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Terapia genética e o espiritismo com Ricardo Cavalcante

00:19:51
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Transcrição do episódio

Gerada automaticamente a partir do áudio. Pode conter imprecisões.

De que forma a prática espírita favorece a sua saúde física e mental? A web rádio memei apresenta saúde, espiritualidade e você? Bom dia meus queridos amigos ouvintes da web rádio memê. É uma Alegria muito grande estar aqui com vocês no programa saúde espiritualidade você. Meu nome é Ricardo Cavalcante. Eu sou membro da associação médico espírita de Botucatu. Nós nos encontramos aqui todos os domingos às 11:00 da manhã neste programa para podermos refletir sobre temas relacionados a nossa saúde. Diante de uma ótica espírita, eu convido vocês. Para participarem desse programa, não apenas ouvindo o programa, mas também trazendo suas sugestões, comentários, dúvidas, questões que gostariam que nós pudéssemos discutir aqui no programa, conversar aqui no programa.

Para isso, basta encaminhar o seu comentário a sua dúvida, a sua sugestão para o seguinte número de WhatsApp, 1499834. 4781 vou repetir mais uma vez, 14 ODVD 998344781 receberemos com muita Alegria qualquer comentário, dúvida, sugestão, questões para que a gente possa ir trazendo essa demanda e com a participação de todos vocês que nos ouvem, que nos assistem através deste caminho. No dia de hoje, nós estaremos conversando sobre uma dúvida sobre uma questão que foi trazida para nós que é bastante interessante nos dias de hoje. Esse não é uma ideia recente, é uma ideia que já existe há bastante tempo, mas se discute bastante sobre as terapias genéticas, ou seja, possibilidades de nós modificarmos geneticamente um indivíduo.

E trazer, com isso, benefícios para sua saúde. Isso é um ponto que existe já há bastante tempo. É uma questão que, pelo menos aí, há 34 décadas, vem sido discutida, mas que cada vez mais tem ganhado força, até pelo próprio avanço que a ciência tem promovido, que tem cada vez mais nos aproximado dessa situação. E foi trazido, portanto, essa questão para nós. Se é, essa é uma medida que será possível ser feita. E qual é o olhar que a doutrina espírita tem sobre esse tipo de conduta? Tem alguns pontos que nós precisamos considerar a respeito dessa questão. O primeiro ponto que ele é, um ponto que recai sobre uma questão ética muito importante é que é esse esse tema.

Na própria ciência, ele já é discutido de uma maneira bastante ética, porque. A gente não pode desejar modificar genes, modificar genético, DNA de uma pessoa com o objetivo de tornar as pessoas, vamos dizer assim. É dentro daquilo que seria uma raça. É perfeita, algo nesse sentido, pelo fato de que nós temos que claramente respeitar as condições, a natureza de cada um, a sua origem. Étnica, que é muito importante. Então o primeiro ponto é claramente a doutrina espírita é completamente é contrária. Como eu digo assim, ela ela nos coloca que essa é uma postura totalmente inadequada, antiética, porque nós não temos é dentro do conceito espírito, de uma maneira é muito clara e objetiva, né?

Nenhuma superioridade racial, não existe ninguém melhor do que ninguém, até porque. Para a doutrina espírita, o que dá a característica do indivíduo em termos da sua conduta, do seu comportamento, da sua moralidade, é o espírito e não o corpo físico. Então, não importa em que corpo nós vamos reencarnar, não importa a etnia com a qual nós iremos reencarnar. O que o que define o indivíduo é o espírito que está ali o corpo. Ele tem muito mais um papel no sentido da nossa saúde, daquilo que nós vivenciaremos ao longo da nossa vida por essa condição. E nesse aspecto, quando nós pensamos em mudança genética, né?

E modificar o indivíduo geneticamente para trazer mais saúde para ele. E esse é um assunto que realmente interessa. E a doutrina é, vamos dizer assim, bastante favorável a esse, a essa posição. Um outro ponto muito importante que a gente tem que sempre considerar, né? É que todas as faculdades que sejam mentais, intelectuais, elas são de origem espiritual. E nisso compreende também, certamente, as doenças de ordem emocional, de ordem mental. Elas embora. Embora possam ter, né, algumas alterações orgânicas que nós encontramos nessas doenças. A origem delas vem do espírito, vem do nosso comportamento, da forma como nós estamos, estamos mudando.

Inclusive no programa passado nós comentamos sobre os problemas de ordem mental, então a origem disso tudo recai no espírito. Não adianta a gente modificar geneticamente o indivíduo, porque mesmo assim. Se o espírito que está habitando aquele corpo que está encarnado ali, ele trouxer essa bagagem, de alguma forma, aquilo vai se manifestar. Embora nas doenças de ordem emocional, de ordem psiquiátrica, a gente possa ter um componente genético. A mais conhecida delas é a esquizofrenia, que a gente sabe que existe um componente genético, mas é uma doença multifatorial. O componente genético é uma parcela.

