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Saúde Espiritualidade e Você - Perispírito e as doenças - parte IV

00:17:43
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Transcrição do episódio

Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.

Bom dia, queridos amigos ouvintes. Internautas. Que nos acompanham aqui na web. Rádio no meio. No programa. Saúde, espiritualidade. Você, meu nome é Ricardo Cavalcante, eu sou membro da associação médico. Espírita de Botucatu. Nós estamos numa série de programas conversando sobre um tema bastante interessante, que são as alterações. Perispirituais. Causadas pelas. Doenças que nos afetam durante a nossa encarnação, alterações estas que são. Observadas após o. Desencarne, já tivemos 3 programas anteriores, o primeiro deles falando. Sobre as características gerais do perespírito. Sua natureza. Qual a sua?

Relação com o corpo. Físico. Com o espírito e como? Poderia se dar? A presença dessas alterações, fizemos um segundo programa mostrando casos. Em que? É. Na literatura espírita? São mostrado para nós a presença de alterações no corpo. Espiritual decorrente da das. Doenças que nós desenvolvemos durante a nossa existência terrena. E que. Persistirão essas alterações. Espirituais após o. Desencarne que no mundo espiritual nós precisaremos. Receber um tratamento? Específico, um. Cuidado, assim como? A as ciências da saúde. Nos oferecem aqui na vida terreno, a gente vai precisar de um cuidado como esse no mundo espiritual.

E vimos no último programa as alterações, que são bastante. Graves causadas. No perespírito como a zoantropia. Como o zoovoides? Que são condições bastante intensas, alterações muito significativas. No perespírito. Levando um comprometimento bastante. Grave e hoje? Nós estaremos conversando. Aqui sobre. Alterações que são causadas no perispírito durante uma encarnação e que elas são tão significativas. Que elas? Duram até a encarnação seguinte. Elas perduram elas. Continuam existindo e vão aparecer na vida seguinte e nós vamos. Para isso? Para ilustrar essa nossa conversa de hoje. Contar um caso?

De. Manchas ou marcas de nascença que demonstram alterações que aconteceram na vida. Passada e para isso? A gente vai buscar um caso. Que foi estudado? Por um importante. Pesquisador chamado ellingdur. Heraldson wellingr heraldson. Ele foi um grande. Pesquisador. Dos chamados casos possíveis de reencarnação e um dos Campos principais de. Estudo do herraldson. Foi o Sri Lanka, um paizinho, uma ilha que fica abaixo da Índia herraldson. É. Conseguiu reunir uma quantidade muito grande de casos no Sri Lanka, porque o Sri Lanka, o Sri Lanka e a Índia são sempre palcos muito grande de estudos de reencarnação.

Porque? Porque a gente está em. Ali, países. Né, você tem uma população? Que é? Eminentemente reencarnacionista. Ou seja, é pra eles a. Reencarnação, entendendo isso num contexto da população como um todo, é 11 conceito comum, um conceito habitual. Então, eles, não. Eles não tem muito receio. De é conversar. Sobre esse assunto? A gente? No mundo ocidental. AA. Ideia da reencarnação ela É Ela é mais restrita, embora na população. Brasileira, ela. Tenha uma amplitude bastante grande, é mesmo? Pra pessoas que? São católicas, evangélicas, muitos entendem a reencarnação, aceitam a reencarnação. Mas a ainda.

De uma maneira talvez um pouco mais velada, não é 11 fala ou uma conversa. Tão explícita assim? Mas a gente pega na Índia, no Siri Lanka. E a gente vai encontrar 111 palco, um cenário extremamente favorável, então lá é muito mais fácil. Da gente identificar. Crianças que começam a contar. Sobre suas vidas passadas, em um desses casos do Herald. É o caso de uma. Menina chamada. Por nima e kanaiak vejam que não são nomes fáceis de pronunciar. Por nima foi uma jovem. Estudada por Herald porque aos 3. Anos de idade. Essa garota, ela. Começou contar para os. Pais. Sobre uma outra vida que ela tinha tido.

