos nossos neurônios, ele moldava o que cada neurônio fazia mediante. A. Expressão do pensamento. Que era? Trazida pelo indivíduo. Então, que isso? Teria um efeito no comando desses neurônios e, consequentemente, nas suas comunicações na produção da substância que o neurônio. Fabrica aqui. São os neurotransmissores? Essa. Teoria do David? Bom, ele é muito interessante. E ela condiz. Com um outro. Grupo de estudos que. É. Foi feito, né? Desenvolvido por.

Roger, Ben. Rose o Stuart. Rameroff que também acreditam que há uma transmissão da nossa consciência para as nossas. Células. Não só pelos neurônios, mas por. Todas as células. Do nosso corpo? Hoje, a ciência reflete bastante. Embora, como eu disse, nós não tenhamos comprovação experimental sobre essa questão. Mas a gente já tem uma grande corrente dentro da própria ciência que considera essa. Hipótese e que. Demonstra isso através de expressões matemáticas que demonstra isso através, né? De. É de? Preceitos filosóficos. Né, e mediante os conceitos. Que a ciência. Faz hoje, mas que a gente ainda precisa avançar para entender melhor isso que acontece.

Para doutrina espírita. Quando a gente pega, é o nosso conteúdo. Desde Kardec até. Mesmo as obras? Que se sucederam. Como, por exemplo. As obras. Que foram ditadas por André Luiz, por Emmanuel, por Manoel filomeno de Miranda, por Joana de angelis. A gente tem de uma maneira clara. Este efeito. Do pensamento, sendo. Expresso através. Né, e moldando. As atividades neuronais. E das células? Do nosso corpo, então, o pensamento não como um epifenômeno do cérebro, mas como? O produto do espírito, ou seja, algo extracorpóreo e que. Define justamente. Aquilo que ele. É como que aquele corpo. Vai reagir pelo espírito que está?

Encarnado ali. Então, se a gente seguir este raciocínio. Nós entenderemos com facilidade, porque que um? Processo obsessivo, pode levar a. Danos no nosso corpo fica mais fácil de nós compreendermos, poxa vida. Se. O meu pensamento é que está comandando o corpo físico e no. Processo obsessivo. Há uma imposição de um pensamento por um. Espírito desencarnado. Ele. Vai gerar um pensamento negativo, um pensamento. Mais pessimista? Um pensamento. É de, de. De ordem, vamos dizer assim, inferior. E. Consequentemente, ele gera uma doença, ele pode gerar um comprometimento. É. Físico para essa pessoa. Seja um comprometimento orgânico, seja um comprometimento de ordem psiquiátrica.

Então é fica mais evidente para nós que esse fenômeno está acontecendo. Mas é importante a gente considerar. Né que? Isto acontece mediante as nossas predisposições, porque algumas pessoas podem perguntar assim, puxa vida, mas é todo mundo que. Sofre processo de? Obsessão vai evoluir para uma doença orgânica ou psiquiátrica? Não. Muitas pessoas não vão, algumas vão, algumas não. E por que que isso acontece? Porque? Existem as predisposições quando nós reencarnamos. A gente já reencarna, vamos dizer assim. Com é? Algumas falhas dentro do nosso. Perespírito que decorrem. Das ações passadas, dos compromissos.

Passados das falhas. Que nós cometemos. No passado e que. Através do Nosso Sentimento de culpa vão alterar o nosso. Perespírito, e aí? Quando a gente reencarna na hora mesmo de reencarnar. O nosso? Perespírito, ele vai definir qual é o. Espermatozoide, que mais? Condiz. Com a sua necessidade de encarnatória. Isso é um processo. Automático faz parte da natureza, é um processo mecânico. O próprio espírito, ele já vai se ligar aquele. Espermatozoide, que vai fecundar o óvulo. E vai? Dar aquele. Indivíduo, a carga genética, a hereditariedade. Que ele precisa? Mediante as suas necessidades, reencarnatórias, então é escolhido.

Não é por um acaso que ele. Vai ter aquele? Pai, aquela mãe? Isso tudo? É definido dentro dos planos da divindade para cada um de nós. E aí isso? Faz com que aquele indivíduo já vinha com. Certas predisposições. Venha com predisposições. Que. Ao. Sofrer um processo? Obsessivo, facilita para que aquela pessoa. Desenvolva esta ou aquela doença porque dentro. Desse processo obsessivo? Aquele pensamento vai, vamos dizer assim, intensificar. Aquela. Predisposição e que pode realmente culminar dentro de um. Processo de adoecimento. Esta é a. Visão geral. Que a gente pode ter da doutrina? Espírita. A respeito dessa questão, se.

Há. Um processo obsessivo pode. Desencadear uma doença? Nos próximos programas nós estaremos, nós continuaremos refletindo sobre essa questão, trazendo aqui casos. Da literatura espírita. Casos, inclusive, que nós encontramos nos evangelhos. Passagens de Jesus. Que ajudam nós entendermos esta temática e entendermos a forma como nós devemos? Abordar esta. Questão, então eu convido a vocês que estejam conosco, nós nos reunimos aqui todos os domingos às 11:00 da manhã na web radio. E-mail? Que estejam conosco. Para. Refletirmos sobre essa temática que temos uma semana de muita luz e de muita paz.