Ele é uma condição que pode contribuir para isso, mas ele não é nenhuma condição, é é necessária. E ela também não é uma condição que só ela é suficiente para causar. Você tem um conjunto de situações levando aquilo e isso a gente tem que considerar. Aliás, isso vale para as doenças de modo geral? A gente não tem doenças e são muito raras as doenças que são definidas exclusivamente por uma condição genética. De modo geral, as doenças são multifatoriais. Você junta a carga genética do indivíduo com as exposições, com aquilo que ele tem no seu dia a dia, com aquilo que com a com o seu comportamento, né?

Com a alimentação que ele leva, com o estresse que ele tem no seu dia a dia, né? Com hábitos de vida, a gente junta uma série de condições. E a doutrina espírita ainda nos mostra que, além de tudo isso, ainda há toda a predisposição espiritual que o indivíduo vai colocar nessa condição. Então, tudo isso, a soma de tudo isso, conduz o indivíduo ao adoecimento. Então a mudança genética, ela é um fator. Então nós não temos a ilusão de que modificando geneticamente as pessoas, as doenças irão desaparecer. Isso não é uma realidade. Porque nós sabemos hoje em dia que as doenças não são determinadas exclusivamente por condições genéticas, com algumas exceções.

Existem algumas doenças que são inclusive doenças mais raras. Da gente encontrar que você tem uma determinação genética e exclusiva. Mas a pessoa que nos trouxe essa questão é a respeito dessa dessa abordagem, ou seja, de uma terapia genética. Permitindo com que a gente evitasse doenças, evitasse problemas maiores na nossa, na nossa vida. É trouxe com o seguinte pensamento, olha, na doutrina espírita, nós aprendemos que as doenças, na sua maioria, acontecem pela ação do espírito sobre o corpo físico. Então é o nosso pensamento, é o Nosso Sentimento. Estando aqui encarnados, habitando este corpo que nós estamos projetando sobre o nosso corpo físico, sobre cada uma das células do nosso corpo e consequentemente a gente vai imprimindo, seja o pensamento bom, o sentimento bom, seja o pensamento mau, o sentimento mau que vai obviamente nos conduzir a um processo de adoecimento, então, com esse pensamento é, qual seria o papel?

Da terapia genética. Essa é uma pergunta bastante interessante pra gente refletir. É claro que nós não temos uma resposta precisa, porque nós não sabemos o futuro, né? Nós não temos ainda como prever o futuro, mas nós podemos responder essa pergunta baseado naquilo que a própria doutrina espírita nos traz através, né? Das. Da das inúmeras obras, principalmente as obras de André Luiz, de Emanuel, né, que foram ditadas aí por por esses espíritos psicografadas por Francisco Cândido Xavier e que trazem subsídios para a gente poder entender esse processo. O que que a gente pode entender que com certeza, né?

A ação do espírito, ela é inegável. E nós temos esse papel sobre o nosso corpo. A terapia genética vai ter uma importância, vai ter uma importância, assim como tem a importância as outras terapias que nós utilizamos no nosso dia. Então, quando se desenvolve uma medicação para tratar uma determinada doença, quando se desenvolve uma cirurgia para se tratar uma determinada doença, nós estamos utilizando recursos que são exclusivamente materiais mesmo. Até quando a gente pensa na homeopatia? Que pode ter uma ação no corpo espiritual ainda. Nós estamos agindo dentro dos corpos, né? Ações diretas. Pode não ser no corpo físico, é no corpo espiritual, mas ainda não é na origem de tudo que é o espírito, que é a mente, né?

Mas estamos agindo nesse entorno. A terapia genética vai ter um papel semelhante, ou seja, ela também vai agir nesse entorno, também vai agir no naquele corpo. Que geneticamente modificado, pode sim facilitar para que ele possa evitar determinadas doenças, para que ele possa tratar determinadas doenças. Então ela é uma terapia aceitável que a gente vai poder utilizar. E lembrando que são parentes importante, né? Que quando esses tratamentos revolucionários chegam para nós, né? É porque a gente tem que entender que Deus. Na sua misericórdia, na sua providência, ele permite com que a humanidade avance, evolua, desenvolva sua inteligência e crie os meios de poder tratar e solucionar os problemas que afligem a humanidade.

Conforme a gente avança, o tratamento das doenças vai se tornando cada vez melhor. Por que? Porque quando nós adentrarmos num mundo de Regeneração, quando a gente chegar num momento em que o bem imperar sobre nós, é muito provável que a maior parte dessas doenças não sejam mais necessárias para nós, nós já não precisamos mais ter que vivenciá las experimentá las como forma de é resgatar ou de expiar aquela. Os erros que nós cometemos, porque já estaremos, teremos atingido uma condição de evolução espiritual diferenciada nesse momento ainda. Essas doenças são necessárias para nossa vida, para o nosso dia a dia, para o nosso enfrentamento como ferramenta para nossa transformação, para que a gente possa mobilizar OA nossa intimidade, os sentimentos que estão ali presentes.