Sobre uma outra? Família que ela tinha e que não era. Aquela que ela. Tava vivendo, era uma menina. Que durante a sua vida. Durante o seu crescimento, seu desenvolvimento, uma menina extremamente normal. Era psicologicamente ajustada, feliz da vida. Né? Não tinha nenhum tipo de problema, mas ela tinha esse discurso que ela dizia que eram as lembranças que ela tinha de outra existência. E ela? Começou contando, né? Tudo isso começa com ela contando sobre como tinha sido o seu desencarne. Ela falou que ela tinha desencarnado num acidente com um ônibus, tanto que ela morria de medo de ônibus. Ela quando via ônibus na rua lá com seus 3 anos de.

Idade, ela falava, olha quem dirige isso daí? É gente ruim, eu não gosto das pessoas que dirigem ônibus. E ela dizia que é porque ela havia. Se desencarnado num acidente de ônibus. Ela contava detalhes. Como tinha sido o seu desencarne? Ela contava, é como tinha. Sido o seu funeral, ela diz que ela. Assistiu o seu funeral? Que ela viu, via o seu. Corpo ali Na Na Na, né sendo? Velado é que ela via é espíritos ao redor dela. Durante aquele período. Até que Ela Foi. Né? Levada foi conduzida por um outro ambiente. E. Aí ela não se lembrava mais nada já. Se via. Dentro daquela família? A por nima. Ela tinha algumas marcas de nascença.

Ela tinha névos, né? Que são manchas, são pintas, vamos dizer assim, no seu. Tórax. Vários, em vários pontos do seu. Tórax. Assim ela tinha. É várias pintas que chamavam. Bastante atenção. Névos grandes assim, bem marcantes, né? Que não são habituais da gente encontrar numa pessoa nessa extensão, mas na por nima isso era é bastante marcante. Bom, o caso dela foi um caso que foi. É extensivamente investigado. Por esses pesquisadores. De lá é. Eles verificaram, né, que as informações? Que ela trazia. Eram informações que foram sendo checadas, foram sendo verídicas, então, num determinado momento.

Da da vida. A por nima estava assistindo um programa de TV quando ela viu um local. Ela viu um templo, que era um templo de uma. Outra cidade? Lá da da. Do Siri Lanka? E. Quando ela viu? Aquele templo, ela falou para os pais, ela. Falou, olha, era ali que eu que eu morava, eu morava nesse local aí. Ó, nesse tempo eu lembro desse tempo, ele tem um. Rio atrás dele, ela. Começou a descrever, tem um Rio. Atrás dele, ali. Do lado do templo tem determinada construção, a minha. Casa ficava atrás ali desse Rio. Em tal local. E aí ela começou e isso permitiu com que? Eles pudessem. Ir até né os? Os investigadores ir até o local para poder.

Checar as informações. Então. O que que a turma dizia ela? Dizia que primeiro. Né, Na Na atual a existência, ela era uma mulher. Na existência passada, ela dizia que. Ele era um homem que. Ele era casado. Tinha 2 esposas, lembrando que lá. Né? A poligamia é é parte da cultura, é daquela região. Então tinha. 2 esposas era casado. É, dizia que? Ele trabalhava. Numa fábrica de? Incensos. Né, que produzia incensos? E dava o nome do incenso. O nome do incenso era ambica. Ela ela. Dava o nome certinho. Olha, era esse incenso que a gente produzia. Sabia exatamente como era a produção do incenso. Então ela ela falava o passo a passo.

Imagina isso pra uma criança de 45 anos de? Idade falando isso? Ela sabia o passo a passo. De como o incenso era. Produzido e dava. Muitos detalhes, né? Então, por exemplo, só para vocês terem uma ideia, né? É várias coisas que Ela Foi. Dizendo e que os pesquisadores foram checando e foram vendo que era real. Então, por exemplo, falou dessa questão do incenso, realmente eles foram. Checar havia é. 111. Fábrica familiar de. Produção de incenso. Ela dizia isso, que a produção era familiar, que. Só depois de muito tempo eles contrataram 2 funcionários, mas. Era uma fábrica que era. Familiar é? Ela dizia, olha, a fábrica é uma fábrica feita de tijolos, fica perto.

De uma Lagoa, isso foi confirmado. É, ela dizia que eles. Tinham 2 vans. Para poder? Fazer o comércio, isso também foi confirmado? É que tinha. Carro. É. Que era casada? Com uma cunhada? Chamava. Kusumi. Ela dizia. Isso dava o nome. Ó, eu era casado com uma. Cunhada chamava kusumi também essa essa informação. Foi confirmada. É. Falava, por exemplo. Um dado interessante, né, que? O pai? Da vida anterior. É ele? Não era um professor como é Oo. Pai atual? Que realmente? Isso isso batia que na vida passada ela tinha. Dois Irmãos que eram mais. Jovens. E que eram mais legais do que os irmãos da vida presente.

É. Que o nome da mãe? Da vida passada era. Simona. Então tudo isso foram dados que foram sendo. Confirmados. Os os investigadores. Foram lá no? Local e identificaram. Uma personalidade que encaixava. Com todas essas? Características aí? Né, que essa mãe era uma pessoa muito justa. Né, que ela estudava numa escola chamado harula? Que também. Existia essa escola lá, então vejam, né? Ela lá? Com os seus 4 anos de idade, 5 anos contando tudo. Essa história para os pais, no começo, os pais não acreditaram. Em nada, mas depois? Com o tempo, eles foram. Né? Acho que é melhor a gente checar e aí foram pedir ajuda aí a própria comunidade, né?

Professores, pesquisadores presentes ali no local começaram aí atrás pra pra procurar e foram até essa. Região, né, que era a região de kelania, que é 111. Cidade, lá da. Do Siri Lanka? Foram pra lá. E foram procurando e lá, né, nessa busca é eles identificaram. Uma personalidade chamada ginadassa. Pereira. Que. Caia. Perfeitamente na descrição da por nima. Ou seja, ela. Descrevia esse indivíduo que era o ginadassa Pereira, e esse? Ginadassa Pereira. Quando eles foram? É. Procurar. É. Eles encontraram Oo indivíduo que era o. Sócio dele? Na fábrica de incenso. E aí eles? Levaram a por nima para lá.

A por nima quando viu. Esse indivíduo que era o sócio, ela não. Não teve grandes reações, mas o que chamou muita atenção. É que a hora que. Ela entra dentro da. Fábrica, ela olha e fala. Assim, nossa, como mudou esse? Lugar, e aí? Ela começa a. Descrever porque essa? Fábrica não era assim, ela era de tal forma, de tal forma, de tal forma. EOO. Sócio foi? Confirmando, não realmente. A fábrica era. Assim e nós fizemos essas alterações. E aí ela, inclusive ela. Olha e fala assim, mas vocês? Não estão produzindo. Incenso direito não é assim que faz o incenso? E ela começou a narrar. Escrever a. Cada etapa da.

Produção de incêndios. Então, mostrando que aquilo realmente era, né? Que a por Lima era provavelmente a reencarnação do ginadas. Só para vocês terem uma ideia, né? O ginadas desencarnou em 1900 e. 85. E a por Lima nasceu em 1987. São apenas 2 anos de diferença do desencarne para reencarnação e aí vem a questão, como que o ginadas se desencarnou? Ele estava de bicicleta. Levando incensos para vender no mercado. Quando ele foi atropelado? Por um ônibus, então, isso chamava bastante atenção. Os pesquisadores, eles foram, é fazer todo buscar os registros, né, da autópsia. Do. Ginadas para saber. Por que que o genadar se morreu, como que ele morreu no acidente?