Construindo que as virtudes que Jesus nos ensinou. Construindo o amor, a tolerância, a paciência, a mansuetude, a simplicidade. Construindo AAO perdão, a fé, a Esperança, todas as condições, humildade, todas as condições que são necessárias para o nosso crescimento espiritual. Dessa forma, a gente tem que compreender que a terapia genética. Ela vai ter a sua importância? Sim, com certeza. Será muito bem-vinda e permitirá o tratamento de certas doenças que tem um papel cuja cuja base genética seja mais significativa, ou seja, na prevenção, o que evita que talvez as pessoas tenham, seja no tratamento para aquelas pessoas que já adquiriram aquela doença, porém a ciência hoje.

Ela ainda trabalha na superficialidade do ser. Nós compreendemos que nós não somos apenas esse ponto físico, nós estamos habitando transitoriamente esse ponto. Mas nós somos o que nós somos, um espírito, uma alma, que esta sim, é a fonte, é a sede de todo nosso pensamento, de todo Nosso Sentimento, de tudo aquilo que nós somos. É o espírito, é a alma. E ela sim tem um comando significativo sobre cada um dos nossos genes. Nós sabemos hoje que nós, seres humanos, possuímos cerca de 20000 genes e produzimos os genes, produzem as proteínas e produzimos cerca de 120000 proteínas, ou seja, 6 vezes mais proteínas produzidas do que os genes que nós temos.

O que significa que um gene produz? Várias proteínas diferentes. E como que o corpo sabe disso? Como que o corpo sabe que ele tem que produzir a proteína AB ou CO mesmo gênero? A gente sabe que esse comando como André Luiz nos ensina como humano, nos ensina. Ele vem do espírito, ele vem desse comando, vem do próprio p espírito modelo, organizador, biológico, como doutor Hernando Guimarães Andrade definiu para nós, porque porque OP espírito. Ele é um molde para o corpo físico, mas o perespírito está totalmente sujeito à ação mental. Então é assim que a mente vai através do perespírito, agir sobre o corpo físico, causando todas, determinando todo o seu funcionário.

Então, a partir do momento que a ciência compreender esse aspecto, dominar esse lado da vida. Ficará muito mais fácil para que essas terapias se tornem mais eficazes. Então nós trazemos isso aqui porque. Porque nós compreendemos que sem a ciência entender esse aspecto, a terapia genética pode funcionar. Mas é provável que o seu funcionamento seja limitado, ou seja, ele não vai conseguir promover grandes mudanças, grandes transformações, porque há um espírito encarnado ali e. A sua condição será necessária, né? Para que aquela genética funcione de uma maneira adequada. Então esse é um ponto fundamental para a gente poder compreender esse aspecto.

Mas lembrando sempre que as terapias que chegam são sempre muito válidas, porque mesmo que não traga grandes saltos, mas trazem benefícios que vão aos poucos. Trazendo melhoria da saúde e da condição de vida das pessoas. É muito importante que a gente considere esse aspecto dentro desse cenário que a doutrina espírita nos traz. Lembrando também que AA nossa própria carga genética, ela é definida no momento do nosso encarne também já tivemos a oportunidade de conversar sobre isso aqui. Que quando nós vamos reencarnar, já é definido lá no mundo espiritual qual será todos? Quais serão os nossos genes, qual será a nossa carga genética necessária para o cumprimento das nossas é necessidades?

Encarnatórias. Então, de qualquer maneira, por mais modificações que a gente promova no nosso gênero, enquanto encarnados as nossas necessidades encarnatórias, elas são mandatórias e elas acabam acontecendo. Mesmo que a ciência promova certas mudanças, por isso que a compreensão deste lado espiritual no futuro, ela permitirá com que a gente faça uma terapia genética muito mais ampla, muito mais efetiva. Algumas pessoas dentro desse contexto, dentro desse pensamento, às vezes questionam, puxa vida, mas quando Oo Gregor Mendel, que é considerado o pai da genética que estudou? Lá, as Ervilhas, a genética, parece que ela funcionava tão bonitinha e realmente ela funciona tão bonitinha.

Por quê? Porque nos seres que nos antecederam, a evolução espiritual. Então, quando a gente olha os vegetais e até mesmo dos animais, aonde os instintos ainda predominam, aonde a ação do espírito sobre a matéria. É mais reduzida porque não há essa Liberdade de pensar como nós temos como seres humanos. Há os mecanismos naturais, né? Os os automatismos. Eles funcionam de uma maneira mais clara. Por isso que quando a gente estuda genética nas plantas e mesmo os animais, elas funcionam de uma maneira mais simples e objetiva do que em nós, seres humanos, que somos seres bem mais complexos e que, obviamente, temos uma interferência espiritual.

A própria é nossa, da nossa mente, muito maior sobre essa dinâmica que é o nosso corpo físico. Fica aqui, portanto, para a reflexão dessa nossa semana, para que a gente possa compreender melhor aquilo que acontece conosco e aquilo que está a nossa volta. Que tenhamos todos uma semente de muita luz e de muita luz.