E quando eles buscaram a. Autópsia o que que eles verificaram lá, né? Múltiplos traumas que ele havia sofrido por. Conta do atropelamento do ônibus. É. Mas chamava? Atenção, por quê? Porque ele desencarna mediante o trauma torácico. Então ele teve fratura de várias costelas, que. Perfuraram o pulmão. E foi isso que acabou. Levando o desencarne do ginadar. E o que? Chama bastante atenção é que. Os locais aonde fraturou a costela, e. Teve ali. Perfuração por pulmonar eram exatamente. Os mesmos pontos? Que na por nima haviam. Essas manchas, esses essas pintas no tórax dela. Então, era exatamente.

Você pega a. A imagem. Da da. Autópsia do desenho da autópsia do ginadassa. E olha. A as manchas, né? De nascença da por nima? Ou a gente vai ver que elas estão? Exatamente no mesmo. Local esse caso. Ele é um. Caso muito interessante, ele é muito bem descrito. Um caso? É que. Chama bastante atenção. Porque é um caso. É que você não acha outra explicação que não seja um processo de reencarnação, fica muito evidente que é um caso de reencarnação. E que traz as chamadas marcas de? Nascença, ou seja. Você é leva, ou seja, o. Indivíduo, ele não tinha doença nenhuma, mas ele desencarna mediante um acidente.

Ele sofre lá um acidente de trânsito desencarna. Ou seja, isso. Certamente causou impressões muito significativas no perespírito. Dele. Seja pelo pela própria. Alteração do corpo. Físico, mas. Também pelas impressões mentais. Pelos locais de. Dor, né? Pelos. Aonde a mente projetou aquele problema? E isso fez. Obviamente, com que? Aquele. Perespírito ficasse alterado. Nesses. Locais, ou seja, sua recuperação no mundo espiritual não deve ter sido muito. Fácil ao ponto. De que ele reencarna muito rapidamente. E não. Deu tempo dessas alterações desaparecerem por completo. E isso? Provavelmente fez com.

Que. Ao reencarnar. Né de nadassa reencarnar, como por Lima. Levasse consigo essas. Marcas essas alterações? Indicando. Que o perespírito ali, provavelmente ainda não. Estava completamente recuperado. Então esse é um caso? Que ilustra para nós. Que. Esse processo, né, de? Comprometimento do perespírito. Ele. Pode perdurar? De uma encarnação para outra, especialmente. Quando a encarnação é muito curtinho, quando OOO. Período de erraticidade que a gente fala, né? O período em. Que o indivíduo está no mundo espiritual, ele é muito curtinho. Porque vocês veem que a gente? Precisa de tempo no mundo?

Espiritual para se recuperar. Precisa de tempo? Para a gente? Retomar, né? O? Equilíbrio do perespírito. E muitas vezes a gente não consegue retomar por completo, decorrente das nossas impressões mentais, como a gente vai ver. Na no próximo programa, relembrando. Já discussões passadas. Que nós tivemos fica aqui então pra nossa reflexão, lembrando sempre. Né que? A as nossas, né? Os nossos pensamentos, os nossos sentimentos. Aquilo que a gente. É nutre dentro de nós. É. O fator primordial? Para gerar esses? Problemas no perespírito? Então que a gente. Possa. Saber nos conduzir. Seguindo. Especialmente os ensinamentos.

De Jesus, que abrange todas as virtudes das quais a gente precisa. Alimentar na nossa. Vida então Jesus trouxe a receita. Para nós, basta que nós nos esforçemos, nos dediquemos. A buscar essa. Transformação, porque quanto mais a gente avança nesse. Sentido menos processos. De adoecimento? E de deformidades a gente vai trazer, seja para o corpo físico, seja para o per espírito que. Deus nos abençoe, que tenhamos uma semana de muita luz e de muita paz. sua web?